<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429</id><updated>2011-07-08T02:35:04.511+01:00</updated><title type='text'>Blog do Avô</title><subtitle type='html'>O Primeiro Blogue sobre Corfebol (mas não só) em Portugal!</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>157</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2738015264189756903</id><published>2009-02-10T18:58:00.001Z</published><updated>2009-02-10T18:59:35.472Z</updated><title type='text'>Morrer Duas Vezes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A discussão sobre a interrupção ou não da vida (?) de Eluana Englaro acabou com a morte da rapariga (?). Questiono as palavras “vida”, porque não a tinha, e “rapariga”, porque só tinha vivido 21 anos, apesar de já ter 38.&lt;br /&gt;O resto do tempo não viveu. Vegetou. Sofreu. Prolongou o sofrimento de quem de si gostava. Morreu duas vezes. Dor e pesar na primeira, sofrimento permanente no tempo intermédio, alívio de quem enterrou finalmente uma angústia constante na segunda morte.&lt;br /&gt;Os italianos continuaram a discutir tudo o que envolveu este caso polémico, mas foi-lhes retirada a premência de decidir. Agora voltam as discussões académicas, os editoriais de jornal, as erudições de convidado televisivo, os opinativos de blogue. Mas já não há votação para saber se os médicos podem ou não podem retirar a alimentação à malfadada jovem, se têm razão os familiares, os juízes, os médicos, os políticos, os jornalistas, os peritos, os conversadores de tasca.&lt;br /&gt;Adia-se, mais uma vez, uma decisão, a formulação de uma lei. É mais fácil debater o tema, mais ou menos efusivamente, do que lhe pôr o preto no branco. E assim vamos andando, até que uma outra Eluana apareça, na Itália de Berlusconi ou no Portugal do Cardeal Policarpo.&lt;br /&gt;Até lá, quem tiver o azar de morrer sem morrer terá de morrer duas vezes, matando quem o rodeie tão lentamente quanto lenta for a sua agonia. Quem sofrer de desesperança, somada ou não a lancinante dor física, terá de esperar que lhe dê alívio o corvo final, a ceifeira das vidas, que deixou o trabalho a meio da primeira vez.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2738015264189756903?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2738015264189756903/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2738015264189756903' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2738015264189756903'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2738015264189756903'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2009/02/morrer-duas-vezes.html' title='Morrer Duas Vezes'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8828899201587164862</id><published>2009-01-31T22:04:00.000Z</published><updated>2009-01-31T22:05:04.078Z</updated><title type='text'>Crónica de Actualidade</title><content type='html'>Chove.&lt;br /&gt;Chove. Pôrra, como chove!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8828899201587164862?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8828899201587164862/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8828899201587164862' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8828899201587164862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8828899201587164862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2009/01/cronica-de-actualidade.html' title='Crónica de Actualidade'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-609694329182600882</id><published>2009-01-23T10:40:00.001Z</published><updated>2009-01-23T10:43:55.607Z</updated><title type='text'>Grandes Desafios</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;248/2008&lt;/strong&gt;           &lt;br /&gt;Prometida havia muito tempo, sempre no forno, já prontinha, mas a precisar de um último aquecimentozinho que parecia eterno, a Lei lá saiu, com o número 248 de 2008. Sim, de 2008, porque, para fazer um manguito aos que diziam que o Governo não a punha cá fora antes do final do ano, lá veio ela, garbosa, orgulhosamente datada de… 31 de Dezembro.&lt;br /&gt;A Lei, que é um Decreto-Lei, se formos rigorosos, divide-se em duas partes – a A e a B, assim como muitos dos nossos clubes se dividem em equipas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;248-A/2008&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pois o 248-A até veio em boa altura. Este documento, que “estabelece o regime de acesso e exercício da actividade da actividade de treinador de desporto”, caiu na altura certa para a FPC. É que, depois de se andar às voltas com o enquadramento perfeito para os nossos treinadores, de se fazerem documentos preparatórios, reuniões, debates informais com os gurus do costume, passando-se a pasta de Comissão Técnica para Comissão Técnica, de Direcção para Direcção, eis que finalmente surge fumo branco na tentativa de arrumar a questão de uma vez por todas. Mesmo em cima do 248-A.&lt;br /&gt;Pode não ser o documento sonhado durante anos, mas tem a grande virtude de ter saído da gaveta cá para fora. Mérito aos autores, que avançaram, que deram o peito às balas. E essas, as balas, é óbvio que teriam de surgir. Umas mais pertinentes que outras, como será sempre óbvio.&lt;br /&gt;Resta-lhes, aos peitos dados às balas, não as rechaçarem para longe. Que as encaixem no peito e devolvam ao destino mais adequado, com a precisão de um Cristiano Ronaldo. Acredito que o façam, porque já deram o exemplo a propósito de um outro assunto que aqui também debati. Sei que o modelo competitivo, que esta Comissão Técnica de que falo engendrou, vai sofrer já no próximo ano os ajustes que o bom senso manda, com a colaboração (espero e presumo) daqueles que lidam com o mesmo e têm bons contributos a apresentar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(Aliás, faço uma pausa no texto para referir que, apesar de agora também me dedicar a outros assuntos e de ter uma frequência lenta de publicação de posts – duas realidades -, ainda vai sendo neste Blogue que mais se escreve sobre Corfebol em Portugal, quer se queira quer não. Voltemos então ao texto…)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Portanto, junta-se a iniciativa da CT-FPC à nova Lei e havemos de encontrar um conjunto de regras que, de uma vez por todas, dê credibilidade à prática do treino de Corfebol. Não será qualquer um a desempenhar as funções que são reservadas ao Treinador. E isso é positivo!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;248-B/2008&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O grande desafio vem do tão esperado Regime Jurídico das Federações Desportivas (“e condições de atribuição do estatuto de utilidade pública desportiva"). Deixaram a este o título de “B”, talvez por alguma tecnicidade jurídica que me escape, como me escapam sempre essas tecnicidades.&lt;br /&gt;A FPC, como todas as federações desportivas que pretendam manter o Estatuto de UPD, terá de adaptar os seus Estatutos à nova Lei. Para isso tem seis meses. Não são seis meses a partir do 31 de Dezembro, mas a partir de uma não agendada publicação de um despacho governamental, após audição do Conselho Superior do Desporto, em que vai estabelecer uma coisa tão complexa como a lista das modalidades que são colectivas e as que são individuais. Para quem ainda tem dúvidas sobre se o CSD (não o Colégio de Santa Doroteia, mas o Conselho Superior do Desporto) serve para mais do que alimentar e alimentar-se de tudo quanto é discussão sobre as mesquinhices do futebol, aqui está a prova contrária: Sem o CSD como é que o Ministro ia saber que modalidades é que são colectivas e quais são as amadoras?&lt;br /&gt;Depois de mudar os Estatutos, terá de fazer eleições de forma a começar a época desportiva seguinte já com Órgãos Sociais coincidentes com as novas normas. Estando a FPC sem Presidente há algum tempo (mais do que aquele em que esteve sem Secretário e que originou uma queixa ao IDP… há coisas do caraças!), e estando eleições já marcadas para um dia destes, isto implica que vamos ter de fazer dois momentos eleitorais muito próximos, o que é sempre chato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O desafio é grande. Independentemente de quando é que vão começar a contar os seis meses, meio ano passa num instantinho. Então quando implica discutir os temas sensíveis em que terá de se tocar… das duas, uma; ou o pessoal come e cala e mantém-se na inércia que leva a que se ande por aí a preconizar um futuro absurdo para a FPC – e aí o processo corre torto mas célere -, ou então há participação e discussão à séria e as coisas devem sair bonitinhas mas demoradas. Como gosto mais da segunda hipótese, é bom que as mãos estejam já metidas à obra.&lt;br /&gt;E em que é que consiste o desafio, assim tão grande, ó Avô, para lhe dedicares um texto desta dimensão?... Pois responder-me-ei.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Temos logo à partida a questão da representatividade nas Assembleias Gerais. E vou saltar a parte em que se preconiza uma distinção descabida (porque é de Corfebol que estamos a falar e, que eu saiba, o DL nº 248-B/2008 também foi escrito para o Corfebol, embora não necessariamente a pensar no Corfebol) entre intervenientes nos quadros competitivos nacionais e regionais.&lt;br /&gt;Mas temos a representação das associações de classe, com percentagem atribuída e tudo. Os Estatutos da FPC já contemplam a existência dessas associações. Um projecto de criação das associações nacionais de atletas, treinadores e árbitros de Corfebol chegou mesmo a ser iniciado pela Federação. Mas, como não era a Federação que tinha de demonstrar entusiasmo com isso e quem o deveria demonstrar nunca o fez… abortou-se a ideia. Agora, com votos na AG em jogo, talvez se ressuscite. Até porque o 248 assim o exige.&lt;br /&gt;Nas AG já não se vão sentar os clubes. Serão delegados, eleitos pelos clubes e demais agentes que a isso tenham direito. Os delegados só podem ter um voto, que não pode ser feito por correspondência nem por procuração, e são no mínimo 30. Digo só o mínimo, porque o máximo nem interessa para o caso. Já alguém viu trinta mânfios numa AG da FPC?! Trinta!&lt;br /&gt;Enfim, isso logo se verá. Para já, vai ser preciso definir como é que eles são eleitos (ou nomeados).&lt;br /&gt;Depois, entre várias outras questões cuja resolução é de dificuldade variável, temos que os titulares dos órgãos federativos não podem acumular (desvende-se o que quer dizer “no seu âmbito” e talvez isto não seja tão restritivo como isso) com a posição de dirigente de clube, nem de árbitro, nem de treinador. Ora vejam lá se isto não vem dar uma machadada na habitual acumulação de funções da nossa pequena modalidade!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa que pode assustar algumas federações menos preparadas como é (e sempre foi) a de Corfebol, é a tendência deste DL para plasmar em forma de lei as ameaças que tanto agradam ao IDP - a anulação do Estatuto de UPD é um fantasma que paira do princípio ao fim do diploma. Reavalia-se de quatro em quatro anos e assenta em critérios que estão (como sempre estiveram) longe de ser cumpridos pela FPC. Seria uma cobardia do Estado virar costas a quem tem de crescer e dar a mão apenas a quem dá frutos mediáticos. Mas o Estado, meus amigos, e o actual IDP em particular, não gozam de grande reputação democrática no que diz respeito à compreensão das limitações alheias. Vive-se num ambiente de análise fria de números e esses números servem para definir o tamanho da fatia de torta a que cada um tem direito pelos números que apresenta e não ao tamanho da fatia de torta que cada necessita para passar a apresentar outros números. E há muito técnico “desportivo” que nunca visitou uma prova desportiva desde que lhe deram uma cadeira na Infante Santo, cadeira essa onde engole números e vomita subsídios. E há muita vontade em cortar com apoios para quem não leva o nome desses “técnicos” aos jornais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Não vou discorrer sobre o 248. Quem o quiser ler pode consultá-lo facilmente e quem terá de se debruçar sobre estes temas de certeza que já o leu de uma ponta à outra e já começou a engendrar a necessária revisão estatutária da FPC. Deixo só as notas soltas acima enumeradas, esperando que possa ser uma ajuda ao debate. Se o debate for construtivo, dou já os parabéns ao Corfebol português. Se prevalecerem outras motivações que por vezes inundam os comentários deste Blogue, então vão dar uma curva e encontramo-nos algures numa esquina apertada do Futuro.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-609694329182600882?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/609694329182600882/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=609694329182600882' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/609694329182600882'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/609694329182600882'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2009/01/grandes-desafios.html' title='Grandes Desafios'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-6833202007968630919</id><published>2009-01-09T15:10:00.002Z</published><updated>2009-01-09T15:19:06.357Z</updated><title type='text'>Guerra de Primos V – Remate</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;5 Dias 5 Posts. É o meu contributo. Não fui à manifestação de ontem. Não tenho o poder mediático de outros cronistas. Mas dei um contributo quíntuplo. Pequenino vezes cinco, sopra-me a matemática, é mais que pequenino vezes um.&lt;br /&gt;Como sempre, tentar não tomar partido seria hipócrita. Custa-me não ver o conflito do lado dos mais fracos, dos que mais sofrem, daqueles cujo território tem sido sucessivamente obliterado desde 1948.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Remato esta semana dedicada a um tema que durará mais do que esta semana. Uma guerra que começou muitas décadas antes e que terminará sabe-se lá quando. Seja ela contada em dias, seja em vidas, já vai longa demais, como longa vai a hipocrisia mundial.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWdpD-Sf9hI/AAAAAAAAAGE/0SqkTxAHHp0/s1600-h/Israeli_raid_on_Gaza_by_Latuff2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5289311804351051282" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 347px; CURSOR: hand; HEIGHT: 220px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWdpD-Sf9hI/AAAAAAAAAGE/0SqkTxAHHp0/s320/Israeli_raid_on_Gaza_by_Latuff2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-6833202007968630919?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/6833202007968630919/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=6833202007968630919' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6833202007968630919'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6833202007968630919'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2009/01/guerra-de-primos-v-remate.html' title='Guerra de Primos V – Remate'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWdpD-Sf9hI/AAAAAAAAAGE/0SqkTxAHHp0/s72-c/Israeli_raid_on_Gaza_by_Latuff2.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8283228955473599674</id><published>2009-01-08T16:51:00.003Z</published><updated>2009-01-08T16:59:46.342Z</updated><title type='text'>Guerra de Primos IV – O Ridículo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWYvvd1TnqI/AAAAAAAAAF8/4AC-u8ymsLg/s1600-h/palestina+israel.jpeg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288967304901795490" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 328px; CURSOR: hand; HEIGHT: 225px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWYvvd1TnqI/AAAAAAAAAF8/4AC-u8ymsLg/s320/palestina+israel.jpeg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Israel vai construir o Museu da Tolerância em Jerusalém. Cheguei a escrever “pretende”, mas substituí por “vai” porque os tribunais já o autorizaram, apesar da polémica. O Museu terá assinatura de Frank Gehry e visa "promover a tolerância entre os povos".&lt;br /&gt;O probleminha que se coloca, talvez uma insignificância que nem merecia estar aqui plasmada, é que o mesmo será edificado em cima de um cemitério islâmico com interesse histórico inigualável. Os líderes religiosos islamitas ainda tentaram impedir judicialmente a construção, mas o Tribunal já sentenciou que a Tolerância vai mesmo atropelar o local sagrado.&lt;br /&gt;Duvido que houvesse muçulmanos nessa tomada de decisão. Tenho a certeza de que, se se tratasse de um local de interesse histórico ou religioso para os judeus em qualquer parte do Mundo, se movimentariam influências para que o atentado à “tolerância entre os povos” não ocorresse.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É tão irónico que nem os Monty Python se lembrariam de uma anedota tão ridícula.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8283228955473599674?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8283228955473599674/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8283228955473599674' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8283228955473599674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8283228955473599674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2009/01/guerra-de-primos-iv-o-ridculo.html' title='Guerra de Primos IV – O Ridículo'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWYvvd1TnqI/AAAAAAAAAF8/4AC-u8ymsLg/s72-c/palestina+israel.jpeg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-959922514973451292</id><published>2009-01-07T15:26:00.002Z</published><updated>2009-01-07T15:31:39.239Z</updated><title type='text'>Guerra de Primos III – O Branqueamento</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;“A Vida é Bela” foi o único filme que me recordo de me ter feito rir e chorar na mesma sessão. Rir com a genialidade do Benigni actor e realizador. Chorar com a genialidade do Benigni actor e realizador. Mas chorar com um inexplicável sentimento paternal e chorar com o clamor da realidade, com a crueza de olhar para acontecimentos que foram pano de fundo num contexto concreto, palpável, vivido por milhões de pessoas.&lt;br /&gt;O Holocausto existiu. Existiu e deve ser lembrado, todos os dias. Ridículos são aqueles que o negam. Xiitas e outros fascistas.&lt;br /&gt;A minha simpatia triste e resoluta vai para todos aqueles que sofreram com a perseguição nazi aos judeus. Curvo-me perante os resistentes, junto o meu choro ao das famílias dos mortos.&lt;br /&gt;Mas não posso aceitar que o sofrimento passado possa justificar actos que promovem o sofrimento de outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje o divórcio é uma coisa banal, que acontece na porta ao lado sem que se dê por isso. Na minha juventude era menos comum e criou-se uma raça a que se chamava “os filhos de pais separados”. E isto dizia-se veladamente, com um olhar de compreensão e comedimento.&lt;br /&gt;Aos “filhos de pais separados” permitia-se tudo, coitados!, porque tinham de carregar com esse trauma. Deixava-se que fossem insolentes, mal-educados, mal comportados, egoístas, porque eram “filhos de pais separados”. E assim, porque sofriam, tinham direito a ter atitudes que estavam vedadas aos sortudos que não eram “filhos de pais separados”.&lt;br /&gt;Tenho a certeza de que sofriam. Tenho a certeza de que hoje sofrem aqueles a quem a vida não permitiu manter estabilidade emocional doméstica. Não me verão negar essa evidência. Mas isso não justifica que não se lhes possa levantar um dedo sem que alguém diga logo “Vê lá, não fales assim, coitado, ele é filho de pais separados”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois também não é politicamente correcto apontar o dedo a Israel, porque isso é não respeitar a memória dos judeus perseguidos pelo nazismo.&lt;br /&gt;Balelas!&lt;br /&gt;Não respeitar essa memória é negar a si mesmos os ensinamentos que deveriam ter sido prestados com o Holocausto e os vários holocaustos a que o Mundo tem assistido ao longo dos anos. Quem recolhe simpatia pelo que passou e se vinga em terceiros com a mesma moeda que lhe foi arremessada, deixa de merecer essa simpatia.&lt;/div&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288574607067948594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 257px; CURSOR: hand; HEIGHT: 202px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWTKlcZvpjI/AAAAAAAAAF0/iCCg4p0fb8M/s320/gaza_swimming_pool-by-latuff.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;Mas a simpatia continuará sempre. Porque o povo judaico foi moldado de uma forma que o faz ter sucesso financeiro. Dessa característica vieram-lhe os maiores males (pela ambição e inveja de vizinhos) e os maiores bens (pela influência que conquistaram na sua diáspora).&lt;br /&gt;Nos todo-poderosos EUA não há passo importante que se dê sem o aval dos líderes judaicos. No Mundo não há passo importante que se dê sem o aval dos americanos.&lt;br /&gt;Portanto não espanta que Israel tenha, ao longo da sua curta história, atropelado várias resoluções da ONU, sempre com a conivência dos States. Não espanta que, por muitas manifestações populares a que o Mundo assista, nenhuma atitude firme seja tomada contra os atentados a que a população dos territórios ocupados tem sido sujeita ao longo dos anos.&lt;br /&gt;Não quero deixar de condenar os atentados a que são sujeitos, mas é inegável que há um branqueamento dos crimes humanitários israelitas.&lt;br /&gt;Bombardear mesquitas à hora da oração é crime. Mesmo que se diga que é nas mesquitas que se escondem os terroristas e as suas armas, será que é só à hora da oração que eles lá estão? E será que essas armas estão mesmo lá, ou são só os sapatos que eles deixam à porta (uma arma aclamada pelos muçulmanos)?&lt;br /&gt;Impedir a saída de refugiados e a ajuda humanitária é crime. Ou será que têm medo que os terroristas se escondam no meio dos refugiados? Ou que os caixotes de auxílio humanitário tenham bombas? Não há desculpa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-959922514973451292?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/959922514973451292/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=959922514973451292' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/959922514973451292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/959922514973451292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2009/01/guerra-de-primos-iii-o-branqueamento.html' title='Guerra de Primos III – O Branqueamento'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWTKlcZvpjI/AAAAAAAAAF0/iCCg4p0fb8M/s72-c/gaza_swimming_pool-by-latuff.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-4805604349913000408</id><published>2009-01-06T19:07:00.003Z</published><updated>2009-01-06T19:12:58.126Z</updated><title type='text'>Guerra de Primos II - Pedras contra Artilharia</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A história do David e do Golias é só na Bíblia e na Trofa. Na Palestina o David não derrota a golpe de funda os tanques e as bombas de um dos mais bem equipados exércitos do mundo. Se calhar é porque o nome David está trocado nesta história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desenho começou logo a fazer-se no feminino. A branca e rica Sara derrotou a escrava egípcia naquela que terá sido a primeira batalha israelo-palestiniana.&lt;br /&gt;Hoje é a Intifada das pedras contra o poderio militar titânico dos israelitas. Os rockets que ladram mas mordem pouco contra bombardeamentos sucessivos que matam centenas em poucos dias.&lt;br /&gt;Sem querer legitimar o terrorista Hamas, tão criminoso como qualquer &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWOstw5ja2I/AAAAAAAAAFs/4WyD12C4BgY/s1600-h/Double_Standard.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288260289683483490" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 280px; CURSOR: hand; HEIGHT: 206px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWOstw5ja2I/AAAAAAAAAFs/4WyD12C4BgY/s200/Double_Standard.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;outro movimento terrorista, apelo ao sentido de proporcionalidade. Haja bom senso quando avaliamos a dimensão das retaliações. Por cada soldado israelita feito prisioneiro, um batalhão de guerrilheiros (irónico ouvir-se chamar-lhes isto no seu próprio país…) palestinianos será aniquilado. Por cada civil morto por um rocket, duas mesquitas apinhadas serão bombardeadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada pedra arremessada tem mais carga emocional que uma rajada de metralha. Assim o foi em Belfast, assim o foi no Soweto, assim o é na Faixa de Gaza.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, com a estupidez inflamada de uns e a estupidez arrogante dos outros, morrem os filhos de uns e outros.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-4805604349913000408?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/4805604349913000408/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=4805604349913000408' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/4805604349913000408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/4805604349913000408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2009/01/guerra-de-primos-ii-pedras-contra.html' title='Guerra de Primos II - Pedras contra Artilharia'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SWOstw5ja2I/AAAAAAAAAFs/4WyD12C4BgY/s72-c/Double_Standard.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-1365369701407576802</id><published>2009-01-05T15:17:00.001Z</published><updated>2009-01-05T15:18:50.812Z</updated><title type='text'>Guerra de Primos I - A Culpa é da Sara</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Abrão, mais tarde nomeado Abraão (chamemos-lhe Abraão, que é menos sujeito a trocadilhos), estava casado com Sarai, também conhecida como Sara (chamemos-lhe Sara, que é bem mais giro). Sara era infértil e Abraão queria descendência.&lt;br /&gt;Naquela altura não havia clínicas de fertilidade e os costumes eram estranhos por demais. Mesmo conjugando estas duas realidades, custa-nos a nós, modernos habitantes desta Terra que Deus pôs em seis dias, compreender a história que se segue.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para que Abraão tivesse filhos, Sara proporcionou-lhe os favores sexuais de uma escrava egípcia chamada Asgar, ou Agar, ou Hagar (chamemos-lhe Hagar, que parece o menos mau). Dessa união extraconjugal (apesar de arranjada intraconjugalmente) nasceu Ismael.&lt;br /&gt;Entretanto, Sara precisou de passar dos 90 (!) anos para verificar que afinal não era infértil, ou então que a fertilidade goza com a libido e regressa na 3ª idade para tresloucar as damas. Não encontro registo da idade do Abraão, mas o que é certo é que lá teve, finalmente, uma criança com a legítima esposa. Deram-lhe o nome de Isaque, ou Isaac (chamemos-lhe Isaac, que é mais cool).&lt;br /&gt;Tricas de telenovela se seguiram, com ciumeiras dignas do horário nobre da TVI, por causa do amor que o patriarca dedicaria a cada um dos filhos e cada uma das mulheres. Acabou por ganhar a velhinha Sara, que fez com que o marido expulsasse a escrava e o ilegítimo.&lt;br /&gt;Ismael procriou como um coelho e espalhou pelas Santas Terras a semente dos Ismaelitas.&lt;br /&gt;Isaac teve dois filhos. Um deles, Jacó, ou Jacob, mais tarde chamado Israel (chamemos-lhe Israel, que se encaixa melhor nesta história), com umas novelescas fricções fraternas pelo meio, acabou por disseminar a tribo dos Israelitas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, Deus, sempre omnipresente nestas atribulações, tinha prometido uma terra fértil (talvez numa sátira à desventura de Sara) a Abraão e à sua descendência. Era ali a caminho de Mais ou Menos, perto de Onde Todos Sabemos e Ninguém tem a Certeza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como em qualquer caso de partilhas, abriu-se a contenda com a morte do velho. Os irmãos e respectiva descendência lutaram ferozmente, e ferozmente lutam ainda, pelo direito à Terra Prometida. Entre o filho mais velho e o filho legítimo a pancada é atroz. Os tribunais, terrenos ou divinos, tardam a achar a razão. Os primos, descendência de um mesmo avô, guerrear-se-ão até que o seu Deus comum (porque, sim, é pelo mesmo Deus que lutam) resolva desatar o nó que tanto enredilhou.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-1365369701407576802?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/1365369701407576802/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=1365369701407576802' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1365369701407576802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1365369701407576802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2009/01/guerra-de-primos-i-culpa-da-sara.html' title='Guerra de Primos I - A Culpa é da Sara'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-6459325585222328441</id><published>2008-12-29T13:17:00.002Z</published><updated>2008-12-29T13:21:23.552Z</updated><title type='text'>Tempo de Balanço</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estamos a meio de uma época inovadora. Estabeleceu-se um modelo novo, polémico. Polémico e novo são quase sinónimos. Sempre que se muda, polemiza-se.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre o modelo, e o que lhe vi de bom e mau, ficou um e-mail escrito, enviado, recebido, metido na gaveta e apagado do mapa arrogante e incompetente onde acabou por aterrar – aterrar o e-mail e o seu contexto –, o corfebolinho mesquinho e suas &lt;em&gt;vendettas&lt;/em&gt; inconsequentes, a necessidade de sujar toda uma camisola para não se notar a nódoa que lá estamos a deixar crescer.&lt;br /&gt;Mas isso agora não interessa nada e, para mais, a prática obriga ao &lt;em&gt;refresh&lt;/em&gt; de ideias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;refresh&lt;/em&gt; que eu faço, que todos podemos fazer, que os clubes farão de certeza, que a CT da FPC terá de fazer, implicará uma reavaliação da realidade.&lt;br /&gt;Acho que deve haver estabilidade nos modelos adoptados. Não podemos transformar-nos no sistema nacional de ensino, onde os modelos de ensino ou as avaliações de alunos e professores variam ao sabor de mudanças de governos, ou pior, de ministros, ou pior ainda, dos humores de ministros.&lt;br /&gt;Mas também acho que não se podem fechar os olhos às evidências e às opiniões de quem lida com os modelos impostos. Esta é uma boa altura para se debaterem vícios e virtudes do modelo apresentado e corrigi-lo, ajustá-lo, e até, eventualmente, revogá-lo, se as resistências forem mais fortes e pertinentes que a vantagem da estabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que não pode é acontecer como antes de 2007/08, em que tudo estava pronto para arrancar em atropelo completo ao estabelecido no ano anterior. A justiça desportiva exige que as consequências dos resultados sejam conhecidas antes da disputa desses resultados. Por uma questão de planeamento (traçar de objectivos) de quem participa e por uma questão de credibilidade (decisões apenas em abstracto) de quem decide.&lt;br /&gt;Nem deve acontecer como antes de 2008/09, em que, com um ano (depois do revés anterior) para apresentar o modelo, se acabou por o impor de novo em cima do acontecimento, escudado por uma cláusula duvidosa de “depois logo se vê”. Já não se atropelou o estabelecido; agora nem sequer se estabeleceu, que é para precaver atropelos. Esperteza saloia!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um modelo com grupos mutáveis em vez de divisões é, logo à partida, um revés em termos de imagem. Para o exterior, haver 1ª e 2ª (ou até 3ª, como já houve) divisões é um ponto a favor quando queremos vender a modalidade lá fora. O sistema actual torna complicado explicarmos aos nossos amigos a que nível jogamos e mandar resultados para a comunicação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, este abolir de fronteiras favorece a mobilidade dentro de uma mesma época desportiva, o que vejo com muito bons olhos desde que eles – os olhos – se puseram pela primeira vez em cima da proposta (chamemos-lhe assim, apesar de nunca o ter sido). Sendo o Corfebol em Portugal uma modalidade muito volátil, este aspecto é muito interessante.&lt;br /&gt;Factores de pormenor fazem com que o valor das equipas varie muito de uma época para outra. É positivo, portanto, que cada uma possa encontrar o seu espaço durante a época, podendo subir ou descer de acordo com os resultados conquistados.&lt;br /&gt;E há a possibilidade sempre latente de uma equipa nova ambicionar mais do que uma subida por ano. Uma equipa nova pode, com este modelo, começar em baixo e conquistar o título nacional logo no primeiro ano de existência. É claro que este raciocínio, hoje, remete para o Sporting, mas podia ser qualquer outro clube, como qualquer outro pode surgir em anos que aí venham e terá (se o modelo se mantiver) igual possibilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta situação de mobilidade faz com que os jogos sejam tendencialmente equilibrados, o que é bom. Quando as equipas sobem e descem de acordo com o seu valor, vão ajustando as suas posições ao valor que têm. Ou seja, os grupos tendem a ser compostos por equipas de nível competitivo idêntico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O reverso da medalha é que acaba por se jogar sempre com os mesmos, durante um ano inteiro. Quando se reduziu o número de jogos nos play offs, foi acima de tudo porque as equipas faziam demasiados jogos contra os mesmos, apanhando sempre as mesmas caras pela frente. Havia jogadores que já sabiam os tiques todos daquele oponente directo que lhe calhava sempre na rifa, porque era o mais alto, ou o mais rápido, durante vários jogos seguidos, até ao enjoo.&lt;br /&gt;Pois hoje, fase após fase, aquelas equipas que não sobem nem descem (que são, por lógica matemática, a maioria), passam a época a jogar com os mesmos adversários.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E dessas, algumas jogam durante três quartos do campeonato, literalmente a feijões.&lt;br /&gt;Por causa da mudança regular da constituição dos grupos, não é possível fazer transitar pontos de uma fase para a outra. Olhemos, então, para as consequências desse facto nas equipas que, cronicamente, não sobem nem descem. Principalmente nas das extremidades – as primeiras do grupo A e as últimas do grupo D.&lt;br /&gt;O CCO ganhou os jogos todos até agora. Isso serve de alguma coisa? Nada. Garantiu a presença no grupo principal, mas isso nunca se pôs em causa, como não se põe para o NCB e para o CCCD. Os resultados entre estas 3 equipas contaram para quê? Nada. Antes pelo contrário, visto que alguma lógica que me escapa coloca a melhor equipa do grupo A a jogar com a melhor do B, no wild game, o que é radicalmente injusto para ambas. De resto… as hipóteses de ser campeão são iguais para qualquer um dos participantes que fiquem no primeiro grupo até à última fase. Portanto, anda-se a jogar a feijões entre as 3 primeiras. Quando os jogos forem a doer, já passaram meses de motivação escassa.&lt;br /&gt;Lá para baixo é igual. As equipas C do NCB e do LAC andam há meia temporada a jogar entre si, sem pensar em subir mas sabendo que, de ciclo em ciclo, de fase em fase, é feito um &lt;em&gt;reset&lt;/em&gt; aos resultados. Só lá mais para a frente é que ganhar vale alguma coisa de concreto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é fácil agradar a gregos e a troianos. Não é fácil encontrar os melhores modelos. Não é fácil prever consequências. Devo dizer que o último aspecto a que aludi me escapou na análise prévia que tina feito. Só a prática me abriu os olhos para isso.&lt;br /&gt;O que não é difícil, agora, acho eu, é promover o debate e respeitar opiniões. Não é difícil, acho eu, dar contributos e recebê-los.&lt;br /&gt;Convém é ir fazendo isso enquanto há tempo para debater. Talvez num ENT ou num END, se ainda se souber o que isso é.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-6459325585222328441?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/6459325585222328441/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=6459325585222328441' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6459325585222328441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6459325585222328441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/12/tempo-de-balano.html' title='Tempo de Balanço'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8341054287633057385</id><published>2008-12-08T22:44:00.002Z</published><updated>2008-12-08T22:47:50.544Z</updated><title type='text'>Carros e Lixo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje não há carros do lixo em Lisboa. Quer dizer, há alguns, mas não sei quantos. Os sindicatos e os patrões conseguem sempre apresentar números tão díspares (o mesmo com os professores, o mesmo com os correios...) que nem vale a pena tentar saber os correctos valores de adesão.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Carros - Lixo - Lisboa... Não tem relação com a greve, mas leva-me a escrever o seguinte texto:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Faz poucas semanas que Lisboa parou por causa de 15 minutos de chuva. Parou, literalmente. Túneis inundados, lojas alagadas. Numa Capital que se diz Europeia. Valeu ser fim-de-semana.&lt;br /&gt;                                        &lt;br /&gt;Na mesma altura, tinha o pára-brisas dianteiro do meu carro manchado a branco com um papel publicitário de uma qualquer loja de móveis da Reboleira. Não sei de que raio de cola era feito o papel, mas demorou longos dias a sair. Nem à força da tromba do elefante azul, nem à força da chuva. Foi o tempo que acabou por fazer sair, aos poucos, o danado do panfleto.&lt;br /&gt;Mais carros das imediações tinham vestígios da loja de móveis na Reboleira. O que era suposto ser um simples panfleto passou a praga na vizinhança. Não era suposto colar, digo eu, mas colou. E bem.&lt;br /&gt;Mesmo que não colasse, esse papel e todos os outros que se metem nos carros são pragas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou daquelas pessoas que guardam um papelinho de rebuçado no bolso até encontrar um caixote do lixo. Isto não me soa a grande qualidade – o lógico seria todos fazerem o mesmo – mas sei que até acaba por ser. Há tanta gente que deita papéis para o chão, de uma forma revoltantemente indiferente, que acaba por ser meritório fazer algo que o bom senso consideraria banal. O bom senso ou a civilidade que se verifica noutras zonas do Globo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, sou também daqueles que, sempre que apanham um papel do limpa pára-brisas – ou da porta, como agora é hábito fazer-se – do carro, o guardam e esperam por uma oportunidade para o deitarem fora. Mas não somos muitos, ao que parece.&lt;br /&gt;Daí a praga. A culpa é de quem atira o papel para o chão, mas não deixa de ser para quem o meteu no carro.&lt;br /&gt;Até porque, às vezes, por exemplo com chuva, o papel fica de tal forma que não apetece muito guardá-lo. E há aquelas vezes em que não nos lembramos de o apanhar e acaba por voar a meio do trajecto.&lt;br /&gt;Enfim, nada disso aconteceria se não o tivessem lá posto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para onde é que vão os milhares de panfletos que são amachucados e mandados ao chão?&lt;br /&gt;O vento e a água levam-nos por aí, conspurcando os caminhos, e acabam por morrer nas sarjetas, onde formam um bolo compacto. É esse bolo que impede o escoamento de chuvadas de 15 minutos.&lt;br /&gt;E um quarto de hora de dilúvio pára Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, o pessoal das Câmaras também tem culpa, por não limpar as sarjetas antes das chuvadas. Sim, é o típico “depois da casa roubada, trancas à porta”.&lt;br /&gt;Mas o comum cidadão tem uma responsabilidade de que não se pode safar tão facilmente no dia do Dilúvio Final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os panfletos nos carros são só um exemplo, a que decidi dar mais destaque por estar ainda revoltada com a alva mancha que a loja de móveis da Reboleira me deixou no carro.&lt;br /&gt;Mas há mais…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maços de cigarros que voam pelos vidros dos carros fora. Pessoas que andam com o maço no bolso enquanto tem cigarros, não conseguem guardá-lo mais um bocadinho até chegarem ao seu destino, onde decerto haverá uma cesta de papéis?&lt;br /&gt;Terão consciência do tempo que a voraz Natureza demora a fazer desaparecer aquele misto de papel, prata e plástico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os cigarros propriamente ditos?&lt;br /&gt;Paragens de autocarro, apesar de todas terem uma papeleira dotada com aquela engenhosa chapinha para apagar cigarros, estão atapetadas por cigarros mais ou menos consumido, dependendo do tempo que a carreira demorou a chegar.&lt;br /&gt;E os condutores vão deitando o cigarrinho pelo vidro porque ficar lá dentro deixa mau cheiro. Fumar não deixa cheiro, mas usar o cinzeiro sim, que nojo, nem pensar!&lt;br /&gt;E alguns que até usam o cinzeiro, despejam-no de encontro ao lancil, fazendo poças de beatas junto aos passeios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O vento e as águas as levarão. Para a sarjeta. Para entupirem o escoamento das chuvadas. Para provocarem de novo que a Capital se imobilize aos próximos quinze minutos de aguaceiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gente estúpida!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8341054287633057385?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8341054287633057385/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8341054287633057385' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8341054287633057385'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8341054287633057385'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/12/carros-e-lixo.html' title='Carros e Lixo'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-6431547007120083008</id><published>2008-11-12T12:51:00.001Z</published><updated>2008-11-12T12:52:41.987Z</updated><title type='text'>Quatro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quatro. Quatro anos. Quatro anos de Blog.&lt;br /&gt;147 (mais este) textos. Pouco mais de 3 por mês. Cada um deles a motivar uma média de 5,3 reacções escritas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quatro anos na vida de um Avô são peanuts. Mas peanuts saborosos. Peanuts agradáveis, como os do Schulz. Peanuts deliciosos, como aqueles com mel.&lt;br /&gt;Quatro anos na vida do Corfebol são migalhas. Mas migalhas com história, parte da história, que escrevem história. Migalhas que marcam vidas, que marcam tempos, que deixam marcas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;As voltas que o Mundo Corf deu em quatro anos…! Fico feliz por ter podido cravar na madeira as impressões de algumas dessas voltas. Impressões pessoais, sempre pessoais, sempre implorando para serem lidas como tal. Sem vergonha de o serem – antes e sempre pelo contrário! – mas entristecidas por lhes ser por vezes exigido um unanimismo que só poderá ser explicável por estarem sós.&lt;br /&gt;E sós continuam, apesar de uma efémera ameaça de réplica rejuvenescida. Sós. Simplesmente sós. Não orgulhosamente sós. Ansiando por companhia, por contraponto, por uma dinâmica que tarda em fazer-se ver.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Quatro. Quatro anos. Quatro anos de Blog do Avô.&lt;br /&gt;Parabéns para mim, nesta data querida, muitas felicidades, muitos posts pela vida fora…&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-6431547007120083008?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/6431547007120083008/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=6431547007120083008' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6431547007120083008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6431547007120083008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/11/quatro.html' title='Quatro'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-5533741722544100588</id><published>2008-10-29T12:02:00.004Z</published><updated>2008-10-29T12:12:37.264Z</updated><title type='text'>"Gostei da Uzi"</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Morreu um puto. 8 anos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por acaso foi só ele, mas o descuido podia ter furado a balas outras pessoas que estivessem por perto.&lt;br /&gt;Estava a participar num festival. Uma feira. Uma exposição. Uma demonstração. Com entrada livre para menores de 16 anos. Boa!&lt;br /&gt;Festival de quê?... Ora, com criancinhas… Talvez o Noddy sobre o Gelo. É o que está a dar. Ou do Bob, ou das Winx…&lt;br /&gt;Não; tinha um cariz mais informativo, tipo demonstração de produtos com experimentação. As criancinhas podiam mexer nos artigos expostos.&lt;br /&gt;Talvez uma feira científica. Ainda no outro dia fui a um dia aberto na Fundação Gulbenkian em Oeiras e foi muito giro. Os miúdos andavam mais atrás das gomas que lhes ofereciam do que propriamente a querer aprender, mas aprendiam sempre, e os adultos que os acompanhavam também. São boas as feiras de ciência, onde se pode aprender, mexendo e observando.&lt;br /&gt;Mas também não. Era nos s&lt;em&gt;tates&lt;/em&gt;. E o Noddy, até prova em contrário, não mata criancinhas. E a ciência, se matar, não é a furo de bala.&lt;br /&gt;Foi um festival de armamento. Sim, com armas a sério, crianças a sério, tiros a valer. Quem se iria lembrar que, com esta mistura, alguma criança, devidamente supervisionada por um instrutor licenciado, ainda dava um tiro em si mesma?&lt;br /&gt;É surreal. É americano!&lt;br /&gt;Se um árabe sacasse de um canivete num &lt;em&gt;7-Eleven&lt;/em&gt; pejado de americanos, era logo conduzido a Guantánamo a pontapé e punham-lhe eléctrodos nas orelhas (para dar uma visão suave). Mas os &lt;em&gt;proud americans&lt;/em&gt; incentivam a violência, deseducam os jovens, promovem acidentes estupidamente fatais… e saem alegremente, cantando e rindo, para o próximo festival. E são as próprias autoridades que organizam estas imbecilidades.&lt;br /&gt;Depois admiram-se de elegerem &lt;em&gt;cowboys&lt;/em&gt; mascadores de tabaco, com &lt;em&gt;winchester&lt;/em&gt; a tiracolo, para presidir a esse &lt;em&gt;great country&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;a href="http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20081028181159&amp;amp;z=1"&gt;notícia audiovisual do Público &lt;/a&gt;donde retirei esta informação, conta ainda uma história que é paradigmática. Alerto desde já os mais cépticos de que, apesar de parecer uma paródia digna de qualquer comediante, os diálogos que se seguem são reais. Estúpidos, mas reais.&lt;br /&gt;Pois então, um pai vai passear com o filho. É bonito; aproveitar um fim de semana solarengo para passear com o rebento.&lt;br /&gt;Onde é que vão? Ao jardim? Jogar &lt;em&gt;soccer&lt;/em&gt;? Ao Zoo? À pesca?...&lt;br /&gt;Não. “Hoje vamos disparar algumas metralhadoras”, diz, orgulhoso, o petiz, filmado pelo orgulhoso papá.&lt;br /&gt;Claro; como é que não me lembrei disso antes? Pai que é pai, leva os filhos a disparar metralhadoras de vez em quando. É ternurento, cria laços, educa, forma homens com A (de &lt;em&gt;american&lt;/em&gt;) grande.&lt;br /&gt;E o &lt;em&gt;home movie&lt;/em&gt; continua. É contagiante a felicidade estampada na cara da criança, enquanto compra os acessórios de mortandade de que necessita para o passeio.&lt;br /&gt;No local, qual feira gastronómica, o miúdo quer experimentar de tudo e fá-lo com a satisfação da descoberta, brilham-lhe os olhos com o poder que tem nas mãos.&lt;br /&gt;“O que achaste da Uzi?”, pergunta-lhe o pai. “Gostei da Uzi”, diz o filho.&lt;br /&gt;Talvez à saída o pai lhe tenha comprado uma Uzi. Dá sempre jeito lá em casa, ao lado da Sig550. E pode ser que, agora que tem uma Uzi no louceiro, o pai até ofereça a velha Beretta ao jovem, que tão bem se portou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A actual campanha eleitoral nos &lt;em&gt;states&lt;/em&gt; fez florescer em mim, qual trepadeira insaciável, um ódio de estimação àquela amostra de mulher que é candidata a Vice pelo partido do Elefante.&lt;br /&gt;Falando em armas, e da forma como estas são encaradas num país em que um menor tem mais facilidade em comprar uma espingarda do que em beber uma cerveja, tenho de voltar outra vez os meus chispantes olhos para a mentecapta alasquiana. Por ela, e por todo o &lt;em&gt;lobby&lt;/em&gt; do armamento, podem morrer crianças enquanto brincam com armas, podem morrer crianças enquanto os amigos brincam com armas, podem morrer crianças enquanto os pais limpam as armas.&lt;br /&gt;Este assunto é mais uma lata de tinta no grande mural que o Mundo inteiro (e, desta vez, até os próprios states) tem vindo a pintar, e que diz qualquer coisa como “&lt;strong&gt;Mandem essa gente embora!&lt;/strong&gt;”, o que, traduzido em linguagem de actualidade, seria “&lt;strong&gt;Vota Obama!&lt;/strong&gt;”.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, já que foi o Público que aqui me trouxe, ficam duas do grande Luís Afonso sobre a tacanha Pallin:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SQhSBdt-aiI/AAAAAAAAAFc/u2mYcYxKFLs/s1600-h/245925.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262546349693233698" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 272px; CURSOR: hand; HEIGHT: 223px" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SQhSBdt-aiI/AAAAAAAAAFc/u2mYcYxKFLs/s200/245925.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SQhSNtczccI/AAAAAAAAAFk/xsEzLZm9odA/s1600-h/246629.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5262546560074609090" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 255px; CURSOR: hand; HEIGHT: 212px" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SQhSNtczccI/AAAAAAAAAFk/xsEzLZm9odA/s200/246629.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SQhSNtczccI/AAAAAAAAAFk/xsEzLZm9odA/s1600-h/246629.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-5533741722544100588?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/5533741722544100588/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=5533741722544100588' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/5533741722544100588'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/5533741722544100588'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/10/gostei-da-uzi.html' title='&quot;Gostei da Uzi&quot;'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SQhSBdt-aiI/AAAAAAAAAFc/u2mYcYxKFLs/s72-c/245925.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-3134704532533705243</id><published>2008-10-15T18:15:00.002+01:00</published><updated>2008-10-15T18:21:43.375+01:00</updated><title type='text'>A Selva do Estacionamento</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não me irritam as regras que visem disciplinar o trânsito. Há quem, pura e simplesmente, se revolta contra os parquímetros, os funcionários da EMEL e afins, as rodas bloqueadas, as fitinhas amarelas à volta dos carros, os reboques… Mas isso não são mais do que formas de fazer cumprir as leis. E, normalmente, não é contra as leis que as pessoas estão, mas contra a sua aplicação.&lt;br /&gt;A mim, o que me irrita a sério é a incongruência que faz com que as leis, em vez de disciplinadoras, passem a ser motivo para que haja mais indisciplina.&lt;br /&gt;Pois no estacionamento é assim. Bloqueiam-se os carros que estejam numa zona autorizada mas sem pagamento válido. Já quem está em cima de passeios, passadeiras, paragens de autocarro, curvas… não é sequer incomodado porque há mais &lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SPYmgDhQ70I/AAAAAAAAAFU/E8PltJfVh0g/s1600-h/Accidents600.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5257431947144130370" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SPYmgDhQ70I/AAAAAAAAAFU/E8PltJfVh0g/s200/Accidents600.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;funcionários das empresas de estacionamento do que polícias de trânsito.&lt;br /&gt;Então, a chicoespertice lusitana faz com que, todas as manhãs, nas zonas de trabalho, todos os fins de tarde, nas zonas residenciais, se veja uma corrida ao lugar. Não ao lugar válido, delimitado, legal, mas ao lugar de recurso, que transtorna o trânsito, o pedestrianismo e as eventualidades de emergência… mas que é à borla.&lt;br /&gt;E é ver locais de estacionamento vazios, rodeados de viaturas estacionadas à papo-seco em tudo o que é canto. Isto aplica-se tanto à Lisboa matinal como aos concelhos limítrofes nos finais de tarde.&lt;br /&gt;Que os que aterram nos passeios me perdoem, mas acho que deviam ser rebocados antes dos que puseram moedas e perderam mais tempo nas Finanças do que estavam à espera e deixaram escapar a hora do parquímetro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E pronto; fica aqui um desabafo de Cidadão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-3134704532533705243?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/3134704532533705243/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=3134704532533705243' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/3134704532533705243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/3134704532533705243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/10/selva-do-estacionamento.html' title='A Selva do Estacionamento'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SPYmgDhQ70I/AAAAAAAAAFU/E8PltJfVh0g/s72-c/Accidents600.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-3343227488762970471</id><published>2008-10-03T15:20:00.003+01:00</published><updated>2008-10-03T15:33:56.110+01:00</updated><title type='text'>God vs. The Crab</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não se trata de um combate de Wrestling - Dois colossos encenando pancadaria. Não se trata de um comic da Marvel - O humano transformado em herói imbatível, frente ao ultra-vilão em forma de caranguejo antropomórfico. Não se trata de um episódio bíblico - Deus contra a besta.&lt;br /&gt;É uma luta, sim, mas real. Do mais mundano possível, pois que bem mundanas são as &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SOYq267TvcI/AAAAAAAAAFM/zR_uQCAEnsE/s1600-h/coracao.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5252933138393578946" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SOYq267TvcI/AAAAAAAAAFM/zR_uQCAEnsE/s200/coracao.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;modernas provações da saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E é o “Pai” do Corfebol em Portugal que empreende hoje a luta contra esse terrível inimigo, invisível e interno.&lt;br /&gt;Na surdina dos corredores corfebolísticos, o discreto e o indiscreto confundem-se e as novas vão-se sucedendo, entre boas e más, raramente concretas. Sabemos, acima de tudo, que é uma luta árdua, complicada.&lt;br /&gt;De repente, quase sem querer, tropeço &lt;a href="http://abaixoocaranguejo.blogspot.com/"&gt;numa outra via de informação &lt;/a&gt;e leio os diários de batalha. Sensíveis mas incisivos. Bem humorados mas sem quererem esconder que o que os motiva é um problema grave.&lt;br /&gt;O Mário tem uma veia artística que me agrada há muito tempo. Em tempos idos, descobri o coração que ilustra este texto (acho que não era este; era um muito parecido) num sítio qualquer improvável (um Centro Comercial?... não me lembro) e fixou-se-me o agrado na memória. Mas também &lt;a href="http://www.fmh.utl.pt/Cmotricidade/MG/foto.htm"&gt;as fotos &lt;/a&gt;e, agora, mesmo que tudo lido na diagonal, o diário público de um combatente privado (mais do que privado – interno).&lt;br /&gt;Tenho uma admiração maior pela obra do que pelo cultivo de relacionamentos. Em muitos anos de diversos tipos de convivência, não é alguém em quem veja motivos para chamar Amigo, com a maiúscula que outros me merecem. Talvez porque eu também não o tenha feito por merecer, mas isso agora também não vem ao caso. Só acho bom que não fique no ar um cheiro da hipócrita conversa que aflora normalmente nos maus momentos e em que os tiros que ontem demos são hoje flores. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E assim, despido de hipocrisias e discursos politicamente correctos, sinto-me à vontade para desejar, com toda a sinceridade, uma curta mas eficaz passagem pelo “castelo das curas”.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-3343227488762970471?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/3343227488762970471/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=3343227488762970471' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/3343227488762970471'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/3343227488762970471'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/10/god-vs-crab.html' title='God vs. The Crab'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SOYq267TvcI/AAAAAAAAAFM/zR_uQCAEnsE/s72-c/coracao.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-6080433990260103191</id><published>2008-09-24T19:00:00.005+01:00</published><updated>2008-09-24T19:10:11.587+01:00</updated><title type='text'>Eles andam aí...</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eles andam aí... de novo. É cíclico. É mais certo que as andorinhas migrarem, mais certo que as galinhas porem ovos, tão certo quanto o Sol se pôr todos os fins de dia.&lt;br /&gt;Caras feitas em paleta de mau artista, adereços tão inusitados como penicos na cabeça ou fraldas em cima de calças, orelhas de burro, cartazes ao pescoço com insinuações insultuosas para os seus portadores, eles andam por aí... berrando cânticos sobre orgias e orgasmos, louvando a instituição que os acolhe oprimindo-os... arrastando-se em comboios de grilhetas improvisadas... humilhando-se... expondo-se... dirão alguns que integrando-se.&lt;br /&gt;Eles andam aí... vigiados por abutres toldados de negro, que usufruem de uma autoridade que visivelmente não gozam durante o resto do ano... abutres negros rebaixam divertindo-se, que se divertem vingando-se, que se vingam humilhando, que humilham integrando, que integram rebaixando.  &lt;br /&gt;Eles andam mesmo aí... a Cidade encheu-se deles... de novo... abrindo as portas ao nível dito “superior” da mais nobre das missões humanas... a do “ensino”. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SNqBBhK391I/AAAAAAAAAE0/v6cJKVhwv20/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo2.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249650178737567570" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 128px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px" height="98" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SNqBBhK391I/AAAAAAAAAE0/v6cJKVhwv20/s200/sem+t%C3%ADtulo2.bmp" width="133" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SNqAsYgftGI/AAAAAAAAAEs/1Sl5Qbp3yKs/s1600-h/praxes6.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249649815635080290" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 138px; CURSOR: hand; HEIGHT: 92px" height="86" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SNqAsYgftGI/AAAAAAAAAEs/1Sl5Qbp3yKs/s200/praxes6.jpg" width="132" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Eles passeiam por todo o lado, estampados com o carimbo de quem atingiu a felicidade de entrar para a cada vez menos restrita fábrica de dêérres... estampada a felicidade de uma forma paradoxalmente triste... eles passeiam por aí... sem saberem se devem dar urras por viverem momentos memoráveis ou se devem desejar que estes momentos acabem depressa...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;... para que também eles possam espezinhar os dejectos andantes que ousem ser caloiros nas suas escolas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SNqBQQfnQzI/AAAAAAAAAE8/Za1FQbpZkX0/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo3.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5249650431959188274" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SNqBQQfnQzI/AAAAAAAAAE8/Za1FQbpZkX0/s200/sem+t%C3%ADtulo3.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-6080433990260103191?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/6080433990260103191/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=6080433990260103191' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6080433990260103191'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6080433990260103191'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/09/eles-andam.html' title='Eles andam aí...'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SNqBBhK391I/AAAAAAAAAE0/v6cJKVhwv20/s72-c/sem+t%C3%ADtulo2.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8501025693189785515</id><published>2008-09-11T17:41:00.001+01:00</published><updated>2008-09-11T17:43:42.703+01:00</updated><title type='text'>Duas Portas Abertas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há fome que não dê em fartura, nem que as farturas estejam no lado oposto da 2ª Circular.&lt;br /&gt;3 anos e meio depois de &lt;a href="http://corfebol.blogspot.com/2005_04_01_archive.html"&gt;escrever &lt;/a&gt;sobre a fresta por onde se podia espreitar um Corfebol de águia ao peito, eis que os leões saltam primeiro para esta mista arena que nos acolhe.&lt;br /&gt;                                                          &lt;br /&gt;O mais giro é que duas portas se abriram em simultâneo lá para os lados daquela gigantesca casa de banho. Sem confluência de esforços, o que se lamenta numa modalidade tão pequena, valeu a “Cunha” maior e já está aí, a&lt;br /&gt;pleno gás, o primeiro núcleo de Corfebol com o nome de um dito “grande”.&lt;br /&gt;Se tivesse falhado esta hipótese, havia a outra, um projecto mais antigo, com outras características, mas que também garantiria camisolas de Corfebol às riscas verdes e brancas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhando para o texto sobre o Benfica, quase que apetece fazer copy-paste. Corfebol no Sporting dá credibilidade e mediatismo à modalidade, E, abertas as portas, a tarefa de quem a agarrar é fácil, pelas mesmíssimas razões então apresentadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para já, parece que vai no bom caminho. Quem está à frente do projecto já provou que não precisa de lições sobre como captar atletas. E até na comunicação parece haver uma aposta ganha, com um bom site e boa apresentação geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que, quanto ao mediatismo, é pena que, via SCP, o Corfebol possa chegar aos ouvidos de mais pessoas e essas, se quiserem saber mais sobre nós, se depararão com um site federativo que passou de parado para desligado.&lt;br /&gt;...Não se pode ter tudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8501025693189785515?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8501025693189785515/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8501025693189785515' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8501025693189785515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8501025693189785515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/09/duas-portas-abertas.html' title='Duas Portas Abertas'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2042875006019634917</id><published>2008-09-05T11:06:00.002+01:00</published><updated>2008-09-05T11:10:34.996+01:00</updated><title type='text'>A Beata do Alasca</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Falemos dos americanos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É típico daqueles que agem como donos do mundo não serem propriamente exemplares nos critérios que utilizam para escolher os seus líderes.&lt;br /&gt;Eleições que, à imagem do desporto-espectáculo, valem pela vitória absoluta e não pelos números relativos (ganhar dois estados por 1 voto vale mais que ganhar um estado por mil), campanhas que ostentam bandeirinhas e confettis em vez de ideias, soundbites escolhidos por legiões de profissionais especialistas na manipulação, lobbying institucionalizado… enfim, escolhas duvidosas só podiam dar em políticas duvidosas. O que nem seria preocupante, não fora sabermos que os reflexos no nosso rectangulozinho à beira-mar plantado são enormes, como enormes são em todo o globo terrestre &lt;em&gt;and beyond&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;O senhor republicano de sorriso de plástico (mais que pepsodent, aquilo é corega plus) escolheu uma senhora para o acompanhar na corrida presidencial. Só será surpresa para quem só tenha acordado hoje que nenhum comentador analise esta escolha de um ponto de vista de governação - quais as mais-valias de ter a senhora Palin na vice-presidência? - mas sim de um ponto de vista eleitoral - as mulheres democratas, desiludidas com a derrota da Hillary, vão aderir a uma candidatura feminina? os ultra-conservadores vão aderir a uma candidatura do mais reaccionário que há? e por aí adiante…&lt;br /&gt;Também não espanta que este debate, já de si inócuo, passe para segundo plano quando chegam as notícias, mais ou menos picantes, de cariz pessoal e familiar. Esqueça-se que a senhora defende a venda indiscriminada de armas; esqueça-se do que advoga em termos de direitos sociais; esqueça-se que baralha evolucionismo com criacionismo; esqueça-se que defende que o homem não influi nas questões climáticas… Temos coisas mais giras para falar! Falemos do marido que foi preso há vinte anos por conduzir alcoolizado; da filha, adolescente e solteira, que está grávida; de um suposto e sempre desmentido affair que terá tido com um colega do marido; das ligações do marido aos independentistas do Alasca. Sim, falemos da família e não dela, porque é mais divertido. Falar de política é chato, mesmo quando se trata de eleger a equipa presidencial do Estado mais poderoso do mundo.&lt;br /&gt;Estamos a falar de um país onde um candidato tem de abandonar a sua candidatura quando se descobre que, durante o serviço militar, teve medo de saltar de um helicóptero. E se nem sequer cumpriu serviço militar, então nem vale a pena lá aparecer. Estamos a falar de um país onde um dos presidentes mais consensuais (pela positiva, tanto interna como externamente) de uma longa história teve de se demitir porque veio a público que uma estagiária lhe brincava com as partes íntimas.&lt;br /&gt;Estamos a falar de um hipócrita país onde a família é arrastada para a esfera pública como se isso contribuísse alguma coisa para a gestão pública. Não pode haver comício sem que esposas, esposos e filhos (neste caso, até o futuro genro, para mostrar que a miúda está grávida mas que tudo vai voltar “às direitas”) estejam no palanque, a acenar, a sorrir, a dizer que a mamã (ou o papá, ou o maridão, ou a mulherzinha, ou até a sogra) é a maior, e que vai ganhar, e que estamos todos muito “proud of her” e que “God bless America”.&lt;br /&gt;Mas estamos também a falar de uma candidata que é a 2ª mulher a concorrer à vice-presidência, presumo que a 1ª republicana. Estamos a falar de uma eleição que esteve a um passo de ter a primeira mulher a concorrer à presidência. Uma eleição que tem um não-branco a disputar esse lugar pela 1ª vez. Mas isto não interessa. Queremos é sangue, de preferência da família, de preferência com sexo à mistura.&lt;br /&gt;E assim, no meio destes disparates, como é que querem que me sinta seguro? Eu devia poder votar no “Leader of the Free World”. Eu e todo o “Free World”. Nós e também os habitantes do outro “World”, onde quer que isso seja, porque esses ainda levam mais com as decisões do “Leader” do que nós.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todos. Todos devíamos votar nas eleições americanas. Todos os habitantes deste 3º Calhau a contar do Sol.&lt;br /&gt;Mas não votamos. Se eu votasse, entre o péssimo e o aceitável, votaria no Obama… Mas só se não me deixassem votar na Mackenzie Allen.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2042875006019634917?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2042875006019634917/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2042875006019634917' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2042875006019634917'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2042875006019634917'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/09/beata-do-alasca.html' title='A Beata do Alasca'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8132002436044112627</id><published>2008-08-26T12:40:00.001+01:00</published><updated>2008-08-26T12:43:35.406+01:00</updated><title type='text'>Notas da Olímpia do Meio</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;É ao cair do pano sobre a peça que se deve sobre ela elaborar uma crítica de teatro.&lt;br /&gt;Assim o farei sobre a presença lusa nos Olímpicos deste ano. Apenas após o final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;O Sr. Presidente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Não o fez o Presidente do COP. Vicente Moura resolveu fazer um balanço precoce sobre a participação da comitiva portuguesa, denotando um desrespeito indesculpável pelos atletas (que ainda eram bastantes, mas nem que fosse um só)  que ainda não tinham feito a sua saída de cena.&lt;br /&gt;Com isso, e porque o Nelson Évora até nos deu a suprema alegria, entrou-se no “Vicente vai, Vicente fica”, que lhe retira credibilidade e ditará, quase aposto, a ausência de uma recandidatura do Comandante.&lt;br /&gt;Credibilidade que já tinha pouca depois de saltar para a opinião pública o contrato que fez com o Governo, trocando verbas por medalhas e pontos. Considero absurda promessa de resultados desportivos neste tipo de contratualização e, pelos vistos, foi um absurdo baseado em perspectivas irreais. É que, mesmo tendo obtido um resultado global bem acima da média, Portugal ficou a menos de metade das medalhas (2 para 4/5) e dos pontos (28 para 60) prometidos.&lt;br /&gt;José Vicente Moura é, para mim, o grande derrotado nacional destes Jogos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;As Expectativas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um dos grandes problemas de toda a confusão que se instalou quanto ao exigir de resultados, foi o identificar de patamares racionais de expectativas.&lt;br /&gt;A maioria dos portugueses só identificou favoritos e candidatos quando a comunicação social no-los meteu à frente. Engolimos tudo como nos disseram, porque não fazemos a mais pálida ideia do que os nossos representantes valem. Como é que havíamos de fazer? Alguém viu alguma prova destes atletas (salvo raras excepções) durante os últimos quatro anos? É mais fácil esperar que os jornalistas nos digam quem é que vai competir para o Ouro, para as finais, para as meias-finais, ou só para participar. O problema é que essa análise teve falhas.&lt;br /&gt;Primeiro, porque há uma necessidade tuguesinha de termos heróis. Se fulano ganhou um mundial em 2006, é o melhor do mundo, mesmo que tenha havido mundiais em 2007 e 2008 com outros campeões. Não sabemos o real valor de cada prova; o que interessa é realçar os êxitos dos nossos atletas, mesmo que esses sucessos não representem tanto como aparentam. É como ganhar uma 1ª Divisão e sermos heróis, esquecendo o povo ignorante que há uma Divisão de Elite, onde estão os melhores (por exemplo).&lt;br /&gt;Com a Vanessa Fernandes passou-se algo de género. Andou por aí a limpar provas da Taça do Mundo, foi Campeão do Mundo, é uma heroína nacional. Digo “é”, porque será sempre. Mas andámos a ser enganados este tempo todo. Não lhe retiro o mérito, como é óbvio, mas houve um pormenorzinho que os jornalistas teimaram em não nos contar. É que não basta ganhar quase tudo para ser a melhor do mundo. Para isso contribuiu também a opção estratégica de algumas adversárias (nomeadamente as australianas) em não participar na maioria dessas provas. É nestes casos que se pode dizer que ganhar 20 Taças do Mundo não é necessariamente ser a melhor de todas.&lt;br /&gt;Com o João Costa talvez se possa contar uma história igual. Confesso que não sei, mas acredito que sim. O tiro não exige confrontos ao mais alto nível para uma preparação conveniente. Pelo menos, não tanto como outras modalidades desportivas. Então, a minha teoria é que muitos atiradores não participam nas provas pontuáveis para o ranking mundial, fazendo a sua preparação para os Olímpicos no recato das suas “casas”. Isto poderá justificar que um homem com o nº 1 no ranking fique em 33º na prova mais importante de todas. Ou isto, ou um verdadeiro descalabro.&lt;br /&gt;Temos de observar que as expectativas geram apoio popular, geram envolvimento, geram audiências. Ainda para mais, quando o estatuto de herói está associado a uma marca comercial, que entra nas nossas casas a acompanhar estes heróis. Quanto mais deles se falar, mais essa marca se nos chapa nos olhos. Quanto mais heróis eles forem, mais sabemos que os hipermercados da Sonae existem. Assim, é importante identificar muitos medalháveis, impô-los aos portugueses antes da competição, aumentando as expectativas e, irremediavelmente, potenciando a frustração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Júri&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Depois, com as expectativas no bolso, temos de julgar as prestações. E aqui vem a grande confusão gerada por uma sociedade moderna em que cada um fala do que quer quando quer. É como um velho Avô ter um blogue.&lt;br /&gt;Os portugueses, que na sua esmagadora maioria só ligam a determinadas modalidades de 4 em 4 anos, não se abstiveram de comentar, de criticar, de condenar. Uns porque acham que há dinheiro a mais para o Desporto, outros porque dizem que há falta de verbas para o Desporto. E diz-se que quem não tem hipóteses de ganhar medalhas nem lá deve ir, mas também há quem tenha a lucidez de avisar que uma participação digna, mesmo que no último lugar, faz parte do espírito olímpico. Aproveita-se para crucificar tudo e todos, dos políticos aos atletas, passando pelos treinadores, os dirigentes e os jornalistas. E este tal Avô é tuga como os outros e também não deixa o direito em teclas alheias.&lt;br /&gt;É claro que gostávamos que todos tivessem tido o sucesso do Nelson Évora. Ganhou. Mas nem todos podem ganhar. Há uma amplitude de resultados possíveis que faz com que o Desporto seja interessante.&lt;br /&gt;A Naide teve um resultado péssimo, atendendo às suas capacidades. Foi um desaire. Faz chorar, claro, mas é Desporto. Os americanos, no mesmo dia, perderam duas provas de 4x100 porque deixaram cair os testemunhos. Tal como a Naide, também falharam as respectivas finais, contra todas as expectativas. A Blanka Vlasic tinha tudo para passear até ao Ouro e falhou. Os brasileiros passaram os primeiros dias a refilar com os seus judocas mais conceituados, que estavam todos a cair que nem tordos. Acontece. É Desporto! E ainda bem. Só assim podemos ver um canoísta do Togo a lutar pelo título olímpico no slalom.&lt;br /&gt;Claro que é fácil olhar para um resultado e sacar algo de bom e algo de mau. Os críticos de dentes cerrados vão olhar para o mau; os anjinhos protectores irão buscar o bom.&lt;br /&gt;O Nelson não bateu o record nacional. Para algum negativista muito corajoso isto podia ser motivo de crítica.&lt;br /&gt;Os comentadores da televisão têm o grave problema de serem, normalmente, pessoas ligadas a cada modalidade. Faz sentido. Salvo em modalidades em que já temos jornalistas encartados pela via jornalística, é normal que se procurem dentro de cada desporto as pessoas que o vão comentar. Mas isso faz com que haja uma tendência positivista nos seus comentários. Os Jogos Olímpicos são uma janela aberta ao desenvolvimento da maioria das modalidades e criticar a presença olímpica dos seus atletas seria um tiro no pé.&lt;br /&gt;Com isto, temos que a natação tenha sempre sucesso, Jogos após Jogos, mesmo que tenhamos apenas uma longínqua Final B por um Yokochi que nunca mais se repetiu. Porque há sempre alguém que bate um record nacional, porque há sempre alguém que ganha uma eliminatória. Neste Jogos, pediam-se muitos mais records nacionais, tendo em conta os fatos que nadam sozinhos e uma piscina especialíssima, onde quase toda a gente melhorou as suas marcas pessoais, ou nacionais, ou mesmo (e foram tantos!) mundiais.&lt;br /&gt;E, na mesma onda, o meu amigo Virgílio do Nascimento (boa gente, e ex-treinador de um miúdo espectacular chamado Tiago Apolónia) foi comentando que a participação no Ténis de Mesa foi positiva, apesar de apenas um dos três participantes (actualmente todos profissionais na Alemanha) ter ganho uma eliminatória.&lt;br /&gt;As modalidades em que Portugal é mais fraco hão de estar sempre nos Jogos (e ainda bem!) com o intuito de participar, de ganhar experiência, de se auto promoverem, sempre à espreita de um talento que possa surgir numa manhã de nevoeiro. Não vale a pena é andarem sempre a pintar a manta de outra cor, como aqueles que, de quatro em quatro anos, nos dizem “daqui a quatro anos é que vai ser”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;As Desculpas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Judo desiludiu-me particularmente nestes Jogos. Não tanto pelos resultados, embora também por aí, mas mais pelas declarações que foram sendo feitas. A favorita Telma não pode esconder o desaire atrás da desculpa mais batida de sempre, que são os árbitros, nem na desculpa mais original de que todas se andaram a treinar a pensar em derrotá-la. Se assim foi, então é porque ela é mesmo boa, o que ainda lhe daria mais responsabilidade. Humildade, amiga, não te fazia falta.&lt;br /&gt;Mas ainda houve o treinador que se queixou das recepções e cerimónias a que sujeitaram os atletas, coitadinhos. Pena só se ter lembrado disso no fim, depois da derrota. Se calhar, como treinador, podia ter pedido que o atleta fosse dispensado de algumas actividades extra desportivas. Será que o fez?&lt;br /&gt;No judo, nem tudo foram declarações para justificar derrotas. Após vencer o campeão mundial João Derly, Pedro Dias disse que o humilhou (expressão pouco digna nuns Jogos Olímpicos) para vingar o facto de o brasileiro lhe ter roubado a namorada. É muito original. Talvez o COP pense nisso e insira nos projectos olímpicos umas namoradas de aluguer que depois traiam os atletas portugueses com os seus mais directos adversários, para que tenhamos mais sucesso no futuro.&lt;br /&gt;Voltando às desculpas, ainda tivemos os atletas que baqueiam face à monumentalidade, da mesma forma que os cavalos baqueiam face aos ecrãs gigantes.&lt;br /&gt;E são inevitáveis as queixas ao sistema, aos apoios, à falta de condições de treino. Claro. Muitas destas têm toda a razão de ser. Só que não deveriam ser sequência de maus resultados. As queixas deveriam ser feitas antes, nunca com o papel de desculpas, pois essas caem em sacos mais rotos que os do costume.&lt;br /&gt;Tal como as queixas não devem ser deixadas para depois dos fracassos, também algumas declarações caem mal após os sucessos. Não gostei de ouvir a Vanessa criticar alguns colegas de comitiva na sequência da sua medalha. Fica-lhe mal. Criticar, tudo bem, mas não aproveitar-se de uma situação de empolgamento para o fazer. Era a única medalha nacional no momento e pareceu que dizia “empenhem-se como eu e podem vir a ter uma destas ao vosso pescoço”. Não gostei.&lt;br /&gt;Estou sempre a atirar pedras aos jornalistas e, neste ponto, vou atirar mais um cascalhito. Muitas das declarações que os atletas fazem são arrancadas a ferros. Quem acaba uma prova e apanha com microfones na cara, sem ter muito para dizer, acaba por dizer disparates ou coisas sem interesse. Isso vê-se muito no futebol. “Estou contente com o golo que marquei mas o que interessa é a equipa”, por exemplo… ainda alguém tem pachorra? Mas o que é que o pobre homem pode dizer de interessante? Nos Jogos é igual, com a agravante de serem atletas pouco habituados ao protagonismo. Se acabo uma maratona entre o 20º e o 30º, sendo essa a minha posição em termos de ranking, e me perguntam o que é que achei da minha prova, querem que eu diga o quê?... terei de usar um chavão tipo “o importante é participar nesta grande festa e ter acabado a prova”. Depois critiquem a minha falta de ambição, se quiserem.&lt;br /&gt;De qualquer forma, contentemo-nos, no meio de tanta incontinência verbal, por não termos tido um atleta como o cubano que deu um pontapé na carola de um árbitro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;De Bobo a Bode&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Faço destaque para as declarações mais polémicas da comitiva lusa. Marco Fortes foi o bode expiatório de um momento mau que se estava a passar antes de cheirarmos finalmente as medalhas.&lt;br /&gt;Acho vergonhosa a forma como trataram o homem. A opinião pública crucificou-o e os senhores dirigentes foram atrás, para safarem a própria face. Expulsá-lo da Aldeia Olímpica (mesmo que a expulsão tenha sido um convite a sair ou uma recusa de prolongamento da estadia) é reles, cobarde e injusto.&lt;br /&gt;Dias antes das tristemente célebres declarações da “caminha”, um tal de Marco Fortes que ninguém conhecia era motivo de uma reportagem na televisão em que era dado como o grande animador da comitiva portuguesa. Dizia-se qualquer coisa como “pode não ser um candidato às medalhas mas já conquistou o título de atleta mais bem-disposto entre os portugueses”. Fortes era apresentado como um jovem alegre, sempre com declarações divertidas acerca de tudo e todos, um verdadeiro animador. Ficou registada a sua declaração em relação aos adversários, “Eles podem ser grandes mas não são Fortes!”.&lt;br /&gt;Tal como não achei grande piada às graçolas que ele disse nessa reportagem, também não achei às que fez depois da prova. Mas, tal como percebi as primeiras, enquadrei as segundas. Tenho muita pena que a comunicação social, a opinião pública e, por arrasto, os dirigentes do COP, não tenham visto o mesmo. Tudo tem um contexto. Não se deixem levar pela crítica fácil! Era mais fácil bater num pobre lançador do peso que se escondeu numa piadola (mesmo que sem graça) do que noutros mais conceituados que se esconderam nos árbitros ou na Santa Providência.&lt;br /&gt;Pois é, mas de Bobo da Corte a Bode Expiatório, foi um flash.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;O Ausente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Pois, para mim, o atleta a quem tenho mais tendência para apontar o dedo é o Sérgio Paulinho. Não engulo. Aliás, é difícil engolir sem esforço qualquer história que tenha como ingredientes “ciclismo” e “medicação”. O homem (e o seu treinador, e a sua federação) está há quatro anos a receber dinheiro do COP para se preparar para os Jogos e é em cima da hora que se lembra que é asmático e que há pólenes na China. Medicou-se com algo que é permitido pela UCI e não pelo COI. Então e não há mais ciclistas asmáticos que foram aos Jogos? Então e quatro anos não eram suficiente para lhe ser administrada uma medicação correcta e permitida?&lt;br /&gt;Não engulo. Nem eu, nem muita gente, incluindo, segundo me constou, o próprio Comité de Atletas Olímpicos, que aguarda explicações.&lt;br /&gt;Se há dinheiro mandado à rua no projecto olímpico, este ciclista é a cara dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Os Dinheiros&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;As bolsas atribuídas aos atletas são, vê-se pelo caso do Paulinho, uma injustiça.&lt;br /&gt;Injustiça de ter bolsas pelos resultados frios e crus e não pelas reais possibilidades que os atletas irão ter quatro anos depois. Obikwelu ou Paulinho tiveram uma medalha em 2004, é verdade, mas, um pela idade, outro porque a sorte não cai duas vezes no mesmo sítio, não eram evidentes medalháveis em 2008. Remuneração por resultados obtidos e não por resultados potenciais não se deviam chamar bolsas mas sim prémios.&lt;br /&gt;O mais giro é o moço do taekwondo receber uma bolsa de finalista apesar de ter tido duas derrotas em dois combates e o Emanuel Silva, por exemplo, que falhou a final por 35 milésimos de segundo, não ter esse direito. E o Póvoa dos pontapés fica nivelado com o Gustavo Lima, que falhou o bronze por um mísero ponto.&lt;br /&gt;Ah, e já agora, o Vicente Moura ganha 2500 euros mensais, o dobro do máximo que é atribuído aos atletas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;Orgulho Nacional&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Os portugueses devem, apesar de todas as frustrações, estar orgulhosos da presença do nosso País nestes Jogos.&lt;br /&gt;A canoagem não foi dominada por alemães, nem húngaros, mas sim por tugas! Nelos! Se o Nelo fosse um país tinha ganho as medalhas (quase) todas. O meu sentimento vermelho-verde exaltou-se a cada corrida, vendo o logo do Nelo a avançar a cada pagaiada, em quase todas as embarcações presentes.&lt;br /&gt;E os fatos Speedo, que tornaram obsoletos os “pele-de-tubarão” e ganharam tudo o que foram medalhas (acho eu…)? Tugas! Sim, feitos em Portugal! Somos os reis da tecnologia subaquática.&lt;br /&gt;O Manuel Pinho partilhou uma piscina com Michael Phelps, já com as oito bolachas douradas a reluzir no peito. Não foi o Laurentino Dias, foi o Manuel Pinho. Isto tem mais significado do que aparenta. Os jamaicanos dominam a velocidade, mas nós dominamos a economia. Ou, pelo menos, fazemos por fazer parecer que talvez a dominemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A Televisão&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Para cascar mais um bocadinho na comunicação social…&lt;br /&gt;O Nelson saltava para o Ouro. Os chineses preferiam mostrar, do Ninho de Pássaro para o Mundo, os 400 metros do Decatlo. Na Antena 1, para sorte minha, o jornalista relatava em directo os saltos que não estavam a ser transmitidos em directo pela televisão. Mas na RTP (curiosamente do mesmo grupo), o salto do Ouro foi relatado só quando os chineses mostraram a repetição. Eu já sabia; a maioria das pessoas não. O comentador da RTP vibrou como se não soubesse. Se calhar não sabia. Fiquei com dúvidas se estaria no Estádio, o que é grave.&lt;br /&gt;E este é só o exemplo mais emblemático dos comentários que foram, em diversas modalidades, feitos a olhar pelo ecran e não in loco.&lt;br /&gt;Alguém ouviu a tipa da rítmica? A rapariga drunfa-se, de certeza. Tinha reacções orgásticas a tudo, desde os fatos aos movimentos, desde as pontuações às reacções. Espectáculo! E o das águas bravas, que começava qualquer frase com um “e aqui” ou, para variar, “e ali”.&lt;br /&gt;Tivemos, a certa altura, dois canais da RTP a dar Volta a Portugal a tarde toda (entre a prova e o folclore), em plenos Jogos Olímpicos, que só acontecem de 4 em 4 anos.&lt;br /&gt;Mas, em contrapartida, fizeram directo para a única vez que o hino nacional soou em Pequim. É assim que se educa desportivamente um país - privam-nos de ver modalidades que já estamos habituados a ver só de quatro em quatro anos mas depois mostram (e exaltam, se interessar) o resultado final.&lt;br /&gt;Os jornais desportivos não fizeram capas com os Jogos. O Aimar e o Reyes continuam a ser mais importantes que o Évora, ou os próprios Jogos em si. Pena o futebol não ter ido aios Jogos, apesar de terem mais meios que quaisquer outros, apesar de terem mais apoio que quaisquer outros, apesar de termos os melhores jogadores e as melhores escolas de jogadores da Terra e arredores.&lt;br /&gt;Acabada essa seca que é o mais importante evento desportivo em todo o Mundo, voltamos agora ao futebol caseirinho, de que saberemos tudo em pormenor. Aleluia!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8132002436044112627?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8132002436044112627/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8132002436044112627' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8132002436044112627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8132002436044112627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/08/notas-da-olmpia-do-meio.html' title='Notas da Olímpia do Meio'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-1751594682697546557</id><published>2008-07-11T17:37:00.000+01:00</published><updated>2008-07-11T17:39:26.980+01:00</updated><title type='text'>Prémios 2008</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A época está a acabar. Sem os torneios habituais, por via de trabalhos de selecções. Apenas com o regresso dos nocturnos de praia, o que já não é mau.&lt;br /&gt;E nesta altura, gostava de poder atribuir o “Prémio Avô 2008”, que o ano passado foi ganho pelo Carnaxide, mas não posso. Talvez mais tarde, quando se souberem (se se vierem a saber) os resultados dos campeonatos jovens (quais é que houve?) e veteranos (houve?). Algo me diz que, este ano, a batalha seria entre o CCCD e o Benfica, mas talvez nunca venha a saber. É pena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como também não há Gala e apetece-me fechar a época com galardões, ficam aqui os meus nomeados.&lt;br /&gt;É uma lista pessoal. Seriam os meus votos, simplesmente isso. E vale o que vale. Por isso, seria giro que apresentassem os vossos votos. Valendo isso também o que vale.&lt;br /&gt;Claro que são tendenciosos. Não tanto pela parte da simpatia, embora essa exista sempre nos condicionalismos de quem vota, mas mais por uma questão de dados. Ninguém viu todos os jogos. Pouca gente terá visto todas as equipas a jogar. Por isso, é natural que alguns agentes sejam beneficiados ou prejudicados na avaliação de cada um pelo facto de cada um ter visto mais ou menos jogos desses agentes. Até pode acontecer que eu tenha visto um único jogo de alguém e esse ter sido o seu melhor ou o pior jogo da época. Azar ou sorte. Paciência. Feitas as devidas advertências, azar e sorte fazem parte das regras do jogo. E o jogo (já sabemos) vale o que vale.&lt;br /&gt;E depois também há a questão dos critérios. Valorizarei factores que outros valorizam menos, muito provavelmente. Ainda bem. Viva a diversidade.&lt;br /&gt;Importante era que um painel alargado e devidamente legitimado fizesse a votação. E que as falhas de dados de cada um fossem colmatadas pela presença de outros. E que os critérios de uns se equilibrassem com os critérios dos outros. Mas, não havendo, cá está o meu boletim, guiando-me pelas categorias habituais (3 anos já fazem um hábito, penso eu).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Treinador&lt;br /&gt;1º - Jorge Ramos (CCO) – Porque ganhou tudo. Porque está firme na Selecção principal.&lt;br /&gt;2º - Catarina Miranda (LAC) – Porque continua a fazer o que sempre fez: formar jovens com gosto pela modalidade e espírito desportivo.&lt;br /&gt;3º - Nuno Ferro (NCB) – Foi 2º. Treina a 2ª Selecção. É sempre uma referência para qualquer treinador que o queira mesmo ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Jogadora&lt;br /&gt;1º - Alexandra Silva (CCO) – Sem dúvidas. Basta ter visto os 4 jogos dos títulos. A melhor e mais completa jogadora da actualidade.&lt;br /&gt;2º - Carla Antunes (NCB) – Basta ter visto os tais 4 jogos para ver que não podia ser primeira. Mas os mesmos jogos, e mais ainda, mostram que está acima do resto da concorrência.&lt;br /&gt;3º - Inês Biocas (CCO) – Sempre espectacular. Nem sempre consistente. Mas a 3ª, sem grandes dúvidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Jogador&lt;br /&gt;1º - Miguel Costa (CCO) – Mesmo abaixo (fisicamente) do que já mostrou noutras alturas, continua a ser o melhor. Com a capacidade que demonstra, mais o entusiasmo, mais a dedicação, aliados à idade, parece que temos nº 1 por alguns anos. Ainda por cima os homens não engravidam.&lt;br /&gt;2º - Henrique Marques (NCB) – Confesso que foi com surpresa que achei que foi o melhor jogador do NCB esta época. De certeza que, para uns, não foi o melhor e, para outros, não só o foi como não houve surpresa alguma. Fico então com esta minha opinião: Não esperava, mas é o melhor jogador do NCB neste momento.&lt;br /&gt;3º - Jaime Ponciano (CCCD) – Continua a ser essencialmente um pistoleiro, que lança de qualquer lado, mesmo que ultra pressionado, de uma forma pouco ortodoxa, mas com uma concretização invejável. Só que já não é só isso. Tem evoluído em todas as outras funções e está muito mais completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Melhor Árbitro&lt;br /&gt;1º - Jorge Alves (ESC) – Sem competição.&lt;br /&gt;2º - Ricardo Ferreira (NCB) – É o árbitro mais rigoroso em fazer cumprir o que está escrito, mesmo que, às vezes, a letra da lei seja uma picuínhice. Caro que isto não lhe dá muitos amigos, mas o que se pede a um árbitro não é mais do que fazer cumprir as regras.&lt;br /&gt;3º - Carlos Faria (NCB) – Tive algumas dúvidas neste 3º lugar. Vi pouco o Carlos este ano, mas o que conheço dele é melhor do que o muito que vi dos outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogadora Revelação&lt;br /&gt;1º - Mafalda Mota (GDBD) – Sem dúvidas. Uma surpresa muito positiva este ano.&lt;br /&gt;2º - Rita Mimoso (KLxP) – Por falta de hipóteses, guiei-me pela opinião de terceiros. Não me lembro de a ver jogar, mas consta que regressou em grande, após uns anos de afastamento.&lt;br /&gt;3º - Joana Oliveira (NCB) – Já não é uma revelação, mas continua a surpreender que se aguente na alta-roda como gente grande.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogador Revelação&lt;br /&gt;1º - Bruno Amaral (CCCD) – Mais produtivo que outras esperanças da mesma geração. E mais humilde.&lt;br /&gt;2º - Daniel Amaral (GDBD) – O crescimento dos últimos anos não foi só físico. Grande melhoria atlética e na compreensão do jogo.&lt;br /&gt;3º - Tiago Ralha (CCO) – Esta é uma modalidade em que é possível ainda que alguém não-jovem salte numa época ou duas para a Selecção Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Equipa Fair-Play&lt;br /&gt;1º - CCO Sub-13 – Escolhi só os sub-13, porque são jovens e merecem. O CCO vem à frente porque mostrou que fair-play não é só em relação ao adversário. A integração também faz parte dos nobres princípios que deverão reger sempre esta modalidade.&lt;br /&gt;2º - NCB sub-13 – Excelente espírito.&lt;br /&gt;3º - CSD sub-13 – Idem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prémio Especial&lt;br /&gt;GoKorfball / GoKids – Porque continua a fazer algo de qualidade pela modalidade e é a única instituição a fazê-lo fora da esfera Federação / Clubes, o que nem sempre é fácil.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-1751594682697546557?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/1751594682697546557/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=1751594682697546557' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1751594682697546557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1751594682697546557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/07/prmios-2008.html' title='Prémios 2008'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8422086972784286106</id><published>2008-07-01T12:44:00.002+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:37.180Z</updated><title type='text'>^Cu vi parolas Esperanto?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Naqueles tempos tão idos que, por não se saberem situar, se chamam bíblicos, um conjunto de homens, comuns mortais, quis chegar a Deus.&lt;br /&gt;Juntos, no esforço colectivo, edificaram a maior torre que alguma vez o Mundo vira ou veria. Com aquela torre, chegariam a Deus.&lt;br /&gt;E chegar a Deus era algo que os Seus intérpretes na Terra proclamavam como Bom, como desejável pelo Próprio. Portanto, aquela obra magnífica teria de ser do Seu agrado.&lt;br /&gt;Mas não. Os intérpretes enganaram-se. Não era bem assim. Chegar sim, mas com moderação. Chegar a Deus só numa perspectiva espiritual. Não era para levar à letra.&lt;br /&gt;Incomodado com uma torre que já Lhe fazia cócegas no nariz, Deus irritou-se. Ousavam então esses vermes mortais edificar algo tão magnificente que só se poderia igualar às Suas obras?!&lt;br /&gt;Nunca! Deus é Deus. Podem aparecer torres que cheguem ao Céu, mas o Arquitecto, o Engenheiro, o Mestre-de-Obras tem de ser Ele. Ao homem estará reservado o papel de servente, de trolha, na melhor das hipóteses poderá ser um aprendiz.&lt;br /&gt;Então, Deus destruiu a torre e pregou uma valente reprimenda a todos os que se lembraram de tal heresia.&lt;br /&gt;Mas ficou intrigado… Afinal, tinha menosprezado o serzinho a quem tinha dado uns pingos de inteligência. O saber pensar era só para que algum ser na Terra O pudesse adorar. Todos os outros eram demasiado animalescos para o fazerem e só por isso tinha inventado um macaco pensante. Mas era só para isso, nunca para erigir torres até aos Celestes Domínios. Então, como é que tinham conseguido?&lt;br /&gt;Pesquisou e chegou à conclusão que os homens tinham atingido um conhecimento que os poderia levar longe. Os homens tinham adquirido a noção de colectivo. Trabalhando em conjunto chegariam mais longe. Somando pensamentos, forças e motivações, o homem deixava de ser um pontilhado de seres insignificantes para se tornar numa massa poderosa.&lt;br /&gt;Deus ficou preocupado. Se continuassem assim ainda iam descobrir o Corfebol, supra sumo do Colectivo.&lt;br /&gt;Então, para cortar o mal pela raiz, impediu que o insignificantezinho pensante que pululava na Terra voltasse a entender-se entre si. Se era pelas palavras que o homem de unia, pelas palavras se separaria. Deus instituiu, nesse longínquo tempo bíblico, que jamais os homens voltariam a falar uma única língua. A cada povo, a cada grupelho, foi dada uma forma de comunicação incompatível com as vizinhas.&lt;br /&gt;Desentendimentos, guerras, cisões, fracturas na massa poderosa sucederam-se, deixando Deus mais descansado com a impossibilidade de alguma vez Babel se repetir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o Homem, por vezes, suplanta deus. E dos Homens, com ou sem inspiração divina, nasceram, ao longo dos tempos, grandes obras. Obras palpáveis e obras pensáveis. E uma delas foi a união de esforços para repor a injustiça que deus tinha cometido no tal longínquo tempo bíblico.&lt;br /&gt;Alguns pensantes resolveram coordenar esforços no sentido de instituir uma língua universal. Desta vez, porque o tempo nunca volta atrás, já não poderia ser uma única língua falada em todo o Mundo, por todos os Homens. Mas poderia ser uma língua que corresse em paralelo com as línguas de cada um. Não desapareceria a língua-mãe de cada povo, mas haveria uma língua-chapéu-de-chuva para todos. Para que todos se entendessem, onde quer que estivessem.&lt;br /&gt;Várias hipóteses foram sendo lançadas. Já que se ia construir algo desde o berço, então que fosse perfeita, simples, fácil de ensinar. Deveria fugir às particularidades de alguma das línguas existentes, ou talvez aproveitar o que de melhor tem cada uma delas. Tarefa árdua, impossível, até.&lt;br /&gt;Uma das hipóteses, talvez não a melhor, talvez não a definitiva, se ergueu de entre as outras e ganhou força. O Esperanto, de Ludwik Zamenhof, espalhou-se e colecciona adeptos um pouco por todo o Mundo. Estes, batalham pela vingança sobre Babel. Anseiam poder viajar, negociar, socializar, ao abrigo de um conceito linguístico comum.&lt;br /&gt;Os holandeses que vêm jogar a Portugal esta semana, não teriam de falar inglês com os catalães. Os holandeses não deixariam de falar holandês entre si, mas teriam como 2ª língua uma que fosse comum aos portugueses, aos catalães, aos ingleses, aos chineses, aos russos, aos colombianos, aos moçambicanos, aos australianos.&lt;br /&gt;Numa geração, punha-se toda a gente a saber Esperanto. As relações internacionais, fossem de que cariz fossem, saíam sempre a ganhar. Bastava vontade política. Bastava uma vontade política comum, una.&lt;br /&gt;Mas a possibilidade de existir uma vontade política uniforme entre os povos é uma miragem desde que, num campo de batalha algures na Babilónia, num tempo distante e bíblico, Deus-Todo-Poderoso derrotou o insignificante homem e o proibiu de se entender entre si.&lt;/div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SGoZ1RP-YEI/AAAAAAAAADQ/ImOR42NFls8/s1600-h/saluton.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5218011521216307266" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SGoZ1RP-YEI/AAAAAAAAADQ/ImOR42NFls8/s200/saluton.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8422086972784286106?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8422086972784286106/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8422086972784286106' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8422086972784286106'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8422086972784286106'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/07/cu-vi-parolas-esperanto.html' title='^Cu vi parolas Esperanto?'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SGoZ1RP-YEI/AAAAAAAAADQ/ImOR42NFls8/s72-c/saluton.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-7344568203599635773</id><published>2008-06-06T20:26:00.001+01:00</published><updated>2008-06-06T20:33:39.089+01:00</updated><title type='text'>Selecção Non-Stop</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não assisti directamente, mas ouvi dizer que, quando a selecção nacional de futebol foi recebida pelo Presidente da República, um dos jornalistas que acompanhava o directo televisivo terá dito algo como “agora o Presidente da República vai ter a honra de cumprimentar os jogadores”.&lt;br /&gt;O absurdo é de tal forma plausível que não questiono a sua veracidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futebol é o desporto das massas e da massa (já viram que, só para pagar aos árbitros, vão ser 28 mil euros por jogo?!). Não questiono a pertinência de lhe ser dado um destaque que outros desportos ou outras áreas sociais estão longe de ter. Mas tudo o que é demais enjoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estava de televisão ligada quando, no passado Domingo, dois canais transmitiam um directo que vai contra todos os manuais de jornalismo e gestão de espaço televisivo. Era um total anti-clímax.&lt;br /&gt;Mostrava-se o átrio de “um hotel em Oeiras”, onde a selecção pernoitou entre Viseu e a partida para a Suiça. Os jornalistas espremiam tudo o que lhes cheirasse a informação. As perguntas da praxe sucediam-se, cansativas, enjoativas. Os planos pasmacentos, onde nada havia a mostrar, entravam-nos pelas casas adentro, alternando entre um autocarro vazio e um punhado de adeptos que espreitavam a porta do hotel com ar de quem não tinha mesmo nada mais interessante para fazer num final de manhã domingueiro.&lt;br /&gt;A certa altura, o clímax! O Deco saiu do hotel e foi ao autocarro ver (ou buscar? ou levar?) qualquer coisa. Foram uns enormes 15 ou 20 segundos em que passou pela multidão de 7 ou 8 gatos-pingados, percorreu longos 4 ou 5 metros, entrou no autocarro e logo voltou para trás, sem prestar declarações, sem assobiar a Macarena, sem citar Goethe, sem dançar o tango, sem beijar um caniche, sem mostrar um piercing no pénis.&lt;br /&gt;Nada! O homem nada fez, a não ser ir ao autocarro e voltar depressinha para o hotel. Mas a euforia instalou-se entre os jornalistas. Finalmente uma “notícia” (carreguem nas aspas, ou ainda tenho a Estrela Serrano a bater-me à porta). E então, espremeram o aparecimento do Deco até à exaustão. Entrevistaram os adeptos, que não se mostraram muito entusiasmados, tentando sacar depoimentos sobre as emoções sentidas por ter tido ali um jogador a passar por entre eles. Tudo bem que não era o Cristiano Ronaldo, mas o pessoal bem que podia ter tido mais respeito pelo trabalho dos jornalistas.&lt;br /&gt;Fartei-me de tanta imbecilidade e, entre ofensas a mim próprio por ter aguentado aquilo durante penosos minutos, desliguei a televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas sei hoje o que se seguiu. Leio-o, ouço-o. Muitos opinadores e cronistas mantiveram os olhos na TV. Muitos viram para hoje dizer mal. A exemplo do Big Brother, de que ninguém gostava mas todos viam para poder criticar, assim são os directos exaustivos sobre a selecção de todos nós – todos os vemos, para depois nos revoltarmos contra eles.&lt;br /&gt;O que se seguiu foi mais do mesmo. Nada. Pacotes de nada. Resmas de nada, durante horas a fio.&lt;br /&gt;Um avião parado na pista. Descrição do avião. Planos de pormenor do avião. Um jogador que acena. Descrição do aceno. Planos do público para quem acenou. Um outro que fala ao telemóvel. Especulação sobre com quem falaria. Especulação sobre qual será o toque do telemóvel daquele jogador. Entrevistas. Vox pop no seu melhor. Perguntas de chacha. Mais chacha. Mais palha de encher programação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pior que estes directos, de que não vi nem 10% mas que não me custa imaginar, só um outro que também vi parcialmente: o da partida dos McCain para Inglaterra.&lt;br /&gt;Foi um lixo tão grande que me provocou um abaixamento maior do maxilar inferior e um esbugalhar mais dilatado dos olhos do que se a Angelina Jolie me passasse nua a meio metro de distância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pobres jornalistas que se prestam a estas provações. Ter de descrever o que se vê, mesmo quando nada se vê. Ter de encontrar sumo numa uva passa. Ter de retirar informação de um avião à espera de levantar voo.&lt;br /&gt;Tenho pena deles, a sério, mas não mais do que a que sinto de um País que se aliena com esta facilidade.&lt;br /&gt;Ri-se o Sócrates, que varre para debaixo do tapete televisivo os preços da gasolina, que esconde atrás do sofá futebolístico as críticas do Alegre, que oculta dentro do saco jornalístico os números do desemprego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vibrarei como qualquer português. Torcerei pelo sucesso dos nossos. Que nos orgulhem. Que orgulhem os que fugiram deste país sem oportunidades e vivem por aí fora, particularmente na Suiça.&lt;br /&gt;Vibrarei. Sofrerei. Torcerei. Mas não me apanharão a colar as retinas ao televisor à espera de ver se o Ronaldo entra no autocarro com o pé direito ou o esquerdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora vamos aos turcos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-7344568203599635773?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/7344568203599635773/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=7344568203599635773' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7344568203599635773'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7344568203599635773'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/06/seleco-non-stop.html' title='Selecção Non-Stop'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2325606069463327790</id><published>2008-05-27T12:56:00.003+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:37.349Z</updated><title type='text'>Hiro, "the Hero", voltou a fazer das suas</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SDv3TWEZ8HI/AAAAAAAAADI/JFuHgPnlutw/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5205025706070372466" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SDv3TWEZ8HI/AAAAAAAAADI/JFuHgPnlutw/s200/images.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Alguém manipulou o &lt;em&gt;continuum&lt;/em&gt; espacio-temporal.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Nunca mais chega o 2º dia da Junior World Cup.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2325606069463327790?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2325606069463327790/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2325606069463327790' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2325606069463327790'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2325606069463327790'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/05/hiro-hero-voltou-fazer-das-suas.html' title='Hiro, &quot;the Hero&quot;, voltou a fazer das suas'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SDv3TWEZ8HI/AAAAAAAAADI/JFuHgPnlutw/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-6524328159201189168</id><published>2008-05-16T14:48:00.002+01:00</published><updated>2008-05-16T14:49:56.673+01:00</updated><title type='text'>Júlio Miguel, o Filho</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;Todos somos filhos de mãe e pai. Todos podemos já ser um vir um dia a ser pais ou mães. Todos podemos vir a ter um progenitor preso. Todos podemos ter filhos a ver-nos, um dia, nessa situação. Sabe-se lá! Ao preço que anda o arroz…&lt;br /&gt;Por isso não pensem que gozo com a aflição do petiz a quem, a pedido de duas ou três famílias, agora dou voz. È pela música, só pela música. Não me venham, portanto, com aquela de que não se deve escarnecer das mágoas alheias.&lt;br /&gt;Escarneço então da música, só da música. Nunca do moço ou do seu paizinho, que um dia “praticou erros” e foi “intruso”, e agora está “repeso”, mas que anseia viver de novo a “vida com brilho”, para “salvar o seu filho”.&lt;br /&gt;Até porque, se fosse essa a ideia, podia vir aqui com piadas foleiras, tipo: se o pai ouvir a música que o filho lhe dedicou ainda vai é querer ficar na choldra, para não ter que o ouvir mais. Ou então: que o tipo que gerou um cantor destes merece mesmo é estar lá atrás das grades.&lt;br /&gt;Mas não. Nunca tal por tal nunca ser.&lt;br /&gt;É mesmo, num sentido de serviço público, para dar a conhecer a todos esta impagável música, que nos engrandece enquanto portugueses e conscientes dos valores familiares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, até acho que, com as devidas adaptações, esta música deveria ter sido utilizada no genérico do primeiro Prison Break. O mano que “está sofrendo, nas grades da prisão”, que tem o mano a “sofrer consigo até à liberdade”. A sofrer tanto que até vai lá para dentro só para o safar, com as consequências trágicas que daí foram advindo ao longo de muito, muito, tempo.&lt;br /&gt;A dedicação deste jovenzito pelo seu pai até me inspira a engendrar um Prison Tuga. Imaginem lá o petiz a assaltar um banco e fazer-se inserir no estabelecimento prisional onde se encontra encarcerado o seu pai. As peripécias que passaria para o tirar de lá, aliando-se a outros prisioneiros, uns mais bonzinhos, outros nem por isso. Até se podia apaixonar pela pediatra. Era bonito de se ver.&lt;br /&gt;Talvez, se não der para uma série prolongada, a TVI use a ideia para um episódio dos Casos de Vida.Ou então, dado o potencial que esta história tem para ser um musical, talvez o La Féria queira fazer um dos seus espectáculos grandiosos com este pungente drama familiar. Imaginem o Júlio Miguel a fazer um dueto com a Anabela! (ou então não; não imaginem… Ui! Até dói!).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.box.net/index.php?rm=box_download_shared_file&amp;amp;blog&amp;amp;file_id=f_158108039&amp;amp;shared_name=xwpaizn48c" target="_blank"&gt;julio_miguel_e_leninha-o_filho_do_recluso.mp3&lt;/a&gt;&lt;object id="player_v04" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="52" width="364" align="middle" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000"&gt;&lt;param name="_cx" value="9631"&gt;&lt;param name="_cy" value="1376"&gt;&lt;param name="FlashVars" value=""&gt;&lt;param name="Movie" value="http://www.box.net/mp3player/player.swf?playlistURL=http://www.box.net/index.php?rm=box_v2_mp3_player_shared%26_playlist%26node=f_158108039"&gt;&lt;param name="Src" value="http://www.box.net/mp3player/player.swf?playlistURL=http://www.box.net/index.php?rm=box_v2_mp3_player_shared%26_playlist%26node=f_158108039"&gt;&lt;param name="WMode" value="Transparent"&gt;&lt;param name="Play" 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type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/05/jlio-miguel-o-filho.html' title='Júlio Miguel, o Filho'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-5398580161482924786</id><published>2008-05-06T14:13:00.002+01:00</published><updated>2008-05-06T14:18:55.784+01:00</updated><title type='text'>Tecnotolices</title><content type='html'>&lt;div xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.box.net/index.php?rm=box_download_shared_file&amp;amp;blog&amp;amp;file_id=f_147497270&amp;amp;shared_name=up1b29f8c8" target="_blank"&gt;ninfa_artemis-tecnotolices[1].mp3&lt;/a&gt;&lt;object id="player_v04" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=" height="52" width="364" align="middle" 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Acho que deve haver maneiras simples de fazer as coisas, mas não as descubro.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Experimentei colocar aqui a música pelo &lt;em&gt;box.net&lt;/em&gt; e não gostei do resultado. Primeiro porque não me deixou pôr as duas músicas a que o texto aludia (ficou o "Gato" no outro e agora está aqui o "Tecno"). Depois porque, aparentemente, obriga o pessoal a abrir a música, com dispêndio de tempo e com nova janela, no WMP.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;Se alguém souber como resolver isto (toda a gente deve saber menos eu, claro), digam qualquer coisita.&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;É que isto dá para imagens e para vídeos... é um bocado idiota que não dê para músicas...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-5398580161482924786?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/5398580161482924786/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=5398580161482924786' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/5398580161482924786'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/5398580161482924786'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/05/tecnotolices.html' title='Tecnotolices'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-3399302442403758566</id><published>2008-05-06T13:59:00.004+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:37.375Z</updated><title type='text'>AHA, Sim, Ninfa</title><content type='html'>&lt;p align="justify" xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;Já passou muito tempo desde que a minha percepção estética musical mudou. Na altura não tinha um blog onde dar a conhecer ao Mundo a minha musa, a minha Ninfa. Hoje tenho e seria uma injustiça não divulgar a experiência transformadora que foi conhecer esta artista. A minha vida mudou desde que, via Markl (por sua vez, via PortalPimba), conheci a Ninfa Artémis.&lt;br /&gt;É uma artista surpreendente, muito difundida já pela net fora, mas afastada dos grandes palcos nacionais. Nem às queimas das fitas vai, o que me parece justo, visto que, ao pé dela, o Zé Cabra é uma nulidade. &lt;/p&gt;&lt;p align="left" xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5197250554418409842" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="153" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SCBX19DPsXI/AAAAAAAAADA/GHC7Cu5glSg/s320/na.jpg" width="142" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify" xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;br /&gt;“AHA, Sim, Gato” é um hino pornodebochado que devia ecoar em todos os auto-rádios portugueses. Inspiração para homens e mulheres, não sei se é da força da letra, se da magnificência da música, se das inflexões vocais da artista, mas é de pôr alto, bem alto, a fazer vibrar os &lt;em&gt;subwoofers&lt;/em&gt;, de preferência em &lt;em&gt;loop&lt;/em&gt;, porque há sempre mais qualquer coisa que aprendemos quando ouvimos segunda vez, e terceira, e quarta…&lt;br /&gt;Quando me parecia que já tinha ouvido tudo, quando o “Gato” me fazia questionar se esta artista de outra galáxia se ficaria por um único &lt;em&gt;top hit&lt;/em&gt;, eis que me chega, via PortalPimba, “Tecnotolices”, e aí confirmei que estava perante uma artista com "H" grande. Uma música com uma batida menos dançável que o “Gato”, mas com todos os outros ingredientes, desde a elevada qualidade do texto à suprema divindade da voz. O título parece uma crítica ao José Magalhães, mas é, afinal, a todos os homens, esses tecnotolos consumidores de pornografia.&lt;br /&gt;Para aí uns 20 meses depois de ter contacto com estas músicas (Ave, Markl, o País te agradece), continuo a ouvi-las com o mesmo nível de estupefacção. E, quando as ouço, sinto-me pequenino, tão pequenino, perante essa grande diva da música nacional - quiçá mundial – essa Artemisa, essa Tágide, essa Ninfa do bom gosto.&lt;br /&gt;Se já conheciam, &lt;em&gt;re-ouçam&lt;/em&gt; com a devida satisfação. Senão… agradeçam-me apresentar-vos algo tão… bom!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.box.net/index.php?rm=box_download_shared_file&amp;amp;blog&amp;amp;file_id=f_147497852&amp;amp;shared_name=8va9hgls8g" target="_blank"&gt;ninfa_artemis-aha_sim_gato[1].mp3&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="justify" xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml"&gt;&lt;br /&gt;Devo acrescentar em tom de &lt;em&gt;post scriptum&lt;/em&gt; que, desta vez sem o Markl (mas de novo via PortalPimba), descobri recentemente uma outra canção que me deixa sérias dúvidas quanto a escolher a melhor música de sempre feita em Portugal. É o “Filho do Recluso” (ou do “reculuso”, porque ajuda à métrica). É sobre um filho que sofre o sofrimento do pai, que está preso (ou “repeso”, o que quer que isso seja).&lt;br /&gt;O jovem que canta esta música não tem nem um décimo do carisma da Ninfa, nem o seu poder vocal. Mas não deixa de ter uma interpretação que entrará nos anais da música. A melodia é mais suave, mas a criança consegue agitá-la como um calhau agita um charco. Mas a letra – meu Deus, a letra! – é sublime.&lt;br /&gt;Ficou então a ressalva. A Ninfa continua a ser a melhor artista portuguesa de todos os tempos, mas o “Reculuso” tem qualidades para, à 5ª ou 6ª audição, ser a melhor música já feita neste jardim à beira-mar plantado.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-3399302442403758566?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/3399302442403758566/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=3399302442403758566' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/3399302442403758566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/3399302442403758566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/05/aha-sim-ninfa.html' title='AHA, Sim, Ninfa'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SCBX19DPsXI/AAAAAAAAADA/GHC7Cu5glSg/s72-c/na.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-4100220467619207023</id><published>2008-04-22T10:49:00.003+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:37.492Z</updated><title type='text'>Koog quê?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Notícias vindas da Terra Korf espantaram-me.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma equipa que só no ano passado é que chegou ao nível de topo do melhor Corfebol do Mundo (a Korfbal League holandesa), e que andou a lutar por não descer, este ano conseguiu uma proeza fantástica - o título mais cobiçado do Corfebol mundial.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não é novidade para quem cá anda há algum tempo que ser Campeão holandês é mais importante que ser Campeão do Mundo. O mítico Ahoy, na Final Indoor da Terra Korf, é onde todos querem estar e onde todos querem ganhar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois, desta vez, pasme-se muita gente!, quem o fez foi o quase desconhecido Koog Zaandijk.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um DOS'46 carregadinho de estrelas, mesmo que com o Top Star André Kuipers no final de uma época azarada com lesões, não conseguiu bater os tipos que viajaram de Koog aan de Zaan. Mas também o PKC, de Scholtmeijer e dos Simons brothers, tinha já falhado nessa tarefa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A surpresa é só parcial, se tivermos em conta que o Koog Zaandijk já tinha vencido a fase regular, mas o pasmo mantém-se.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Boas novas - novas de renovação - nos chegam do País que Respira Corfebol.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5192009212553572706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 274px; CURSOR: hand; HEIGHT: 191px; TEXT-ALIGN: center" height="182" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SA243tDPsWI/AAAAAAAAAC4/6FGXRjPzF6c/s320/2008-04-19-kz-dos_nieuws.jpg" width="266" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-4100220467619207023?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/4100220467619207023/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=4100220467619207023' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/4100220467619207023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/4100220467619207023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/04/koog-qu.html' title='Koog quê?'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/SA243tDPsWI/AAAAAAAAAC4/6FGXRjPzF6c/s72-c/2008-04-19-kz-dos_nieuws.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2510553164051189808</id><published>2008-04-11T14:53:00.002+01:00</published><updated>2008-05-13T14:27:09.899+01:00</updated><title type='text'>Revolução Ortográfica - o Tratado</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Elevadas que ontem foram as expectativas, vamos lá à verdadeira Revolução Ortográfica. Há anos que a proponho, com maior ou menor discrição, e já ia sendo altura de saltar para um blogue.&lt;br /&gt;Vou falar do português e das suas idiotices, mas deixo já a advertência de que não considero que estas sejam monopólio da nossa língua. Qualquer falante de outro idioma poderia escrever um texto idêntico a este.&lt;br /&gt;Há no português escrito pormenores que são perfeitamente absurdos e que só servem para que a sua aprendizagem seja mais difícil. Há uma série de letras com polivalência fonética, fonemas reproduzidos por mais que uma letra, letras inúteis, uma enormidade de excepções às regras. Quantos de nós não tiveram outrora dúvidas na aprendizagem por causa destes engulhos e quantos de nós não tiveram já dificuldades em explicar aos mais jovens que nem tudo é como era suposto ser?&lt;br /&gt;Um alfabeto deveria ser uma paleta de letras em que cada uma (e apenas uma) correspondesse a um som e em que todos os sons estivessem abrangidos. Mas não é assim.&lt;br /&gt;Para o “lhe” (de “olhar”) ou o “nhe” (de “ganhar”) precisamos de conjugar letras. Para o “r” (de “farol”) temos o R, mas que só tem o som que lhe está atribuído, o “rr” (de “carro”), quando está duplicado ou no início da palavra. Devíamos ter uma letra que reproduzisse o “lhe”, outra para o “nhe” e outra para o “r”. Ou então um acento, como os espanhóis fazem com os “ñ”. Mas, como não temos e não quero inventar letras, o meu Tratado vai esquecer as omissões do alfabeto português.&lt;br /&gt;Se vou passar por cima das omissões, o mesmo não farei com as repetições.&lt;br /&gt;Se temos um Z, por que raio havemos de utilizar o S ou o X para o reproduzir? Ainda por cima, isso faz com que ao S se aplique a regra do R, ou seja, que só vale assim quando está duplicado ou no início da palavra. Ou então em casos excepcionais, como “falso”, o que ainda vem ajudar mais à confusão.&lt;br /&gt;E o C a fazer de S? Para quê, se a letra existe? E já que falamos de C, qual é a lógica de esta letra mudar de valor em função da vogal que se lhe segue? Porque é que vale “s” em “aceno” e “k” em “acordo”?&lt;br /&gt;E o Q, o tal que “é uma letra que se lê”, serve para quê? Se temos o C com valor “k”. Ainda por cima, tem também aquela particularidade de precisar de um apoio (o U), que se lê ou não (“quando” ou “quem”) em função da vogal seguinte, o que é absurdamente inútil.&lt;br /&gt;Não fossem as omissões de que falei anteriormente, e também o H era dispensável. Ter H’s mudos é ridículo.&lt;br /&gt;Para não baralhar mais, vou, por agora, esquecer as vogais. Também nas vogais havia muito para dizer sobre letras que se valem por outras, dependendo de acentuação, tudo bem, mas não só - também dependem da posição que ocupam na palavra e, mais uma vez, de um rol de excepções que tornam o aprender português uma tarefa penosa.&lt;br /&gt;Também não vou introduzir uma outra alteração que, apesar de a defender, tem sido mal recebida por aqueles com quem a comento, o que faz com que eu próprio ainda não esteja totalmente convencido. É a questão do som do S quando no final das palavras ou antes de consoantes (“cargos” ou “este”). Para mim, esse S lê-se “j”. Fica a ideia, mas não a reproduzirei, para que mais perceptíveis fiquem as outras propostas.&lt;br /&gt;Talvez mais tarde me debruce sobre isso e sobre as vogais. Por agora, deixo-vos um exemplo do que poderia ser o português simplificado, dando a cada consoante um único valor e apenas tendo uma consoante para cada valor. Sei que poderia ser uma revolução grande de mais, mas podem ter a certeza que, daqui a umas décadas, as gerações vindouras nos agradeceriam pelo acto visionário. Ficaria qualquer coisa como isto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Era uma vês um menino pekenino ke gostava de jogar à bola. Também gostava de pasear. Kuando dava um paseio, uzava kuaze sempre o seu kazako azul e as kalsas roxas.&lt;br /&gt;Enkontrei-o na semana pasada no sinema e axei-o kom um ar kansado. Perguntei-lhe se estava tudo a korrer bem e ele dise ke sim.&lt;br /&gt;A mãe dele tem sinkuenta anos e xama-se Maria. Ningém lhe daria esa idade porke parese muito mais jovem. É uma dansarina ezemplar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A utilização do K para o respectivo som foi uma opção que fiz agora. Uma vez que já o temos no nosso abecedário, então mais vale utilizá-lo. Até porque o C tem um valor tão polivalente que daria azo a mais confusões. Com tantos K’s isto parece linguagem de &lt;em&gt;sms&lt;/em&gt;, mas quem vir melhor vai perceber que está longe disso. As letras estão lá todas; têm é os valores uniformes.&lt;br /&gt;Se detectarem algum erro, não me admiro. A prática de escrever no português correcto (embora absurdo) é tanta que, apesar de ser um texto pequeno, pode-me ter escapado alguma coisa (encontrei dois ou três C’s depois de escrever, por exemplo).&lt;br /&gt;Enquanto não se investe no Esperanto, ou em qualquer outra língua com o duplo condão de ser universal e simplificada, fica este meu contributo para a discussão acerca do português, neste caso o escrito.&lt;br /&gt;Ah, e já agora, falando daquilo que mais gostamos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;No último jogo markei um sesto. Foi um lansamento na pasada. O defeza ezajerou na presão e eu konsegi entrar kom fasilidade. Á mérito também para kem me fês o pase.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2510553164051189808?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2510553164051189808/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2510553164051189808' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2510553164051189808'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2510553164051189808'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/04/revoluo-ortorgfica-o-tratado.html' title='Revolução Ortográfica - o Tratado'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8254218532743157022</id><published>2008-04-10T14:46:00.002+01:00</published><updated>2008-04-10T14:50:08.453+01:00</updated><title type='text'>Revolução Ortográfica - Introdução</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Faz-se num copo de água um tornado maior que o de Santarém quando se fala no Acordo Ortográfico. É porque são os brasileiros que mandam nisto e os africanos que não mandam coisa alguma; é porque a língua dos nossos avós deve ser preservada; é porque nas escolas vai ser uma confusão do caneco; é porque os livros vão ter todos de ser reeditados… enfim, vem aí o apocalipse. Bem diziam os apocalípticos medievais que o Fim do Mundo vinha nas escrituras. Mal sabiam eles que isso seria tão literal.&lt;br /&gt;A simplificação da língua é um imperativo lógico. À medida que a prática muda, também as regras o devem fazer. É assim em todas as actividades sociais, porque não havia de ser no acto tão mundano de falar e escrever?&lt;br /&gt;São os brasileiros que ditam as alterações?... Não me parece que isso seja 100% verdade, mas é natural que exista um contributo maior a Oeste do Atlântico. Porquê? Porque são mais, para começar. Mas essencialmente porque não estão espartilhados pela tradição secular que nos prende a um classicismo de que nos orgulhamos (e bem!), mas do qual não conseguimos discernir o lugar na história e o legado para a prática corrente. Por outro lado, apesar de jovens no falar português (em comparação connosco), o que lhes dá essa capacidade de inovar com pertinência, são experientes na autonomia educativa, em comparação com os países africanos, que há tão pouco tempo deixaram de ter as vidas dominadas pela metrópole. Os brasileiros simplificaram muito do português, ao longo de uma fértil história de uso autónomo da língua.&lt;br /&gt;A língua dos nossos avós deve ser preservada? Bom, quanto a mim, Avô de todos vós, dispenso outra preservação que não a de estes textos ficarem guardados em algum lado e que alguém tenha o interesse de os ler de vez em quando, no futuro. Quanto à língua, só se for em formol e não, obrigado (só de imaginar dá-me uma voltinha no estômago). Deixaremos de ler Saramago se ele não escrever como nós? Ooopss… Saramago não é um bom exemplo… Deixaremos de ler Mário Cláudio se ele usar palavras diferentes das que usaremos no futuro?... Respondo perguntando se deixámos de ler Camões, que tanta coisa escrevia que hoje nos faz pasmar e sorrir.&lt;br /&gt;Nas escolas vai reinar a confusão? Acredito que toda a transição é conturbada. Esquece-se a TLEBES, vem o Acordo. E como se avaliam os petizes? E como se ensinam? E como se avaliam os professores e se ensinam os professores a ensinar e a avaliar como deve ser? Vai ser complicado durante uns tempos, mas tem de haver um período de transição, como sempre houve noutras mudanças, em que se considera coabitantemente certo que o era antes e o que passou a ser agora.&lt;br /&gt;Vamos ter de reeditar os livros? Aos poucos, sim. Não de empreitada, claro. A não ser os escolares, mas esses são-no na mesma. De resto, à medida que se forem editando obras, fará sentido óbvio que seja à luz das novas regras. Mas enquanto não o forem, ler-se-ão os livros como sempre se leram. Alguém poderá sorrir quando vir uma palavra arcaica, como hoje fazemos se lemos um Eça original. E aqueles livros que não mereçam reedição, ficarão para sempre no original, o que não me parece o Fim do Mundo.&lt;br /&gt;Quer se evolua nas regras, quer não, as mudanças sentem-se no dia-a-dia. Resta saber se temos o espírito suficientemente aberto para fazer dessa mudança a Lei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas amanhã… ah! amanhã… terão a surpresa de ver o que é a verdadeira Revolução.&lt;br /&gt;Perante o que vos vou sugerir, o novo Acordo Ortográfico estará longe de ser o Fim do Mundo; nem o Fim do Meu Bairro será.&lt;br /&gt;Este texto era só para vos amaciar o espírito e preparar para o que aí vem. Esperem para ver!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8254218532743157022?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8254218532743157022/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8254218532743157022' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8254218532743157022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8254218532743157022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/04/revoluo-ortogrfica-introduo.html' title='Revolução Ortográfica - Introdução'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-3777041003780947272</id><published>2008-04-01T14:03:00.002+01:00</published><updated>2008-04-01T14:08:37.303+01:00</updated><title type='text'>Uma Confissão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Dizem as leis genealógicas que é necessário um pai e uma mãe para haver um filho, que esses pais tiveram necessariamente pais, que são, por inerência avós dos seus filhos, numa linha sucessiva que só tem travão em dois casos especiais que os doutos Testamentos nos explicam – um é o dos primeiros seres de cada espécie (Adão e Eva, no nosso caso), que não terão pais, nem avós, o outro é o do Cristo, nascido sem pecado, portanto talvez sem pai terreno, talvez sem avós, mas com mãe, porque, mesmo sem pecado, alguém tinha de parir o Escolhido.&lt;br /&gt;Um neto pressupõe, portanto, um avô e uma avó, com um pai e uma mãe pelo caminho. Mas, no entendimento comum, podem-se saltar esses intermediários, que para aqui não fazem falta. É como dizer que ao preto se segue o branco, esquecendo os cinzentos que terão de ter tido o seu lugar inevitável na transição cromática. Portanto, ao avô pode-se seguir logo o neto, sem passar pelo filho/filha de um, que será o pai/mãe do outro.&lt;br /&gt;Baralham-se as cabeças, que é para ser mais difícil chegar à parte apetitosa da confissão. Não pensem que atingem o auge do texto sem penar primeiro num deserto pedregoso.&lt;br /&gt;Mas a confissão vem já de seguida, não se preocupem. E, de &lt;em&gt;teaser&lt;/em&gt; em &lt;em&gt;teaser&lt;/em&gt;, o pessoal perde a paciência e apenas os mais persistentes chegarão à planície prometida em que ficarão a saber mais do que os que nervosamente abandonaram a demanda por uma verdade maior.&lt;br /&gt;É como nos nossos noticiários televisivos, em que temos a notícia propriamente dita, mais os rodapés a debitar outras notícias, mais os flashes que anunciam que “já a seguir” se vai falar de uma outra coisa. Normalmente é essa outra coisa que as pessoas querem ver e esperam, penam, atravessam o deserto pedregoso das notícias chatas, sempre à espera da tal notícia que parece ser tão importante mas vem lá para o finalzinho do noticiário.&lt;br /&gt;Pois aqui é assim… querem confissão?... apanhem o resto primeiro.&lt;br /&gt;Sim, porque nos noticiários também há quem tenha a tendência para fazer &lt;em&gt;zapping&lt;/em&gt;, e depois admiram-se que, quando vão ver se está quase, a notícia já deu. Mais vale prenderem-se ao ecrã, ou a demanda terá saído furada.&lt;br /&gt;Acontece muitas vezes que a tal notícia acaba por ser um &lt;em&gt;flop&lt;/em&gt;. &lt;em&gt;Much Ado About Nothing&lt;/em&gt;. Pois, o contrário não garanto, nem nos noticiários televisivos, nem aqui. Cada um segue pisando as pedras do deserto por sua própria conta e risco. Não há devolução do dinheiro investido. Nem do tempo. Nem da paciência.&lt;br /&gt;A confissão parte de um Avô que andava com vontade de se tornar jovem. Qual é o contrário de preto? É branco. Qual é o &lt;em&gt;jovem&lt;/em&gt; de Avô? É Neto.&lt;br /&gt;Então o Avô, que achava que só o seu lado jovem é que podia continuar a pairar sobre o Corfebol e a opinar sobre ele, mandou o seu alter ego geracional criar o seu próprio espaço. Assim, ele teria tempo para fazer do seu Blogue algo de diferente, com pitadinhas de Corfebol mas sem exagerar na dose, enquanto a sua parte jovem continuava a tentar que as pessoas falassem sobre temas interessantes de Corfebol e não das polémicas da arbitragem e quejandas.&lt;br /&gt;Portanto, a confissão é esta – o Neto é o Avô e o Avô é o Neto, mas em fases de disponibilidade mental diferentes. Por isso é que o novo site nunca podia ser pior que o primeiro, &lt;em&gt;capice&lt;/em&gt;?&lt;br /&gt;Pronto, está dito. Desfez-se (talvez rapidamente demais, mas que se lixe!) o mistério em torno do Neto. Assim não dizem que não se joga às claras.&lt;br /&gt;A bem do Corfebol.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-3777041003780947272?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/3777041003780947272/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=3777041003780947272' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/3777041003780947272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/3777041003780947272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/04/uma-confisso.html' title='Uma Confissão'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-5203137206613548863</id><published>2008-03-19T14:59:00.002Z</published><updated>2008-12-10T21:26:37.641Z</updated><title type='text'>Pior a Emenda que o Soneto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Imaginem que estão preocupados com as pessoas que bebem numa festa e que depois vão a conduzir para casa. Comentam essa situação com algum amigo, supostamente sóbrio, que medita no assunto e sai com a melhor das soluções – “É dar-lhes mais de beber. Assim nem sequer conseguem pegar nos carros e já não vão a conduzir para casa”. A típica fuga para a frente.&lt;br /&gt;Pois eu há anos que estou preocupado com o sistema eleitoral português e vejo-me agora perante uma solução idêntica. Acérrimo opositor dos círculos eleitorais, em eleições legislativas, defensor do círculo único, deparo-me com a vontade da maioria em torná-los uninominais.&lt;br /&gt;Sacrificada a democracia em nome de uma representação geográfica que, na prática, não existe, vamos emendar a situação sacrificando-a mais ainda, para ver se já passa a haver a tal representação. Em vez de tirarmos o álcool ou o carro a quem tem os dois, vamos mas é enchê-los de álcool. Pode ser que nem se apercebam da estupidez que estão a fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sistema actual é injusto.&lt;br /&gt;Ao votarmos em círculos, não estamos a dar a correcta proporcionalidade entre os votos efectivos de um partido e o número de deputados na Assembleia da República.&lt;br /&gt;O eleitor português raramente se questiona sobre o porquê de haver maiorias absolutas com 40 e poucos por cento. Ainda há dias ouvia alguém supostamente credenciado a dizer que a culpa era do método de Hondt. Pois asseguro-vos que o Hondt funciona na perfeição. Não sei quem foi o gajo, mas era um génio.&lt;br /&gt;Desafio-vos, se ainda não o fizeram, a aplicar o método a qualquer resultado eleitoral, para eleger qualquer número de elementos. Vão ver que a proporção é sempre fiel aos resultados.&lt;br /&gt;O problema é que, quanto menos os eleitos, mais “sobras” existem. Se elegermos 20 representantes, a lógica é que cada 5% de votos eleja um. Mas se vários partidos ficarem abaixo dos 5%, então esses votos muito provavelmente irão ser perdidos e vão reverter a favor dos mais votados. Daí a forte possibilidade de ter mais de 50% dos representantes sem a maioria dos votos.&lt;br /&gt;Claro que, se baixarmos de 20 representantes (chamemos-lhes deputados) para 10, então será mais difícil um pequeno partido chegar à Assembleia (só com 10%). E se passarmos a 1 único eleito, então só o partido mais votado irá eleger o seu representante, mesmo que só tenha tido uma votação baixa em termos absolutos.&lt;br /&gt;Se o nosso Parlamento tem 230 lugares, diz a lógica matemática que devíamos eleger um deputado por cada 0,4% de votos. Seria a lógica, mas não é assim. Se assim fosse, o PCTP/MRPP e o PND teriam deputados eleitos nas últimas legislativas. No caso do MRPP, há vários anos, pois tem tido sempre votações acima desse valor. E o PS nunca teria actualmente 53% dos deputados com apenas 45% dos votos. Apliquem o método de Hondt aos resultados gerais nacionais e vão ver se não tenho razão.&lt;br /&gt;Isto acontece porque o Parlamento é composto por várias eleições autónomas, distritais, e não por uma só, nacional. Desta forma, há mais listas que não chegam à eleição, em cada círculo, o que engorda os partidos que conseguem sempre, em cada Distrito, eleger pelo menos um deputado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em termos de representatividade, há outra questão polémica na determinação de quantos deputados deverá eleger cada círculo. Estou confortável neste aspecto porque, mais uma vez, foram buscar o fulano Hondt para fazer estas contas. O número de deputados a eleger por Distrito é determinado racionalmente, de acordo com o número de eleitores. Mas eleitores nem sempre é igual a votantes. Se um Distrito tiver uma elevadíssima taxa de abstenção, continua a eleger o número de deputados que lhe cabe por direito. Neste caso, o que acontece é que cada voto nesse Distrito vale mais do que um voto noutro ponto do País onde toda a gente terá ido votar. Ou seja, os deputados não representam o mesmo número de votantes.&lt;br /&gt;Isto não aconteceria num circulo único nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, porque é que existe este sistema?&lt;br /&gt;A ideia é criar uma representação regional. Julga-se que as populações serão melhor representadas se tiverem uma relação mais directa com os seus eleitos.&lt;br /&gt;Tangas!&lt;br /&gt;Na prática, nós sabemos que o voto é para um partido e não para quem está na lista de cada Distrito. Vota-se, eventualmente, nos candidatos a Primeiro-Ministro. Esses costumam encabeçar as listas por Lisboa, mas são mais importantes para um bragantino do que os seus próprios candidatos.&lt;br /&gt;Um exemplo actual foram as autárquicas em França. Toda a imprensa foi unânime em indicar que os resultados foram uma penalização a Sarkozy. Puniu-se o Presidente não votando no seu partido, numas eleições autárquicas. Isto tem lógica? Não; mas é assim que o pessoal funciona.&lt;br /&gt;Da mesma forma que os eleitores não ligam a quem os vai representar regionalmente, também os eleitos não ligam às regiões que os elegeram. Muitos nem sequer de lá são. Foram lá parar por uma questão de táctica política (nomes fortes para círculos decisivos, mesmo que nunca lá tenham posto os pés).&lt;br /&gt;Quantas vezes um grupo de deputados votou contra o seu partido em defesa da região que o elegeu? Fora o triste episódio do queijo limiano… não me lembro. Mas lembro-me dos “eleitos do futebol” se unirem extrapartidariamente, quando as leis lhes pisaram os calos. Quanto a círculos eleitorais, só mesmo em assuntos das regiões autónomas parece haver algum sentido regional, mas isso é um caso à parte.&lt;br /&gt;E se nós queremos ser representados, porque havia de ser regionalmente? Por essa ordem de ideias, as mulheres deviam votar em listas de mulheres e os homens em listas de homens, para que se sentissem representados. E os escalões etários também podiam ser divididos. E as profissões (arquitectos votavam em arquitectos). Ridículo?... Yep!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até aqui, o pessoal que defende os círculos uninominais até deve estar de acordo comigo em quase tudo. Está mal como está, então vamos mudar o sistema. A diferença é que uns querem corrigir as falhas acentuando-as e outros eliminando-as.&lt;br /&gt;Criar círculos em que elegemos uma só pessoa vai fazer com que votemos nela e não no partido?... Duvido!&lt;br /&gt;Vai fazer com que essa pessoa esteja mais perto de quem a elegeu, e portanto possa votar contra o partido quando os interesses dos “seus” eleitores estejam em causa?... Duvido!&lt;br /&gt;E, no entanto…&lt;br /&gt;Vai fazer com que a discrepância entre votos e eleitos seja ainda maior. Benefício evidente para os grandes partidos, que irá proporcionar a definitiva bipolarização do espectro político português. Vai passar a fazer sentido a lógica do voto útil (para quê votar na 3ª força, se a luta é só entre a 1ª e a 2ª?).&lt;br /&gt;Vai acentuar as injustiças baseadas na incidência regional. Um partido que esteja disperso por todo o País, sem grande incidência regional, pode representar 15% dos portugueses e não ter um único deputado. No entanto, se a Fátima Felgueiras criar um partido só dela e ganhar o círculo mais próximo da terra que lhe deu o nome, pode ter uma expressão mínima a nível nacional, mas vai ter representação no Parlamento Nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, ainda não percebi qual é a ideia em relação à criação desses microcírculos.&lt;br /&gt;Porque agora, mesmo não concordando com o sistema, há uma lógica na determinação dos círculos – São Distritos. Há uma identidade que une as pessoas do mesmo Distrito e há Distritos com mais e menos população. Dessa população, advém o número de deputados que elegem. Tudo bem.&lt;br /&gt;Mas os círculos uninominais têm de ter população idêntica. Como elegem todos o mesmo número (1) de deputados, têm de ser criados em função disso, invertendo a lógica anterior. Como é que se faz isso?&lt;br /&gt;Inevitavelmente, terá de deixar de haver uma lógica geodemográfica, o que me parece um bocado idiota. Porque, se não há uma identidade comum (mesmo que meramente administrativa) nos eleitores, então como é que o seu deputado os vai representar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece-me evidente que ninguém procura, com esta proposta, a justiça e a democracia. Os argumentos são poeira que oculta (mal) uma lógica de cristalização do actual poder. Quem decide é quem lá está e quem lá está decidirá em função da melhor forma de lá continuar.&lt;br /&gt;Os outros, os que estão fora da chamada “esfera do poder”, não terão mais do que comer e calar.&lt;br /&gt;Mas talvez os portugueses, que na sua maioria até votam no PS e no PSD, tenham algo escondido no fundo da sua aparente despreocupação. Talvez tirem inesperadamente um coelho da cartola e se demonstrem mais preocupados com o futuro democrático do que com o presente eleitoralista. Talvez os portugueses revelem um sentido de justiça e democracia que vá para além do seu partido de eleição e, mesmo sem deixarem de legitimamente votar em quem costumam votar, façam notar que não é esse o caminho que pretendem seguir.&lt;br /&gt;Talvez…&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5179468117974177778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/R-Eqz7FP1_I/AAAAAAAAACk/PGxpap-BQx4/s400/votar.jpg" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-5203137206613548863?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/5203137206613548863/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=5203137206613548863' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/5203137206613548863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/5203137206613548863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/03/pior-emenda-que-o-soneto.html' title='Pior a Emenda que o Soneto'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/R-Eqz7FP1_I/AAAAAAAAACk/PGxpap-BQx4/s72-c/votar.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-7407100107882829722</id><published>2008-03-12T13:23:00.002Z</published><updated>2008-03-12T13:27:21.299Z</updated><title type='text'>Alargar Horizontes</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Já lá vão tempos de tal forma longos que nem me lembro do ano que corria. Havia um Fórum de Discussão sobre Corfebol, onde se iam mandando umas bocas, fazendo uns comentários, falando amenamente sobre o que se ia passando neste nosso Mundo.&lt;br /&gt;A certa altura, um tal de Sr. R, personagem enigmática, elaborou um texto simpático, que fez abrir sorrisos na cara de muita gente. Fui um deles. Nunca cheguei a saber quem estava por trás desse texto, nem houve outros com a mesma assinatura. A curiosidade passou. Nunca mais se ouviu falar no Sr. R.&lt;br /&gt;No texto aludido, havia, a certa altura, a referência a um avô. Fiz a minha imagem mental dessa personagem. Não sei se era igual à imagem original do autor. Era a minha imagem.&lt;br /&gt;Estava nesses dias com vontade de escrever qualquer coisa e achei que a imagem que tinha feito do tal avô se podia adaptar ao texto que me ia saindo da caneta. Nessa altura ainda escrevia a caneta, passando depois para as teclas e o ecrã. Tenho ainda o rascunho desse texto, quase ilegível. Tenho pena que não se tenha preservado o definitivo, o que esteve plasmado na Web.&lt;br /&gt;E assim escrevi e tornei público um texto que tinha como base um início comum de todas as frases: “Eu é que sou o Avô que…”.&lt;br /&gt;A ideia não era criar uma personagem nem roubá-la ao autor original. Mas aconteceu que houve uma grande aceitação do texto. Houve outra vez uma abertura de sorrisos. Passava-se de “quem é o Sr. R?” para “quem é o Avô?”.&lt;br /&gt;Surpreendi-me quando alguém, a primeira vez que me viu depois desse texto, me ter cumprimentado com um “Olá, Avô”. Foi a única pessoa que desvendou imediatamente esse enigma.&lt;br /&gt;E resolvi arriscar outro texto. Este já não era tão consensual. Sob o lema “Planei e vi…”, era um texto em duas partes. Na primeira, com um tom pessimista, relatava certas coisas que me desagradavam no Corfebol. Na segunda, com um cariz mais conciliatório, ligava o botão do optimismo e enumerava uma lista de coisas positivas.&lt;br /&gt;A identidade do Avô apenas tinha sido envolta num pequeno mistério simplesmente por piada. Não era uma situação para durar. Aliás, em bom rigor, nunca foi. Quem quis saber e o perguntou com civilidade, teve sempre a sua resposta. Para segredo, foi sempre muito mal guardado.&lt;br /&gt;No entanto, houve nesta fase um episódio que talvez tenha determinado que não fosse apregoado aos quatro ventos algo que deixou de ser piada para ser, de certa forma, protecção.&lt;br /&gt;Estávamos eu e mais duas pessoas que pertenciam comigo a um projecto novo. Uma delas puxa o assunto “Avô” e gaba-lhe o escrever. Prestes a, vaidoso, assumir a paternidade dos textos, foi essa minha pretensão interrompida pela terceira pessoa. Que sim, que o primeiro texto, tinha sido muito giro, mas o segundo fazia afirmações que não lhe tinham caído bem.&lt;br /&gt;Perante tal revolta, e porque o projecto novo que tínhamos abraçado em conjunto poderia ser perigado por uma questão de somenos, calei a revelação.&lt;br /&gt;As afirmações polémicas eram o constatar de que algumas pessoas usavam o seu estatuto no Corfebol português para pressionar árbitros durante jogos decisivos. Nenhuma novidade. Apenas a novidade de ser escrito.&lt;br /&gt;Poderia ter aprendido que dar opiniões causa atritos. Poderia ter aprendido que as opiniões variam e que o clubismo pesa muito nessa variação. Mas não aprendi. Não aprendi porque já sabia e nunca deixei de saber. Mas também sei que, tal como aceito opiniões alheias, mesmo que com elas não concorde, é suposto que as minhas não causem a revolta que sempre causaram num punhado de pessoas, como se as ideias se combatessem com ameaças e insultos.&lt;br /&gt;A mesma pessoa que descobriu prontamente a identidade do Avô foi quem me sugeriu criar um Blogue. Aceitei a sugestão. Era fácil. Sem custos. Aderi à Blogosfera. Assim poderia veicular, pensava eu, as minhas dissertações sem polémica. Sendo meu o Blogue, a responsabilidade editorial seria exclusivamente minha. Não teria de prestar contas a quem quer que fosse. O público seria quem quisesse e quem não gostasse ficaria à porta.&lt;br /&gt;Sabemos que não tem sido bem assim, mas vive-se com o que se tem, rodeado de quem se tem à roda.&lt;br /&gt;Passaram, entretanto, três anos e meio, uma centena e um quarto de textos publicados, tantas polémicas causadas, umas pelos textos, outras pelos comentários aos textos.&lt;br /&gt;Comentários cuja hipótese nunca quis retirar. Acho que devem cá estar, por muito disparatados que alguns sejam. Apenas tive de eliminar comentários por três vezes (se a memória não me falha), sempre por palavras excessivamente grosseiras. Ironicamente, duas delas foram situações em que eram insultadas precisamente as pessoas que mais se queixam do que escrevo.&lt;br /&gt;O tema Corfebol foi esticado exaustivamente. Somos demasiado poucos e com uma expressão demasiado pequena para que haja assunto para falar com a regularidade que este Blogue teve durante tanto tempo. Acho que consegui esticar o elástico sem o partir nem lhe retirar qualidades. Posso-me orgulhar, sem falsas modéstias, por uma mão cheia de textos (é óbvio que há vários que não saíram tão bem) com qualidade, se atendermos a que foram sobre um tema que não seria fácil de replicar com tal constância.&lt;br /&gt;A mesma pessoa que disparou o “Olá, Avô” logo no início, e que sugeriu a criação de um Blogue, entendeu há tempos dizer-me que estava na hora de fechar a loja e partir para outros projectos, mais abrangentes. Não irei revelar os termos em que isso foi dito, mas foram termos interessantes, edificadores do ego do Avô, mas destrutivos para o mundo sem o qual o Avô não era Avô – o Corfebol.&lt;br /&gt;Então, agradecendo-te, L., aceito parcialmente a tua sugestão. E, numa altura em que o pessoal está a ler nisto uma despedida, inflicto um pouco nessa ideia. Não deixarei de escrever no Blog do Avô. Apenas deixarei de escrever exclusivamente sobre Corfebol.&lt;br /&gt;Ainda por cima, agora temos um segundo Blogue sobre Corfebol. Que, para mais, é assinado por um Neto, o que daria um toque de sucessão, não fosse o facto de tal projecto me ser completamente alheio. E, se esse espaço esteve um bocado hesitante no início, há indícios de que pode ser mesmo à séria. Teremos de esperar para ver, torcendo para que haja mais participação quando se falarem de coisas importantes do que quando se mexer na susceptibilidade de alguém.&lt;br /&gt;Esta é uma solução de compromisso comigo mesmo. O Corfebol continuará a figurar no endereço, no propósito, e no historial longuíssimo deste Blogue. Também figurará, sempre que isso seja pertinente, nas postagens. É lógico que a modalidade continuará a ter um papel fundamental na minha agenda.&lt;br /&gt;Talvez devesse romper com este Blogue e começar um de raiz. Talvez ainda o venha a fazer, se um período inicial não correr bem. Mas, para já, é esta a solução. Poderei fazer uma revisão a algumas coisas, se tiver disponibilidade para isso. Nomeadamente, devo retirar a rádio. Já nem sei o que lá passa, porque costumo tirar o som e nunca mais me deu para rever os seus conteúdos. A sua criação foi muito limitada em termos de músicas e não gostei muito do resultado.&lt;br /&gt;Aqui irão caber mais temas, mais assuntos, tratados de formas variadas. Menos de uma semana depois de ter, finalmente, terminado um livro que já andava a prometer há muito, acho que a altura é propícia.&lt;br /&gt;Espero manter o público e – quem sabe? – alargá-lo.&lt;br /&gt;Até breve!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-7407100107882829722?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/7407100107882829722/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=7407100107882829722' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7407100107882829722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7407100107882829722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/03/alargar-horizontes.html' title='Alargar Horizontes'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8926435838532174507</id><published>2008-02-29T14:14:00.002Z</published><updated>2008-02-29T14:22:16.436Z</updated><title type='text'>Esta data...</title><content type='html'>Faz hoje um ano que o Corfebol ascendeu ao top 10 da modalidades mais praticadas na Europa.&lt;br /&gt;Faz hoje dois anos que o Corfebol ascendeu ao top 50 das modalidades mais praticadas em todo o Mundo.&lt;br /&gt;Faz hoje três anos que o Corfebol ascendeu a primeira modalidade praticada na Holanda.&lt;br /&gt;E, se num dia vieram, no mesmo se foram as marcas históricas. Só existiram nesses dias e, por nesses serem, apenas no mais efémero da imaginação perduram.&lt;br /&gt;29 de Fevereiro é quase um 1º de Abril... é mentira, três em cada quatro anos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8926435838532174507?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8926435838532174507/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8926435838532174507' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8926435838532174507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8926435838532174507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/02/esta-data.html' title='Esta data...'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2117114073315717310</id><published>2008-02-15T14:10:00.002Z</published><updated>2008-02-15T14:18:20.532Z</updated><title type='text'>Cancelas no Topo da Montanha</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há temas complicados no Corfebol. Ainda bem. Se a Vida fosse simples, não tinha um terço da piada.&lt;br /&gt;Há temas que estão cheios de retorcidas voltas e intrincados nós. Nó de empatadura para cá, cais de guia para lá, nó de escota para além, opinião com siso hoje, volte-face amanhã, talvez-sim-talvez-não quase sempre.&lt;br /&gt;Há um tema em que isso, para mim, é particularmente acertado. Talvez porque em tempos há muito idos tinha uma opinião, que considerava inabalável; e depois passei a ver as coisas por outro prisma e a aceitar a opinião contrária; e mais tarde vejo-me balanceando entre o rol de prós e a lista de contras.&lt;br /&gt;1ª Divisão só com primeiras equipas? Só com primeiras e segundas? Sem restrições?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há anos que isto é motivo de debate. A evolução deu-se, primeiro, com a passagem de um modelo livre para um outro em que as terceiras equipas não podiam jogar na Divisão principal, mesmo que fossem claramente superiores a algumas que por lá andavam. O segundo passo foi deixar que só as A jogassem entre si, mesmo que algumas B pudessem ser claramente superiores a algumas destas.&lt;br /&gt;Curiosamente, começo por ver a mente dividida precisamente olhando para estas duas etapas à luz do critério principal de objecção - o valor das equipas que não podem passar da 2ª Divisão.&lt;br /&gt;                                                                                              &lt;br /&gt;É que, por acaso, penso que a primeira revolução foi mais sustentada do que a segunda, mas acho que a segunda implicou uma menor injustiça competitiva que a primeira.&lt;br /&gt;Isto porque, lá pelos anos 90, havia os grandes colossos, que apresentavam números fantásticos que chegavam a 7 equipas em competição. Dessas, era natural que a 3ª fosse superior às primeiras dos clubes emergentes. Portanto, reduzir a duas equipas por clube na 1ª Divisão podia ser frustrante para os técnicos e atletas dessas equipas, que existiam no ISEF ou na Secundária de Odivelas.&lt;br /&gt;No entanto, a grande vantagem era a sustentabilidade. Havia clubes em número suficiente para que houvesse luta pelos lugares no primeiro escalão. Até porque eram duas equipas de cada que podiam entrar nessa luta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda etapa deste processo não mostrou o mesmo fosso entre as últimas equipas da 2ª Divisão e as melhores da 1ª. Pode-se dizer que, ao contrário do primeiro caso, as equipas presentes na 1ª Divisão podiam perfeitamente lá estar sem escândalo (utilizando uma palavra que, no âmbito do “comentarismo” desportivo fica sempre atenuada). Se as tais “C” que ficaram de fora em tempos idos eram claramente superiores a outras que lhes passaram à frente, as mais fracas “A” actuais são equiparadas às melhores “B”.&lt;br /&gt;Mas deu-se o problema da sustentabilidade. O factor que abala esta medida é a falta de concorrentes aos lugares disponíveis. Não há clubes suficientes para que um número lógico de equipas “A” lute pela 1ª Divisão.&lt;br /&gt;Apesar de, no projecto inicial, terem sido incluídas cláusulas regulamentares que impõem uma classificação meritória na 2ª Divisão para a subida à 1ª, o que é certo é que não há uma luta pela subida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A regra geral é contrária à prática tradicional do Corfebol português. Habituámo-nos a esta coisa de ter várias equipas do mesmo clube na mesma competição, mas isso praticamente não existe noutros países nem noutras modalidades.&lt;br /&gt;Se olharmos para as outras modalidades colectivas em Portugal, o que vemos é que a regra é haver uma única equipa por escalão. Se um atleta não tem valor para jogar a titular nessa equipa, o melhor que tem a fazer é ir para um clube mais fraco.&lt;br /&gt;Mesmo quando há equipas “B”, o comum é que nunca possam disputar a mesma divisão. Servem como equipa de reservas, para formar atletas com o objectivo de, a qualquer momento, subirem à equipa principal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Corfebol é diferente. Um grande número de equipas por clube facilita o trabalho organizativo, implicando uma única estrutura para várias equipas. Aceitá-las em competição é garantir números. Números de atletas, números de equipas… só falhando algo que se tem revelado essencial, que são os números de clubes.&lt;br /&gt;As medidas tomadas visaram, entre outras, essa questão. Reduzir o número de equipas por clube na 1ª Divisão é um incentivo a que surjam novos clubes, que cresçam os clubes emergentes e que se atenue a tendência para clubes sobredimensionados e hegemónicos.&lt;br /&gt;Em vez das 7 equipas do ISEF ou das 6 do NCESO, ou das 5 do Sassoeiros, abriu-se espaço para o crescimento do Carnaxide ou do Porto, para o aparecimento do NCB ou do Liberdade, para um último fôlego da Batalha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E Batalha rima com falha. O fôlego, que se esperava decisivo para uma nova vida, acabou por ser o canto do cisne. Houve, sem dúvida, um novo empenho, uma nova motivação, mas esvaiu-se rapidamente, mostrando de novo as fragilidades que há anos que se anunciavam, e perdeu-se a batalha (com ou sem maiúscula, dependendo do sentido que quiserem adoptar).&lt;br /&gt;Aliás, parece que há uma tendência contrária às intenções no que diz respeito aos clubes a Norte. Parece-me mera coincidência mas, entre 1995 e 1996 (pouco depois da primeira restrição) desapareceram o Sangalhos, a ESE de Viana, a ESE do Porto e o FCDEF.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, tentando resumir, os princípios apresentam-se como bem intencionados e correctos. No entanto, para que as coisas funcionem verdadeiramente, é importante que haja mais LAC’s a aparecer, que haja mais Doroteias a regressar (mesmo que com nomes alterados), que haja SLB’s a entrar no jogo.&lt;br /&gt;Parece-me evidente que mais vale ter muitos clubes “monoequipa” do que poucos clubes “multiequipa”. Mas, seja feita justiça a quem reclama - quase sempre olhando para a sua “B” – e veja-se isto como a pescadinha de rabo na boca: Este incentivo a que haja mais clubes pressupõe a existência de mais clubes.&lt;br /&gt;E agora desate-se o nó, que eu não consigo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2117114073315717310?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2117114073315717310/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2117114073315717310' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2117114073315717310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2117114073315717310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/02/cancelas-no-topo-da-montanha.html' title='Cancelas no Topo da Montanha'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-7925285667997598589</id><published>2008-01-24T14:48:00.000Z</published><updated>2008-01-24T14:49:53.833Z</updated><title type='text'>O Meu Mundo está Mais Largo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pela primeira vez na sua história, a Internacional Corfebolista (movimento ideológico criado, &lt;em&gt;hic et nunc&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;by&lt;/em&gt; Avô) tem, desde Dezembro de 2007, um número de países filiados (contam os critérios da IKF) superior ao dobro dos anos da sua existência. Contas estranhas, que só passariam por esta cabecinha que inventa marcos históricos em qualquer lado.&lt;br /&gt;Aos 104 anos, o Corfebol atingiu os 54 países com prática suficiente para estarem filiados na Federação Internacional. Foram mais 10 (!) na última Assembleia Geral, cabendo aos argentinos o fecho actual da lista.&lt;br /&gt;                                                             &lt;br /&gt;Em 1978, para comemorar os 75 anos da KNKV (Federação Holandesa de Corfebol; primeira no Mundo), realizou-se o primeiro Mundial de Corfebol. Participaram, então, 8 países, de entre os 10 que estavam filiados na IKF. Em pouco mais de 30 anos… o crescimento é considerável.&lt;br /&gt;Hoje, 24 países estiverem presentes nos oito Mundiais realizados. Apenas 4 (se considerarmos a Inglaterra como o legítimo sucessor da Grã-Bretanha e a Alemanha como o legítimo sucessor da RFA) foram totalistas. Os dois que não referi, está bom de ver, foram a Holanda e a Bélgica, que disputaram todas as finais, tendo apenas a Bélgica levantado uma vez o troféu (em 1991).&lt;br /&gt;Esse é o grande ponto fraco da modalidade. Falta competitividade no topo. Só olhando para os Mundiais, vemos que o 3º lugar já foi de 5 selecções, e que já houve 15 que ficaram nos 8 primeiros, o que, em 8 edições, nem é mau. Mas as finais são muito repetitivas…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer forma, foque-se o que é bom. E o bom é termos 54 Federações (ou outros organismos equiparados) que integram o Movimento Corfebolístico Internacional (mais politicamente correcto que “Internacional Corfebolista”).&lt;br /&gt;Algumas adormecidas, é verdade, outras embrionárias, claro, mas todas no Directório. 27 Europeias, 12 Asiáticas, 9 Americanas, 3 Africanas, 3 da Oceânia.&lt;br /&gt;Nico Broekhuysen deve estar contente, lá no fundo da sua tumba; Adrie Zwaanswijk deve estar grato, lá no descanso da sua reforma; Jan Fransoo deve estar merecidamente orgulhoso, lá no labor do seu cadeirão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se algum dia, vos perguntarem se essa coisa que nós praticamos se joga em algum lado, espetem-lhes com a lista dos 54 e riam-se. E, já agora, não se esqueçam de que, a este ritmo, a qualquer momento os argentinos podem ter deixado de ser o fim da lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dank U&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-7925285667997598589?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/7925285667997598589/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=7925285667997598589' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7925285667997598589'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7925285667997598589'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/01/o-meu-mundo-est-mais-largo.html' title='O Meu Mundo está Mais Largo'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-6993009044529652127</id><published>2008-01-05T13:05:00.000Z</published><updated>2008-01-05T13:17:22.697Z</updated><title type='text'>3 Reis (um oldie)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Chamem-lhe nostalgia, chamem-lhe falta de tempo, chamem-lhe preguiça, chamem-lhe falta de tema, mas hoje, véspera do Dia de Reis, meto aqui um oldie, repescado de tempos já idos há muito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Algumas referências estão desactualizadas (alguém ainda se lembra da Bárbara Guimaarães na Chuva de Estrelas?), outras podiam estar diferentes (camelos e Mário Lino ainda não se relacionavam quando isto foi escrito), outras, devo dizer sinceramente que não me lembro a que se referem (aquela dos cães vivos... se alguém me puder refrescar a memória...).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fica a memória, a lembrar tempos mais quentes e de quando ainda nos juntávamos todos, anualmente, na praia de Carcavelos, a mandar umas bolas aos cestos no fresquinho da noite.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cá fica, pois, o oldie. Penso que data de Junho de 2003, mas não tenho a certeza.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;De remotos reinos das arábias, 3 Reis avançam, nos seus camelos, pela Avenida Marginal. Os passantes estranham. É hábito ver camelos a guiar, mas não é tanto vê-los a serem guiados pelas estradas de Portugal.&lt;br /&gt;Os 3 Reis (George Clooney, Ice Cube e Mark Whalberg) tinham ido ter a Belém por engano. Chegados à Torre, concluíram que não era bem aquela Belém que queriam e puseram-se a caminho, na direcção de Cascais, à espera de um sinal.&lt;br /&gt;A certa altura, ali para Carcavelos / São Julião, viram luz. Não era uma estrela, mas sim a luz dos holofotes na praia, auxiliada por uma outra luz, muito mais forte, que é aquela que sempre irradia dos locais onde se junta gente gira a fazer coisas giras.&lt;br /&gt;Ataram os camelos à rotunda das bossas de relva. Pareceu feita à medida, porque tem bossas e porque se não foi feita para atracar camelos, dá pelo menos a ideia de terem sido camelos a projectá-la, a avaliar pela estética / utilidade da coisa.&lt;br /&gt;Desceram, então, às areias. Pensavam que se iam sentir em casa, mas havia muita gente, muito mais do que nos desertos que estavam habituados a calcorrear. Passava das 200 pessoas, à volta de um oásis com meia dúzia de palmeiras esquisitas.&lt;br /&gt;Esquisitas e inúteis, porque pouca sombra dão e porque em vez de as pessoas irem lá buscar fruta, passaram o tempo a atirar a fruta (uns frutos redondos, grandalhões) lá para cima. E o pior é que, mesmo que acertassem, aquilo voltava sempre a cair (ritual estranho, o destes ocidentais!).&lt;br /&gt;Não havia manjedoura, mas uma tenda. Lá dentro não havia vacas e burros, mas alguns cães vivos. Lá fora, Deus dava o sinal da sua presença através de trombetas e da Sua voz incessante, ecoante, possante, que chagava a todo o lado com uma aparência de… Ferro.&lt;br /&gt;A certa altura, nem a Estrela faltou. Uma estrela, ainda por cima, habituada a lidar com chuvas delas. Foi difícil de encontrar porque estava mascarada de pulga.&lt;br /&gt;Convencidos, finalmente, de aquele era o local que procuravam, encontraram o chefe Ralf e expuseram-lhe as prendas que tinham para dar.&lt;br /&gt;O George trazia Qualidade.&lt;br /&gt;O Ice trazia Boa-Disposição.&lt;br /&gt;O Mark trazia Amizade.&lt;br /&gt;Agradecido, o Ralf disse que não necessitava de tais oferendas e convidou-os a olhar bem à sua volta.&lt;br /&gt;A qualidade da organização daquele evento, a amizade que emanava daquele estranho Desporto, a boa-disposição que reinava entre todas aquelas pessoas, deixaram o 3 Reis admirados. Perceberam, então, que se alguém tinha prendas a receber eram eles.&lt;br /&gt;Receberam uma lição de humildade; prometeram fazer uma equipa das arábias para a 4ª edição; mas o que os deixou mesmo banzados de todo foram as ofertas que levaram para casa:&lt;br /&gt;Imaginem o sucesso que eles não fizeram  lá pelos desertos com as suas t-shirts “Hot Inside”, as suas fitas “Love 2 Dance” a substituir os turbantes, os porta-chaves do Corte Inglês ao pescoço e (principalmente!) as botijas do “Vem Jogar Misto” penduradas nas bossas dos camelos.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-6993009044529652127?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/6993009044529652127/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=6993009044529652127' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6993009044529652127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6993009044529652127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2008/01/3-reis-um-oldie.html' title='3 Reis (um oldie)'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-7869286477947234016</id><published>2007-12-18T12:41:00.000Z</published><updated>2008-12-10T21:26:37.889Z</updated><title type='text'>És Grande!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A afirmação de uma instituição (como o Corfebol) passa muito pela existência de ícones. Ícones num sentido popular e nada peirciano. No sentido de algo que identifica a instituição perante os seus públicos interno e externo.&lt;br /&gt;É comum esses ícones serem algo injustos. Nem sempre reconhecem o racional e optam pelo emotivo. Tem de haver um impacto aos sentidos e esse nem sempre coincide com a lógica racional.&lt;br /&gt;Então quando de pessoas se trata, mais firme é esta ideia. Referi-o há uns tempos, quando falei no Nico Broekhuysen. O Nico é um ícone e não vale a pena mexer-lhe, mesmo que não seja assim tão “Pai” do Corfebol como a história nos conta. O que é certo é que a história oficial é mais apelativa aos sentimentos do que a história revista cientificamente.&lt;br /&gt;É como quanto aos fundadores de pátrias várias. São sempre vistos sob a capa de heroísmos sem fronteiras, escondendo essa capa os seus defeitos e exaltando as suas virtudes, em nome do nacionalismo. Isto vai de Nasser a Lenine, de Bolívar a Júlio César, de Selassié a Ataturk, de Tito a Washington, de Hoxha a Agostinho Neto, de Kim il Sung a Afonso Henriques.&lt;br /&gt;Mas isto é importante para a ligação das pessoas com as instituições, sejam elas países ou outras. O povo precisa de bandeiras, de ícones, de heróis. E sempre que o acaso nos dê de bandeja um herói, temos de sugar o seu potencial até ao tutano.&lt;br /&gt;Agora imaginem um Campeonato do Mundo. Em Bruno (isso de palavras sem vogais é para os checos; aqui é Bruno), lá longe na emergente Europa.&lt;br /&gt;Prestação brilhante dos nossos representantes. Ficámos somente atrás de quem? Da Holanda, que é… a Holanda. Da Bélgica, que só por uma vez lhe viu fugir um lugar na Final de alguma competição oficial para selecções seniores. Da República Checa, que para além de jogar em casa, foi quem conseguiu esse feito único de alguma vez se ter intrometido entre os dois crónicos gloriosos do Corfebol mundial.&lt;br /&gt;Não digo que isto dê para escrever um épico sobre a ida dos lusitanos a Bruno, mas é de se exaltar. Só que agora vem a parte dos ícones, das bandeiras, dos heróis.&lt;br /&gt;Perdida em locais esconsos estava a informação de que tivemos a melhor marcadora da competição. Excelente! Já é uma repetente nestas andanças, mas é sempre de salientar o facto, que deve ser visto com orgulho por quem foi representado por esta atleta. A camisola que ela vestia, apesar de pequena, porque a rapariga veio ao Mundo numa embalagem XS, vestia-nos a todos, corfebolistas portugueses, e todos devemos sentir que cada um dos 17 golos que foi enfiando nos cabazes alheios era um pouco nosso. Os melhores marcadores fomos, também, cada um de nós.&lt;br /&gt;O conceito de melhor marcador é dos tais que se dá uma importância mais iconográfica do que racional. É um indicador que tem a suprema vantagem de ser o mais quantificável de todos. É muito mais difícil traduzir em números qualquer outra acção de jogo e o Golo é sempre o sumo de todos os desportos com bola. Daí que, em todos os que se jogam colectivamente (talvez com excepção do voleibol… e admito que possam existir mais excepções à regra), o melhor marcador seja sempre referenciado e seja um título ambicionado.&lt;br /&gt;Nos primórdios desta aventura que é o Corfebol português, um dos grandes senhores da modalidade, chamado Francisco Gradeço, foi o melhor marcador (ou terá vencido um concurso de lançamentos, ou qualquer coisa assim) de uma Europa Cup. Na altura, o ícone foi espremido de tal forma que aquele jogador era conhecido pelos mais jovens como “o melhor lançador da Europa” e isso enchia a malta de orgulho. Era um modelo a seguir. Já se sabia que lançava com uma facilidade e precisão fantásticas, mas o “título”, mesmo sem alterar as suas capacidades, vinha-lhe conferir uma notoriedade especial, como se ser bom dependesse de um diploma.&lt;br /&gt;Exalte-se, portanto, a melhor marcadora do Mundial, que é nossa - Tuga. Mas não nos ficámos – não ficou esta atleta – por aqui.&lt;br /&gt;A organização do campeonato atribuiu-lhe o título de Melhor Jogadora. Sim, &lt;strong&gt;a melhor jogadora do Mundial foi portuguesa&lt;/strong&gt;. Lado a lado com o Melhor, Michiel Gerritsen, que é nada mais nada menos que o único atleta profissional no Planeta Terra e adjacentes.&lt;br /&gt;O potencial emblemático deste facto não foi minimamente aproveitado. Temos uma bandeira em mãos, senhores. Vejam o potencial para a motivação dos nossos jovens, para a divulgação mediática, para a credibilidade da modalidade no nosso País… E não há referências nem pela Federação nem pelo Clube. Souberam os que lá estiveram e mais um punhado de pessoas que casualmente tropeçaram na informação.&lt;br /&gt;Se marcar mais golos é um dado objectivo, ser o melhor é de uma subjectividade tremenda. Não me quero pôr a adivinhar se os mais reputados técnicos acham que esta atleta é a melhor do Mundo, se foi sequer a melhor na competição ou até se é a melhor em Portugal. Mas que ganhou o prémio, lá isso ganhou, e esse já ninguém lho tira.&lt;br /&gt;Em tempos chamei-lhe qualquer coisa como a Rainha das Bancadas. Não me lembro se a expressão era esta exactamente, mas o sentido era esse. Se não engano foi na sequência de um Europeu jovem, em Rio Maior, em que um público maioritariamente afastado do Corfebol a adoptou como estrela maior da companhia nacional. Porque foi quem mais lhes apelou aos sentidos. Não necessariamente a jogadora mais eficaz, na totalidade das tarefas de jogo, mas sem dúvida a mais espectacular. E continua a ser a pessoa que, ao longo dos últimos anos, é mais agradável de ver a jogar.&lt;br /&gt;Se um treinador em Portugal escolheria uma ou duas colegas de selecção antes desta para formar uma equipa vencedora, acredito que sim. Se um Manager em Portugal escolheria esta jogadora em primeiro lugar para garantir o espectáculo, sem prejudicar a qualidade de jogo, também o acredito.&lt;br /&gt;Faz-me lembrar, em anos bem lá para trás, um tipo, também ele baixinho (e marreco, ainda por cima), que fazia sempre com que valesse a pena ir ver jogos de Corfebol. Chama-se ele Nuno Ferro e também vestia de azul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;És Grande, Inês Biocas!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5145294241598319682" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 213px; CURSOR: hand; HEIGHT: 347px; TEXT-ALIGN: center" height="347" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/R2fB2g9UrEI/AAAAAAAAACc/uIsg-TKSGBg/s400/SPEL9702.jpg" width="196" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-7869286477947234016?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/7869286477947234016/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=7869286477947234016' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7869286477947234016'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7869286477947234016'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/12/s-grande.html' title='És Grande!'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/R2fB2g9UrEI/AAAAAAAAACc/uIsg-TKSGBg/s72-c/SPEL9702.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-897146785319674601</id><published>2007-12-06T14:35:00.000Z</published><updated>2007-12-06T14:41:48.112Z</updated><title type='text'>3 Alegorias para um Epílogo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Alegoria 1&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;          &lt;br /&gt;Ser criança é, por vezes, frustrante. Quer-se ir brincar para a rua, quer-se comprar um brinquedo, quer-se comer um doce, mas não se pode sem autorização desses adultos que decidem sem que se percebam as razões.&lt;br /&gt;O Menino não era diferente. Tinha as frustrações de todos os meninos quando se deparam tantas vezes com uma barreira de incompreensíveis “nãos”. Para fazer frente ao problema, o Menino começou pela forma mais básica – a insistência. “Mas porquê?”, “Vá lá!”... eram as expressões mais ouvidas, até à exaustão.&lt;br /&gt;Depois, ainda menino mas já mais sabedor das manhas da vida, o Menino refinou o truque. Passou a bater a diferentes portas, até ser satisfeita a sua vontade.&lt;br /&gt;Quando queria um chocolate, pedia à mãe. E se esta lho recusava, pedia ao pai. Se este lho recusava, pedia ao tio, à avó, à madrinha… Até que alguém, mais atento à satisfação do que a outras preocupações mais cinzentas, lhe concedia o desejo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;E era vê-lo, triunfante, exibindo o seu troféu, sacado a custo, certo da justeza da concessão, olhando para os familiares anteriores com o rancor que merece quem julgou mal. Afinal ele tinha razão. Afinal merecia o chocolate. Se não o merecesse, este último familiar ia-lho dar? Claro que não.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;Alegoria 2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O Menino cresceu, era agora o Rapaz, mas continuava com esse apetite voraz por chocolates.&lt;br /&gt;Havia na escola um Moço a quem mãe dava dinheiro para o almoço na escola, mas que o estourava em chocolates. Justiça lhe seja feita, era generoso para com os amigos e até dividia os chocolates com eles.&lt;br /&gt;Um dia, estava o chocolate do Moço no fim, sobrava um quadradinho, e apareceu um Amigo que lhe pediu esse último pedaço. Sem dar tempo para a resposta, que seria naturalmente positiva, o Rapaz, que estava perto, pediu-lhe também o quadradinho final.&lt;br /&gt;Dividir estava fora de questão, ou o recheio de morango escorreria pelos dedos dos três jovens. Decidido a fazer prevalecer a ordem dos pedidos, o Moço explicou ao Rapaz que o Amigo tinha pedido primeiro.&lt;br /&gt;Mas o Rapaz não entregava facilmente o ouro ao bandido. Afiançou-lhe então que, caso não lhe desse o derradeiro quadradinho, iria contar à sua mãe onde é que ele gastava o dinheiro dos almoços. Nunca mais haveria chocolates.&lt;br /&gt;“Mas aí tu também nunca mais os comes”, dizia tremulamente o Moço. “Paciência; a mim não me passam para trás”, informava o triunfante Rapaz. “Faz o que achares melhor”, resignava-se o Amigo.&lt;br /&gt;Oscilante entre os seus princípios morais e o temor que tinha à reacção da mãe caso descobrisse; hesitante entre o que achava correcto e a perspectiva de nunca mais comer chocolates na escola; balançando entre o idealismo e o interesse material, o Moço pediu desculpas ao Amigo e deu o quadradinho ao Rapaz.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#003300;"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;E era vê-lo, triunfante, exibindo o seu troféu, sacado a custo, certo da justeza da concessão, olhando para o Amigo com o rancor que merece quem lhe tentou tirar o que era seu. Afinal ele tinha razão. Afinal merecia o chocolate. Se não o merecesse, o Moço ia-lho dar? Claro que não.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;Alegoria 3&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Já Homem, os chocolates deram origem a outras dependências. As desilusões da vida levaram ao vício, o vício à dependência séria, a dependência à marginalidade. Furto aqui, esquema ali, acabou por esfaquear um caixa de uma mercearia. Azar, o caixa morreu. Cúmulo do azar, havia um novo sistema CCTV na loja e ficou tudo filmado.&lt;br /&gt;Mas já sabemos que o Homem não é pessoa para se dar por vencido assim por dá cá aquela palha. Mobilizou todos os meios que conseguiu e o seu advogado provou, por A+B, que o CCTV não estava ainda registado. Faltavam umas burocracias quaisquer ligadas à protecção de dados e às liberdades individuais dos cidadãos. O dono da mercearia ainda nem tinha colocado uns autocolantes que lá tinha a avisar que os clientes e ladrões estavam a ser filmados.&lt;br /&gt;O vídeo era a única prova e esta tinha sido conseguida de forma ilegal. Toda a gente sabia que tinha sido ele o autor do crime, mas a justiça é cega e acabou por ser posto em liberdade.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;E era vê-lo, triunfante, exibindo a sua liberdade, sacada a custo, certo da justeza da concessão, olhando para os familiares do caixa de mercearia com o rancor que merece quem lhe tentou tirar o que era seu. Afinal ele tinha razão. Afinal merecia a liberdade. Se não o merecesse, o tribunal ia-lha dar? Claro que não.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#660000;"&gt;Epílogo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De conquista em conquista, sempre certo da plenitude da sua razão, o Velho, que fora em tempos Menino, e depois Rapaz, e depois Homem, viveu numa felicidade encenada. Esfregava cada sucesso na cara de quem lhe fazia frente. Ria, ria muito. Sentia que tinha motivos para ser feliz e que todos gostariam de estar no seu lugar.&lt;br /&gt;Mas poucos lhe invejavam a posição. Durante a sua vida, perdera gradualmente a afeição da família, o companheirismo dos amigos e o respeito da sociedade. Ria, sim, mas ria sozinho.&lt;br /&gt;E quando, finalmente, o vida se lhe extinguiu, o filme da sua vida que viu passar em frente aos olhos fê-lo chorar. Quando a alma se soltou do corpo ainda teve tempo de pedir desculpa a todos quantos atropelou, a todos quantos pisou para chegar mais alto.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Mas já ninguém o ouviu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-897146785319674601?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/897146785319674601/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=897146785319674601' title='35 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/897146785319674601'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/897146785319674601'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/12/3-alegorias-para-um-eplogo.html' title='3 Alegorias para um Epílogo'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>35</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8581235804936600886</id><published>2007-11-22T16:56:00.000Z</published><updated>2007-11-23T11:16:44.861Z</updated><title type='text'>Os Jovens no Galinheiro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Os galinheiros andam na moda. Tenho visto alguns por aí e, apesar de serem sempre estranhos, tudo o que venha para aumentar a prática desportiva em Portugal é bem vindo. Por galinheiros, refiro-me àqueles campos semi-cobertos, em que parte das paredes são grades e outra é parede, com tecto para não chover (pelo menos se não houver vento a soprar de uma das faces gradeadas).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já foi há uns dias que vi pela primeira vez um desses exemplares ali para os lados do Campo Grande, nas terras onde mandam as Irmãs Doroteias. Vê-se da 2ª Circular. Chamou-me particularmente a atenção um cesto amarelo que se consegue habitualmente vislumbrar lá ao fundo, encostado. Presumo que haja outros, mas não convém procurá-los ou ainda nos espetamos no companheiro de trânsito da frente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, às 11 e pouco, lá ia eu outra vez a circular na 2ª e vi um dos cestos ali ao meio, mais perto do nós, automobilistas, não encostado, e havia jovens ao seu redor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já o facto de ver um cesto de Corfebol me deixava satisfeito. Agora ainda era melhor. Era um cesto de Corfebol a ser utilizado. Não é que seja grande coisa, principalmente se virmos que até é num local tradicionalmente ligado à modalidade, mas é gira a sensação que me percorre nestas alturas e pensei partilhá-la um pouco convosco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho tido boas notícias sobre o alargamento do número de equipas, de certa forma a contrariar o clima negativo que alguns teimam em espalhar. Ainda ontem soube de boas novas sobre um clube e fiquei muito satisfeito. Este ano parece que vai ter mais equipas e até mais um clube (o tal que se deixa ver a treinar lá para a 2ª Circular). Isso é muito bom.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É pena a apatia que aparentemente se instalou onde era suposto haver a pica usual em quem inicia um novo projecto. Essa apatia demove, desmotiva. Nada se sabe, nada se avança. Espera-se e desespera-se...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Num ano em que crescemos, podemos estar a pôr um freio no crescimento com a falta de iniciativa. Quando raio é que se começa a jogar? Quando é que deixam os jovens sair do galinheiro?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8581235804936600886?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8581235804936600886/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8581235804936600886' title='31 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8581235804936600886'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8581235804936600886'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/11/os-jovens-no-galinheiro.html' title='Os Jovens no Galinheiro'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>31</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-7261877278613725360</id><published>2007-11-09T14:59:00.000Z</published><updated>2008-12-10T21:26:38.149Z</updated><title type='text'>O Esplendor de Portugal</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RzR3TCHgOnI/AAAAAAAAACU/Cu5Owjq3yOU/s1600-h/portugal.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130857044351400562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 247px; CURSOR: hand; HEIGHT: 167px; TEXT-ALIGN: center" height="134" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RzR3TCHgOnI/AAAAAAAAACU/Cu5Owjq3yOU/s400/portugal.jpg" width="191" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Brno chegaram os &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Heróis&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, vindos do País &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;do Mar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, representantes desse &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Nobre Povo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que são os corfebolistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Defendendo as cores da Lusa &lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;Nação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, com espírito &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Valente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, lutam por um feito &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Imortal&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Os 17 verde-rubros têm estado acima das mais comuns expectativas. Façam o que fizerem a partir de agora, já merecem o registo nestas páginas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Chegados às nuvens, o Céu é o limite.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;PAR&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ffff33;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;BÉNS!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-7261877278613725360?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/7261877278613725360/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=7261877278613725360' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7261877278613725360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/7261877278613725360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/11/o-esplendor-de-portugal.html' title='O Esplendor de Portugal'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RzR3TCHgOnI/AAAAAAAAACU/Cu5Owjq3yOU/s72-c/portugal.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2426168485554569931</id><published>2007-10-27T11:36:00.000+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:38.338Z</updated><title type='text'>A Galinha Ruiva</title><content type='html'>&lt;div&gt;A Galinha Ruiva pediu ao Cão, ao Gato, ao Porco e ao Rato que a ajudassem a formar os Órgãos Sociais da sua Federação de Corfebol.&lt;br /&gt;- Não – disseram o Cão, o Gato, o Porco e o Rato.&lt;br /&gt;- Está bem – disse a Galinha Ruiva – formo eu sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Galinha Ruiva pediu ao Cão, ao Gato, ao Porco e ao Rato que a ajudassem a divulgar as actividades da sua Federação.&lt;br /&gt;- Não – disseram o Cão, o Gato, o Porco e o Rato.&lt;br /&gt;- Está bem – disse a Galinha Ruiva – divulgo eu sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Galinha Ruiva pediu ao Cão, ao Gato, ao Porco e ao Rato que a ajudassem a encontrar árbitros para apitar os jogos.&lt;br /&gt;- Não – disseram o Cão, o Gato, o Porco e o Rato.&lt;br /&gt;- Está bem – disse a Galinha Ruiva – encontro eu sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Galinha Ruiva pediu ao Cão, ao Gato, ao Porco e ao Rato que a ajudassem a encontrar patrocinadores para a sua Federação.&lt;br /&gt;- Não – disseram o Cão, o Gato, o Porco e o Rato.&lt;br /&gt;- Está bem – disse a Galinha Ruiva – procuro eu sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Galinha Ruiva pediu ao Cão, ao Gato, ao Porco e ao Rato que a ajudassem a dar formação de Corfebol a professores.&lt;br /&gt;- Não – disseram o Cão, o Gato, o Porco e o Rato.&lt;br /&gt;- Está bem – disse a Galinha Ruiva – dou eu sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Galinha Ruiva pediu ao Cão, ao Gato, ao Porco e ao Rato que jogassem Corfebol com ela.&lt;br /&gt;- Sim! – disseram o Cão, o Gato, o Porco e o Rato.&lt;br /&gt;- Não – disse a Galinha Ruiva – jogo eu sozinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RyMVzfBHzjI/AAAAAAAAACM/bXiR7jdOR8E/s1600-h/O9YKGMCAFCWSHWCAM7T5HFCA2H03Z0CACDP4QKCA1X3HONCASNOKRYCAW0WSEOCAGNX2ZXCAURGY55CAPK7JHVCA9H32O7CAUQNV4JCAU2XKLMCAHUZDFACA4O7IDKCA2DAWXTCAINQC4K.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5125964775121473074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="160" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RyMVzfBHzjI/AAAAAAAAACM/bXiR7jdOR8E/s320/O9YKGMCAFCWSHWCAM7T5HFCA2H03Z0CACDP4QKCA1X3HONCASNOKRYCAW0WSEOCAGNX2ZXCAURGY55CAPK7JHVCA9H32O7CAUQNV4JCAU2XKLMCAHUZDFACA4O7IDKCA2DAWXTCAINQC4K.jpg" width="119" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Esta é uma fábula infantil tradicional ligeiramente adaptada à nossa realidade. Mas foi preciso uma adaptação tão ligeira que até assusta. A realidade, neste caso, está bem perto da ficção e a moral da história ainda vai acabar por se abater sobre nós todos. Se não ajudarmos a fazer o pão, um dia também não o comeremos. A única diferença é que, no nosso caso, a Galinha Ruiva não pode comer o pão sozinha, como fez na fábula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando um grupo interessado em fazer qualquer coisa pelo colectivo pede ajuda, temos de pensar o que é podemos fazer para colaborar. Usando uma fase esgotada, não pensar o que é que o Corfebol pode fazer por nós mas sim o que é que nós podemos fazer pelo Corfebol.&lt;br /&gt;Há uma nova dinâmica no Corfebol português. Continuo a achar que é uma dinâmica escondida, que tarda a fazer-se mostrar (o Vento continua a muito pouco me dizer), mas ela existe.&lt;br /&gt;Portanto, aproveitem agora para dar os necessários passos em frente. Saiam de trás das rochas em que se esconderam durante tanto tempo e digam “Presente!”. Aqueles que o têm feito podem confirmar-vos que, depois, a satisfação de ver as coisas feitas é mito maior.&lt;br /&gt;Claro que é mais fácil continuar atrás da rocha e ir mandando pedras indiscriminadas. Claro que é mais fácil dizer que está tudo mal, sem alguma vez sabermos se faríamos melhor se a isso nos dispuséssemos.&lt;br /&gt;Mas das facilidades não reza a História. E, mais do que ganhar jogos, é Campeão quem nos consegue pôr os jogos na bandeja para que os possamos ganhar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2426168485554569931?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2426168485554569931/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2426168485554569931' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2426168485554569931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2426168485554569931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/10/galinha-ruiva.html' title='A Galinha Ruiva'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RyMVzfBHzjI/AAAAAAAAACM/bXiR7jdOR8E/s72-c/O9YKGMCAFCWSHWCAM7T5HFCA2H03Z0CACDP4QKCA1X3HONCASNOKRYCAW0WSEOCAGNX2ZXCAURGY55CAPK7JHVCA9H32O7CAUQNV4JCAU2XKLMCAHUZDFACA4O7IDKCA2DAWXTCAINQC4K.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-792119383031088196</id><published>2007-10-16T14:15:00.000+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:38.439Z</updated><title type='text'>O Vento nada me diz</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pergunto ao vento que passa notícias do meu País e o vento cala a desgraça; o vento nada me diz.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A palavra "desgraça" está exagerada, claro, mas vocês percebem, não é?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um quarto de século após a morte de um grande vulto, cá estou eu com a minha mania de marcar efemérides, sejam elas boas ou más ou assim-assim. E esta deve mesmo ser marcada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5121926866894892338" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 144px; CURSOR: hand; HEIGHT: 156px; TEXT-ALIGN: center" height="139" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RxS9WSrMrTI/AAAAAAAAACE/TuHwlNdsmPQ/s320/adriano.jpg" width="147" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pois pego nestas palavras de Alegre, imortalizadas pela música de Adriano, e penso no meu País, este Corfebol do qual o vento nada me diz. Não porque cale a desgraça, penso eu, mas porque não tem mesmo o que dizer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Depois da tempestade, veio a bonança, a calma, a ausência do restolhar breve de uma folha num passadiço outonal. Talvez porque não seja ainda Outono, apesar de já o ser.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Is there anybody out there?, perguntariam vozes mais agitadas que a de Adriano. E o vento continuaria a nada lhes dizer.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos um Corfebol novo. Temos esperança. Temos vontade de acreditar na vontade de fazer. Temos, tenho a certeza que temos... tarda é em dar sinais de vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É que nem as competições self-service apareceram!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-792119383031088196?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/792119383031088196/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=792119383031088196' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/792119383031088196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/792119383031088196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/10/o-vento-nada-me-diz.html' title='O Vento nada me diz'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RxS9WSrMrTI/AAAAAAAAACE/TuHwlNdsmPQ/s72-c/adriano.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-1298631830156785962</id><published>2007-09-28T19:15:00.000+01:00</published><updated>2007-09-28T19:29:18.857+01:00</updated><title type='text'>Paralelos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Há uma instituição em que há trocas de palavras azedas entre o poder instituído e o poder que se quer instituir.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O poder alternativo acusa a instituição de irregularidades. O poder que tem a cadeira acusa os outros de denegrirem a imagem da instituição no exterior.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uns dizem que só lavam a roupa interna na lavandaria pública porque lhes ataram as mãos. Os outros dizem que a máquina de lavar da instituição está a funcionar bem e que tudo não passa de chantagem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os opositores dizem que toda a polémica só se deve ao líder e às suas falhas. Quem manda diz que as acusações só se devem a uma estratégia de quem não sabe perder.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nessa instituição há eleições próximas, que tardaram a ser certas, com sucessivas ameaças de adiamento. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa instituição são duas. Ambas com 3 letras na sigla. Uma laranja e outra de inspiração laranja. Ambas com menos expressão do que gostariam de ter. Ambas mais pequenas do que gostariam de ser.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ambas sobreviverão à Guerra. Ambas aguardarão novas guerras.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-1298631830156785962?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/1298631830156785962/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=1298631830156785962' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1298631830156785962'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1298631830156785962'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/09/paralelos.html' title='Paralelos'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-1865518952661652722</id><published>2007-09-20T17:01:00.000+01:00</published><updated>2007-09-20T17:03:00.802+01:00</updated><title type='text'>Gostamos de Jogar (M)Isto</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A 20 de Setembro de 1979, faz hoje 28 anos, as mulheres portuguesas passaram a ver proclamada na Lei a igualdade de oportunidades e de tratamento no trabalho. Pela Lei, sim; pela prática... talvez nem tanto como isso.&lt;br /&gt;Passados uns dez anos, viram respeitado o direito à igualdade de oportunidades e tratamento no Desporto. Não pela Lei, mas pela prática. Chegou a Portugal o desporto misto!&lt;br /&gt;E é de jogar (m)isto que nós gostamos, e é a jogar (m)isto que nos entendemos, e é de pensar (m)isto que precisamos.&lt;br /&gt;Mais de um quarto de século a jogar, lado a lado, dentro e fora dos campos, edificou meninas e meninos, raparigas e rapazes, mulheres e homens, neste nosso País algo tacanho e pouco aberto a esquisitices modernas ou esquisitas modernices.&lt;br /&gt;Num ano em que se comemora o Ano Europeu da Igualdade de Oportunidade para Todos; numa conjuntura em que temos um Ministro que acumula as responsabilidades pela Igualdade e pelo Desporto; vale a pena recordar este aspecto que torna o Corfebol singular – é Misto! Gajas e gajos ao molho! E é tão bom que assim seja.&lt;br /&gt;Numa altura em que nos preparamos para uma original temporada de competições self-service, vale-nos o fazer esta travessia olhando para o lado e vendo que atravessam connosco jovens e mais experientes, ricos e menos abonados, belos e menos afortunados, mas, sobretudo, &lt;strong&gt;elas e eles&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-1865518952661652722?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/1865518952661652722/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=1865518952661652722' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1865518952661652722'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1865518952661652722'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/09/gostamos-de-jogar-misto.html' title='Gostamos de Jogar (M)Isto'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-577542390940638901</id><published>2007-08-17T15:49:00.001+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:38.886Z</updated><title type='text'>Passatempos de Verão</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;SUDOKU&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099682395866890130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 378px; CURSOR: hand; HEIGHT: 419px; TEXT-ALIGN: center" height="407" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RsW2Hqj1f5I/AAAAAAAAABk/hxwRDmXNDGo/s400/scan0005.jpg" width="370" border="0" /&gt; &lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099682623500156834" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="380" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RsW2U6j1f6I/AAAAAAAAABs/ibI6LPP6i1A/s400/scan0006.jpg" width="389" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099684066609168322" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" height="385" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RsW3o6j1f8I/AAAAAAAAAB8/bdtb2NegooM/s400/scan0007.jpg" width="394" border="0" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-577542390940638901?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/577542390940638901/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=577542390940638901' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/577542390940638901'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/577542390940638901'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/08/passatempos-de-vero.html' title='Passatempos de Verão'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RsW2Hqj1f5I/AAAAAAAAABk/hxwRDmXNDGo/s72-c/scan0005.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-99432727415662192</id><published>2007-07-23T17:58:00.000+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:39.483Z</updated><title type='text'>Então como é que esta coisa começou?</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O texto que se segue vem de uma leitura do estudo histórico “The roots of the game of korfball – a genealogy”, de Roland Renson, incluído no livro “...and I went on a voyage to Sweden”, editado pela Federação Holandesa de Corfebol (KNKV) em 2003, por ocasião do seu (e do Corfebol) 100º Aniversário.&lt;br /&gt;O rigor deste post não é o mesmo que o do texto que o origina, mas as informações são reais. É um bocado confuso, mas isso também é o texto do Renson e também o são, segundo parece, as origens do Corfebol.&lt;br /&gt;Ponham os cintos e vamos a isso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já no século XV os italianos mandavam bolas ao cesto. Bom, não era ainda bem ao cesto... era mais ao balde.&lt;br /&gt;Numa localidade italiana havia um jogo (muito violento, segundo consta) em que o objectivo era meter a bola dentro do balde de um poço de água. Quem ganhasse garantia o direito a tirar a água do poço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqTgjBPBRZI/AAAAAAAAAA8/4K5myitrv5U/s1600-h/scan0001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090440371066979730" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 214px; CURSOR: hand; HEIGHT: 142px" height="211" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqTgjBPBRZI/AAAAAAAAAA8/4K5myitrv5U/s320/scan0001.jpg" width="306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mas um poço é muito baixo para ser Corfebol. Está bem, aceito.&lt;br /&gt;Então vamos para os índios americanos da era colombiana. Tinham um poste (olé!), embora a uns 5 metros de altura, e no topo tinham uma superfície de madeira, que rodava sempre que era atingida pelas bolas.&lt;br /&gt;O jogo não me parece que tenha muita relação com o nosso, mas a imagem... olhem que passa por um Corfebol Nativo-Americano. Principalmente se tirarmos de lá os gajos de arcos e flechas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqTgyRPBRaI/AAAAAAAAABE/pwhyFQCAX48/s1600-h/ulama.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090440633059984802" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 86px" height="145" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqTgyRPBRaI/AAAAAAAAABE/pwhyFQCAX48/s320/ulama.jpg" width="218" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ainda na América, e ainda com índios, estes mais a Sul - os astecas pré-colombianos - temos o Ulama. O nosso amigo Renson diz logo para tirarmos o cavalinho da chuva quanto a isto ter qualquer coisa a ver com Corfebol, mas é um desporto dos mais antigos que se conhecem e o objectivo... bom, sempre é fazer passar uma bola por um orifício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, para termos alguma coisa mesmo parecida com o nosso Korf, vamos para mais perto, no tempo e no espaço. Viajemos para a Alemanha, em 1861, e vejamos o Ballkorb (olhem o nome!... estamos a chegar lá!). Esta geringonça tem a particularidade gira de girar (perdoem o trocadilho &lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqThPxPBRbI/AAAAAAAAABM/E0-1aSLQYZ4/s1600-h/scan0002.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090441139866125746" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 129px; CURSOR: hand; HEIGHT: 168px" height="129" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqThPxPBRbI/AAAAAAAAABM/E0-1aSLQYZ4/s320/scan0002.jpg" width="108" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;fácil) quando a bola entra no cesto, mandando-a de volta para jogo. Depois, caída a bola, volta sozinho ao local para se voltar a lançar.&lt;br /&gt;O Ballkorb, o aparelho, deu origem ao jogo... Korbball (Chegámos lá! Leiam este nome e vejam lá a semelhança). Uns seis atletas em cada equipa, lançando à vez. Os que lançavam tentavam fazer séries de 3 golos, enquanto os que viam lançar tinham de apanhar a bola antes de bater no chão. Às vezes, até tinham de bater palmas antes, para dificultar o jogo (Ei, malta! Não se riam; isto é mesmo a sério, não fui eu que inventei). Depois, trocavam de funções.&lt;br /&gt;Nesta fase, mas apenas com reflexos umas décadas depois, surge uma guerra de patentes entre os alemães e os americanos. Os alemães diziam que eles é que tinham inventado o Basketball e que o James Naismith só tinha ido buscar o Korbball e feito umas adaptaçõezitas. Para a história – essa ingrata! - ficou o Naismith e não o Heinrich Otto Kluge, o alemão que pôs o pessoal a bater palmas em redor de um cesto.&lt;br /&gt;Para baralhar, outro alemão, um tal de Hermann, foi buscar o Basketball americano (o do Naismith, desta vez sem subterfúgios) e levou-o para a Alemanha, em 1896. Mas os germanistas não aceitaram o nome do desporto americano e baptizaram-no como... Korbball.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como a nós, Corfebolviventes, não nos interessa a origem do Basquete mas sim a do Corfebol, vamos lá baralhar mais um bocadinho a cena.&lt;br /&gt;As teorias são difusas, mas acabam por convergir num sítio – Nääs, na fronteira dos séculos XIX e XX.&lt;br /&gt;Em Nääs, na Suécia, acontecia por essa altura, calculo que anualmente, um curso de desporto para gente de todo o Mundo. Iam lá parar professores de Educação Física (chamemos Educação Física para simplificar, embora seja óbvio que o nome variava) de todo o lado. E daí, levavam ideias para os seus países.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão oficial diz que Nico Broekhuysen foi à Suécia em 1902 e viu uma coisa chamada Ringboll, um jogo sueco.&lt;br /&gt;Nesse jogo não havia cestos, mas sim aros metálicos, e não era regulamentarmente misto, mas já havia a divisão por três zonas e não se podia progredir com a bola.&lt;br /&gt;Teria sido este professor holandês a pegar nesse jogo e criar o Korfbal, já na Holanda, transformando-o num desporto típico holandês.&lt;br /&gt;Pode-se acrescentar que ao Ringboll também se chamava Handboll e que o pessoal de fora da Escandinávia lhe chamava Basket-Ball.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão não tão romântica esquece o Ringboll na origem do Corfebol. &lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqTjKBPBRcI/AAAAAAAAABU/LwAq_7BvV80/s1600-h/scan0001.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090443240105133506" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 132px; CURSOR: hand; HEIGHT: 159px" height="159" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqTjKBPBRcI/AAAAAAAAABU/LwAq_7BvV80/s320/scan0001.jpg" width="156" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Há referências bem anteriores à estada do Nico na Suécia que relatam uma forte presença americana nos cursos de Nääs.&lt;br /&gt;Em 1897 já um dinamarquês que tinha ido a Nääs dizia que os americanos tinham levado um jogo chamado Kurvbold. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A foto é de Basket-Ball, o desporto americano, em 1892.&lt;br /&gt;Os vários nomes que em cada país se foram dando ao Basquetebol tornam tremendamente confusa toda esta história, mas parece que foi mesmo à modalidade de Naismith que foram beber as inúmeras variações. Em sueco, Basket-Ball diz-se Korgbol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua própria pátria surgiu a versão feminina, por Senda Berenson. Esta principalmente vocacionada para o exterior, dividia o campo em três zonas e adaptava as regras à realidade feminina - era mais soft. Por exemplo, só se podia driblar a bola 3 vezes e não se podia tirar a bola da mão da oponente, que só podia mantê-la por 3 segundos.&lt;br /&gt;Essa versão terá sido exportada para vários países, via Suécia, no final do Século XIX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As inglesas gostaram particularmente desse jogo. Mudaram-lhe algumas regras, chamaram-lhe Netball e espalharam-no para além dos Oceanos, para a Austrália, Nova Zelândia e África do Sul. Ainda hoje o Netball é o irmão mais próximo do Corfebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que Nico Broekhuysen fez foi levar o Basquetebol feminino americano para a Holanda e dar-lhe aquela que é, possivelmente, a única característica própria da modalidade – ser Misto.&lt;br /&gt;Esta característica, hoje o nosso grande orgulho, terá sido sugerida pela forma como em Nääs eram praticados alguns jogos. É que os participantes dos cursos eram de ambos os sexos e a demonstração dos jogos na prática era feita com a participação dos formandos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mito que cai por terra – os belgas não conheceram a modalidade através dos holandeses. O Corfebol foi introduzido na Bélgica vindo da Alemanha e com base em regras austríacas (!). Só se podia estar 3 segundos com a bola na mão e não era misto. Só nove anos mais tarde é que foi substituído por aquele que se jogava na Holanda.&lt;br /&gt;Na Áustria as equipas não eram mistas e os cestos eram de rede, cosidos em baixo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, já agora, houve em tempos uma demonstração de algo chamado “Corfebol Tradicional da África do Sul”. Foi na Guarda. Não era misto. Não passou dessa demonstração, apesar de na altura até se falar na constituição de uma Federação Portuguesa de Corfebol... algo que os promotores do evento não faziam a mínima ideia de que já existia.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom... Resumindo... Se o Broekhuysen foi o Pai do Corfebol, então a Senda Berenson foi a Avó... e o James Naismith o Bisavô. Mas, como todas as instituições, o Corfebol precisa de ícones. Nico Broekhuysen é um ícone. Faz parte da identidade da Modalidade. Deixem-no lá estar. Sempre é melhor uma referência única e universalmente aceite que esta confusão que se leu atrás.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanto ao Ringboll, lamento desiludir todos os jovens que, em qualquer trabalho sobre Corfebol no Secundário, incluem esta modalidade sueca como raiz da inspiração do Nico, mas acho que é mesmo de riscar do mapa.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-99432727415662192?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/99432727415662192/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=99432727415662192' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/99432727415662192'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/99432727415662192'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/07/ento-como-que-esta-coisa-comeou.html' title='Então como é que esta coisa começou?'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/RqTgjBPBRZI/AAAAAAAAAA8/4K5myitrv5U/s72-c/scan0001.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-1249827197615988</id><published>2007-07-11T19:07:00.000+01:00</published><updated>2007-07-11T19:34:21.268+01:00</updated><title type='text'>Olá, estávamos à tua espera</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Isto hoje é pessoal. Despi até a casaca da personagem. É a personagem que assina mas - hoje - não é ela que escreve. Sou eu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Há um post na forja, que vem na sequência do último, mas pedi ao Avô para deixar pôr este no meio. Porque tinha de ser hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Hoje recebi uma boa notícia. Ao nível daquela que me encheu de satisfação no dia 27 de Outubro.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Digo habitualmente que o momento mais feliz que passei esta época ocorreu nesse dia. A idade já me deixa colocar como pontos altos os momentos alheios. É um sinal de maioridade, perdoem-me a imodéstia. É um sinal de que já ando cá mais pelos outros que para mim. Mas não por quaisquer outros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Por outros, sim, mas por aqueles que me lembram os anos áureos em que dava (muito mais)gosto cá andar. Por aqueles que me fazem lembrar a mim (mais uma vez imodesto... desculpem lá).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;E tu fazes!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Tu és o que um Corfebolista tem de ser para merecer a maiúscula no início do nome. Um dia disse-te, a propósito de um outro momento alto, que se havia alguém que merecia a sorte aí lançada, eras tu. Senti o que disse e di-lo-ei sempre que a isso for solicitado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Tu deste-me alento e motivaste uma decisão que me deu muito. Obrigado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Estava à tua espera. Estávamos todos à toda espera. Não tardaste, felizmente.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Agora volta e sê quem és. Com as devidas cautelas, que não quero que outras boas notícias venham de algumas más.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;E não te esqueças... Deves-me um Golo. Sou muito ambicioso se pedir o primeiro da próxima época?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Exponho-me e deixo no Blogue um Post menos democrático, que não será acessível pela maioria das pessoas. Mas é por uma boa causa. Se há alguém que o merece - em termos estritamente corfebolísticos - és tu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Arial;"&gt;Aos outros, peço desculpa em nome pessoal e do Avô. O rumo normal do Blogue segue dentro de momentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-1249827197615988?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/1249827197615988/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=1249827197615988' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1249827197615988'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1249827197615988'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/07/ol-estvamos-tua-espera.html' title='Olá, estávamos à tua espera'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-1112526796606012465</id><published>2007-06-29T19:03:00.000+01:00</published><updated>2007-06-29T19:10:44.230+01:00</updated><title type='text'>"...and I went on a voyage to Sweden"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A minha mãe bem que me dizia para não ir para Educação Física. Estaria a estudar para o desemprego, dizia ela, mais valia ir para advocacia. Ainda pensei ser Engenheiro, mas lá na Holanda, de onde sou, não havia sucursais da Independente.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(NA: este deve ter sido o último blogue a enfiar uma piada com este tema; é fracota, mas tinha de ser)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;Bem que me arrependi de não dar ouvidos à minha mãe. Franzino, de óculos, pequeno para um homem da terra dos moinhos, não tinha grande impacto como professor, ainda mais de educação física.&lt;br /&gt;Ainda por cima, baralharam tudo ao vir com a ideia pioneira de misturar os rapazes e as raparigas nas mesmas escolas. Raio de ideia! Como é que havia eu de dar as minhas aulas, elas de saia, eles de calção, olhando-se e tocando-se...?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resolvi mudar de vida. Se o Kusturica anda para aí a tocar guitarra e o Woody Allen a tocar clarinete (ou outro pífaro qualquer do género), porque é que não havia eu de ser outra coisa. “Muda de vida, não deves viver contrafeito”, pensava eu de mim para comigo...&lt;br /&gt;Também gostava de mudar de nome. Nico é amaricado e Broekhuysen só é legível por comedores de Gouda enfiados em socas de madeira.&lt;br /&gt;Mas, vistas bem as coisas, não é tão mau como o famoso Jacinto Leite Capelo Rego. Esse também só se diz por tugas distraídos, que não notam o trágico trocadilho a que se submetem. Até parece o nome de uma qualquer equipa de torneio informal, como pelas lusitanas paragens se usa nos torneios de quadras.&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;Então lá fui para a Suécia, de trouxa ao ombro, à procura de fama e glória. Principalmente a Glória, porque parece que lhe estava a dever umas entremeadas.&lt;br /&gt;Não era bem para a Suécia que queria ir, mas meti-me num InterRail e acabei retido no Kebnekaise por causa de um súbito nevão. Demorei tanto tempo a sair de lá, que deixei caducar o passe e tive de ficar uns tempos por aquelas bandas.&lt;br /&gt;Procurei distrair-me, enquanto procurava um rumo a dar à minha vida. Esperava uma epifania, mas tardava a aparecer.&lt;br /&gt;Fui assistir a um concerto dos Abba e encontrei gente tão famosa como o Ingmar e a Ingrid Bergman, o Mats Magnusson, a tipa dos Roxette e a Maria Ögren. À saída do concerto, deu-se a viragem na minha vida.&lt;br /&gt;Uma rapariga de sorriso franco, portuguesa, de altura estranhamente reduzida para aquelas paragens, estava à beira da um riacho a contar sapos. Irradiava simpatia e disse-me as enigmáticas palavras “Vai para Nääs”. Bom, isto foi o que eu percebi na altura, em holandês. Tentei decifrar o que a rapariga disse, em Português, mas eu não sabia uma palavra dessa língua, nem ela de holandês, nem algum de nós de sueco. Ainda por cima, pouco habituada ao frio sueco, a moça estava constipada, o que ainda dificultava mais a comunicação. Se calhar só me disse "Bom Dia!" ou "Tira o pé de cima desse Pelobates".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mas era um sinal. Eu devia ir para Nääs, onde quer que isso fosse. Consultei um mapa e lá fui.&lt;br /&gt;Incrédulo, percebi que o sinal divino me tinha devolvido às origens de professor de Educação Física. Fui parar a um curso de desportos tradicionais suecos na localidade de Nääs, cheio de colegas de vários países, e resolvi acatar a indicação divina e procurar tirar dali algum proveito.&lt;br /&gt;Descobri, a certa altura, um grupo que alegremente mandava uma bola a um cesto de batatas sem fundo, situado no alto de um poste de madeira. Ia passar por esse jogo com a mesma indiferença com que tinha passado por todos os outros, mas não sem que antes mandasse também uma bola lá para cima.&lt;br /&gt;Experimentei, fiz um “seis” perfeito (acabara de inventar uma técnica de lançamento que rapidamente se tornaria arcaica) e... marquei ponto! Era aquilo um ponto?, perguntei aos meus alegres colegas. Que sim, sorriram eles entusiasticamente, e fiquei mais animado com o rumo da minha vida.&lt;br /&gt;Percebi que eu, holandês, tinha conseguido à primeira algo que os outros tipos, de tantos outros países, tinham alguma dificuldade em conseguir. Percebi também que tinha sido o primeiro holandês na história a meter uma bola naquele estranho aparato. Ora, se aquilo se tornasse um desporto nacional holandês, eu seria o número um num desporto que poderia chegar aos 100 anos e à centena de milhar de praticantes em simultâneo.&lt;br /&gt;Tinha de levar aquilo para as escolas da minha terra natal. A minha mãe já devia estar preocupada e lembrei-me que tinha deixado a bicicleta sem cadeado. Tinha mesmo de regressar, e agora já tinha um pretexto – ia começar um desporto novo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltei ao país onde manter os pés secos dependem dum puto que tem o dedo enfiado num dique (acho que não é sempre, mas prefiro pensar que sim, porque não sei nadar).&lt;br /&gt;Apresentei o novo desporto na minha escola. Chamei-lhe Nederlands Nico Ringbol, mas as t-shirts que queria mandar estampar pagavam-se à letra e reduzi para Korfbal. Os tempos que tinha passado a passear tinham-me dado cabo do orçamento. E assim identificava o jogo com os cestos de fruta em que andei a rebentar o fundo.&lt;br /&gt;Dividi as minhas turmas em equipas masculinas e femininas, mas o director da escola – um indefectível liberal! – achava que o desporto também deveria ser misto, como as escolas, e que já que estávamos a iniciar uma coisa nova, ao menos que se introduzisse essa novidade. Protestei, mas lá tive de aceitar a imposição.&lt;br /&gt;A escola – pública - não tinha o relvado muito bem tratado e era muito difícil driblar. Então, para não ficarmos em desvantagem quando jogássemos com os colégios particulares, decidi que não se podia driblar. E, já agora, também não se correria com a bola. Era estranho, mas aquela posição de Deus-Todo-Poderoso, que decide tudo sobre alguma coisa (mesmo que um simples desporto), era cativante e eu tinha de inventar a sério para demonstrar o meu poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coisa correu bem e muita gente na Holanda começou a mandar bolas aos cestos. Na Holanda e, de seguida, na Bélgica e, com o tempo, em mais de cinquenta países.&lt;br /&gt;Fiquei contente, embora não fosse propriamente no Desporto que eu buscasse a fama e a glória. O que eu queria era, sei lá!, cantar, talvez... Ser estrela da MTV... Mas ter inventado o Corfebol também foi giro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom proveito!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-1112526796606012465?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/1112526796606012465/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=1112526796606012465' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1112526796606012465'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1112526796606012465'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/06/and-i-went-on-voyage-to-sweden.html' title='&quot;...and I went on a voyage to Sweden&quot;'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-8528615552718368058</id><published>2007-06-15T15:06:00.000+01:00</published><updated>2007-06-15T18:00:58.983+01:00</updated><title type='text'>Doismiliseisdoismilicete</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Recostado na cadeira de baloiço, em frente à lareira, cachimbo ao canto da boca... o Avô reflecte sobre mais um ano que passou.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A lareira, mesmo com o tempo instável como anda, é estúpida. O cachimbo, se estiver aceso, mais estúpido é. Mas ficam bem para o cenário. O quadro do Avô é assim mesmo... Cadeira de baloiço, lareira e cachimbo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas fiquemo-nos pelo baloiço, pelo balanço, pelo balancear sobre ideias, visões, factos e opiniões acerca desta época que passou. Isto, claro, de um ponto de vista meramente competitivo, que de faits-divers provocados por energúmenas iniciativas está o Inferno cheio e para me queimar já me bastam o fumo do cachimbo e o lume da lareira, felizmente ambos apagados.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Impossível começar um balanço de época sem nomear o Campeão. Núcleo de Corfebol de Benfica. Com a devida vénia, agradecimento e aplauso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma época que confirmou o fosso entre as quatro primeiras e a concorrência. O Carnaxide introduziu-se, pela primeira vez nos 3 primeiros e o Liberdade nunca conseguiu vencer algum dos quatro da frente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Temos, até mérito ou demérito em contrário, quatro grandes, que lutaram pelo título com igual pertinência. O Carnaxide acabou a 1ª fase 3 pontos à frente do CCO, que ganharia a 2ª. Os altos e baixos da classificação de todas as quatro equipas foram emotivos, deixando em aberto as possibilidade para os Play-Offs finais. As seis combinações possíveis dariam inúmeros desfechos diferenciados, e isso é a beleza do Desporto. Acabou o NCB em primeiro. Glória aos vencedores e Honra aos vencidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Carcavelos ainda sacou um empate e uma vitória (por Golo de Ouro, já nos Play-Offs) ao Liberdade, mas a malta de Campolide cimentou-se como quinto inquestionável, quase alcançando mais além numa derrota tangencial frente ao Carnaxide.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E os de Cascais não deixam dúvidas quanto ao sexto, tendo apenas dividido pontos com os últimos - o Odivelas - por uma vez.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E estes, rubrinegros vestidos, não fizeram por ter mais que o sétimo. Ponto alto quando, pelo segundo ano consecutivo, derrotaram a segunda equipa do NCB para a Taça, numa altura em que os também rubrinegros tinham acabado de terminar a 1ª fase no primeiro lugar da 2ª divisão. Terá sido, portanto, fora do Campeonato, que mostraram ter lugar no primeiro grupo desta mesma competição. Ironias do acaso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E se falamos de segunda... também aqui houve quatro mais fortes, apesar de, neste caso, o quinto estar isoladíssimo no seu lugar, com dois jovens outsiders a espreitar outras oportunidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para o apuramento para a disputa do título, venceu a regularidade. NCB ganhou a primeira fase, CCO ganhou a segunda... Bons Dias e Carnaxide ficaram nos dois primeiros lugares na soma das duas. Os canarinhos de asa azul levaram a melhor no final das contas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Oeiras acabou bem, com um terceiro lugar que terá deixado a ideia de que, para a próxima, mais vale acordar mais cedo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A terceira equipa dos Bons Dias terá sido aquela que menos motivação competitiva terá tido nestes campeonatos. Tão cedo se afastou dos dois últimos como se alheou da possibilidade de ficar nos quatro primeiros. Restou-lhe um mais que apostável quinto lugar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os mais novos do Bairro da Liberdade foram lanternas vermelhas, após acesa luta com os bês do Odivelas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em jeito de destaque, perdoem-me os Campeões Absolutos, sublinho o Clube de Carnaxide. Campeão da 2ª divisão, melhor classificação de sempre na 1ª, vencedor da Taça de Portugal... tem o prémio "Destaque" dos Galardões Avô 2007.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aliás, apesar de esta análise ter apenas em consideração as competições para seniores, é importante referir que o Carnaxide conquistou também o prémio "Avô 2007".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há uns tempos tinha  comentado com alguém que deveria haver um prémio para o Clube que tivesse mais pontos numa lógica deste género: pontuações de 8 a 1, de acordo com as posições das várias equipas dos clubes (A, B, C, sub19, sub16, sub13 e Veteranos).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nesse quadro, não muito fiável porque não estou na posse de todos os dados, o Carnaxide ganharia com cerca de 36 pontos (6 da A, 8 da B, 7 dos sub19, 7 dos sub16 e 8 dos sub13). Carcavelos, sem equipa B mas com os Veteranos, ficava com 32. Os Bons Dias, com o mérito de ser o único clube com equipa C (8 pontos) mas sem sub16, sub13 e Veteranos, ficava com 28. Seguia-se o Benfica (23) e o Odivelas (17).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, já que se fala de prémios, está quente ainda a Gala e os seus distinguidos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos árbitros, o vencedor de sempre. Apenas uma mulher nos 6 primeiros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos treinadores, outro crónico vencedor. Valorizou-se o vencedor da 1ª divisão e não aparece o da 2ª nem dos sub19. O da Taça está em 4º. Nenhuma mulher nos 5 primeiros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fair Play para o último dos seniores. 3 equipas do Odivelas nos 6 primeiros. 3 equipas "B", uma de veteranos, uma de sub19 e uma de sub16 nos 6 primeiros. Nenhuma "A", portanto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Melhor Jogadora, sem surpresas na vencedora. 2 atletas do LAC e uma do Odivelas nos 6 primeiros, duas das quais não foram convocadas para a Selecção Nacional. Uma atleta recém adulta nos 6 primeiros. Carnaxide e Bons Dias de fora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Melhor Jogador, também sem surpresas no vencedor. 4 atletas do NCB nos 6 primeiros. Bons Dias de fora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jogadora Revelação... a tal recém adulta. Dos clubes com seniores, só o Carnaxide não está representado nos 7 primeiros.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jogador Revelação... a provar que não é preciso ser muito jovem para surpreender. Nos 5 primeiros, 2 menos jovens apesar de novos na modalidade, 2 jovens e novos na modalidade, e um jovem já veterano na modalidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Assim rolámos mais um ano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Venha o próximo!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-8528615552718368058?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/8528615552718368058/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=8528615552718368058' title='36 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8528615552718368058'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/8528615552718368058'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/06/doismiliseisdoismilicete.html' title='Doismiliseisdoismilicete'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>36</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-5041457610434086287</id><published>2007-05-25T15:40:00.000+01:00</published><updated>2007-05-25T15:44:55.382+01:00</updated><title type='text'>Via LACtea</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando se faz a passagem de época, costuma haver a doce expectativa de adivinhar quem teremos nós ao lado no ano que vem. Não só entre os atletas de cada equipa, mas entre as equipas de cada clube e até entre os clubes de cada país. Uns vão, outros virão... em qualquer uma das três realidades.&lt;br /&gt;A terceira realidade a que aludi é a mais perene, mas também a mais importante. Que clubes teremos entre nós na próxima época?&lt;br /&gt;Acho que não haverá alterações e isso é tão passível de uma interpretação negativa como positiva. Negativa porque devíamos ter emblemas novos a participar; positiva, numa perspectiva algo conformista, porque se olharmos para o ano passado, tivemos uma saída e zero entradas e o saldo neutro até nem seria mau de todo.&lt;br /&gt;Mas acho que ninguém está em vias de sair. E até pode ser que haja entradas. Talvez regressos. Novas vontades na distante Batalha? Novo sangue nos jovens abençoados pela Santa Doroteia?&lt;br /&gt;Sem dados avançados sobre isso, resta-me esperar para ver e comentar mais tarde. E hoje, avançar com a outra hipótese, cavalo de batalha de sempre, adiada quase sempre – os clubes novos, aqueles que metem as nº 5 nas vergas ou nos ecopontos pela primeira vez.&lt;br /&gt;O último, meus amigos, fê-lo já vai para três anos.&lt;br /&gt;O projecto do LAC foi inovador em Portugal. Baseou-se em dois grupos distintos mas complementares – em primeiro lugar, uma equipa experiente, que ganhou todos os jogos que realizou na 2ª Divisão e ainda logrou sonhar na Taça. Em contraponto, uma equipa de formação com uma margem de progressão fantástica, que se revela agora nas nossas selecções jovens.&lt;br /&gt;Talvez o fosso tivesse sido grande demais para a continuidade do projecto. Sentiu-se bastante a dificuldade em manter um nível qualitativo elevado, pela demora com que os mais jovens vão chegando ao pé dos seus ídolos. Aos poucos, isso vai acontecendo, mas é extrema a juventude do grupo de formação e lento o processo de crescimento, mesmo que, lá nos andares de cima do prédio evolutivo, estrelas maiores do Corfebol Português estiquem lençóis pela janela, para que os dos andares mais baixos trepem rapidamente para mais perto do topo.&lt;br /&gt;Um dos segredos do sucesso, talvez o mais marcante, é que ambos os grupos têm treinadores talhados para os seus objectivos – de um lado, um treinador que não se vê noutra posição que não o topo, o ganhar sempre. Não é por acaso que muitos lhe chamam o Mourinho do Corfebol. Do outro lado, uma Professora, e acentue-se a maiúscula do “P”, com uma capacidade de disciplinar enquanto desenvolve capacidades, de educar enquanto fabrica campeões. Não são, felizmente, os únicos treinadores no Corfebol nacional com estas características. O que é raro é encontrarmos clubes com as pessoas certas nas equipas certas, e o LAC tem-nas (às pessoas e às equipas).&lt;br /&gt;A forma como este núcleo começou foi polémica. Se a equipa de formação era um prolongamento do trabalho realizado numa escola, o que é perfeitamente pacífico e aconselhável, a equipa principal causou grandes sururus, pois que para cumprir com os seus desígnios teria de ir buscar atletas já formados. E os clubes de origem não gostaram. Ninguém gosta de ver sair os seus atletas e ainda não há cláusulas compensatórias na nossa realidade.&lt;br /&gt;O aliciamento teve como forma principal a promessa de uma Primeira Divisão perfeitamente alcançável, mas houve mais argumentos. A orientação era sólida e até havia um Clube por trás a ver no Corfebol o que muitos não conseguem – a capacidade que esta modalidade tem de dar uma expressão maior a pequenas agremiações. Perdido num Bairro tradicional lisboeta, encravado entre a Serra e o Aqueduto, o Liberdade abraçou os seus corfebolistas e hoje tem neles a alma que o agita.&lt;br /&gt;Seria bom haver mais Élácês. Seria bom que um Élácê aparecesse todos os anos. A Via LACtea parece uma boa via para o desenvolvimento. Polémicas à parte sobre como iriam buscar o seu núcleo duro, o importante a salientar é a quantidade de novos atletas que poderiam advir de novos projectos, desde que consistentes e competentes.&lt;br /&gt;E também, obviamente, a existência de mais clubes. Talvez o passo de limitar a equipas “A” a 1ª Divisão tenha sido maior que as pernas do Corfebol nacional. Mas o importante não é criticar as medidas. É, sim, fomentar o crescimento que leve a que as medidas se mostrem, afinal, correctas.&lt;/div&gt;O Corfebol, quando Luta e Acredita, quase sempre Consegue.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-5041457610434086287?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/5041457610434086287/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=5041457610434086287' title='14 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/5041457610434086287'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/5041457610434086287'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/05/via-lactea.html' title='Via LACtea'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>14</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-6852100581100706399</id><published>2007-05-07T16:37:00.000+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:39.685Z</updated><title type='text'>La Racaille</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Rj9I6AN3QOI/AAAAAAAAAA0/PiQmWpNv9vQ/s1600-h/sect5.gif"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5061844667515486434" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="196" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Rj9I6AN3QOI/AAAAAAAAAA0/PiQmWpNv9vQ/s320/sect5.gif" width="286" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;"Vous en avez assez de cette racaille ? Eh ben je vais vous en débarrasser"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;A República que mais facilmente escrevo com maiúscula abalou em 2005. As palavras de um homem, que dificilmente escrevo com maiúscula, incendiaram um País.&lt;br /&gt;Esse homem, que então era apenas um peão - poderoso, mas perdido na hierarquia do poder - lidera a partir de agora o País que incendiou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Nero incendiou Roma?... Sarkozy incendiou a França. Se a primeira é dúbia, a segunda é indubitável.&lt;br /&gt;O crime compensa?... A racaille não vota. Se a primeira provoca revolta, a segunda provoca revoluções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jovens, que ainda tendes o espírito e os princípios em formação, abstende-vos de ler este texto, ou ides ser sacanas mal formados. Educadores desses jovens, que não vos ouça depois afirmar que não avisei.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, ser incendiário compensa. Desde que se tenham na mão os tornos que moldam as leis em nosso favor. Desde que se saiba mexer nos preceitos legais acima dos princípios morais. Desde que se atropele quem nos possa fazer mal e glorifique quem nos possa valer. E se atropelem os mesmos que se glorificaram, desde que deixem de nos ser úteis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;Incendeie-se Roma, se uma nova Cidade queremos construir para ficar na História ao lado dos Imortais. Mesmo que morram e empobreçam os que já pouco tinham.&lt;br /&gt;Ateie-se a solução final, se o desenvolvimento de uns poucos passa melhor com o extermínio de tantos outros. Mesmo que esses tantos sejam tantos que envergonhem uma Nação passadas décadas.&lt;br /&gt;Incendeie-se Paris, ponha-se França literalmente a ferro e fogo, se o capital político conquistado for proveitoso para um homem ganancioso. Mesmo que o que ficar por terra seja imenso e imundo.&lt;br /&gt;Mine-se o Corfebol Português, se isso fizer com que se oculte mais uma época de insucesso. Mesmo que isso faça cair tudo aquilo em que fomos acreditando ao longo destes anos todos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-6852100581100706399?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/6852100581100706399/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=6852100581100706399' title='25 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6852100581100706399'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/6852100581100706399'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/05/la-racaille.html' title='La Racaille'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Rj9I6AN3QOI/AAAAAAAAAA0/PiQmWpNv9vQ/s72-c/sect5.gif' height='72' width='72'/><thr:total>25</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-1153527916586112086</id><published>2007-04-19T18:46:00.000+01:00</published><updated>2008-12-10T21:26:40.113Z</updated><title type='text'>Argos Upgraded</title><content type='html'>&lt;div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tenho um amigo Argonauta que não descansa.&lt;br /&gt;Separou-se dos seus companheiros de aventura quando se apercebeu que era sua intenção cristalizarem-se no mitológico tempo e no helénico espaço, destino paradoxal num grupo viajante e empreendedor.&lt;br /&gt;Pediu o velho Argos emprestado e, Geonauta, conheceu Mundo, em valorosa circumnavegação. Adaptou-o e, Aeronauta, viu de cima a Terra. Melhorou-o e, Astronauta, visitou o nosso Satélite. Aumentou-o e, Cosmonauta, soube de outros mundos.&lt;br /&gt;As suas últimas viagens têm sido como Internauta, ou Cibernauta. Numa delas pedi-lhe boleia. Era, claro, sobre Corfebol, nesse estranho espaço que nos é trazido pela Internet.&lt;br /&gt;Ele devia-me essa viagem. Apesar de sermos quase da mesma idade, dessa antiguidade distante, ele sabia que foi aqui, no espaço virtual, que nasci e que aqui vivo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Ries7ciTWPI/AAAAAAAAAAs/GyFpADUvX3g/s1600-h/images1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5055199244018997490" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 91px; CURSOR: hand; HEIGHT: 105px" height="105" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Ries7ciTWPI/AAAAAAAAAAs/GyFpADUvX3g/s320/images1.jpg" width="89" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E assim, partimos à aventura, lembrando os Argonautas. Fizemos a viagem só pelo espaço que de Portugal emana para as malhas da Rede e fizemo-lo em 3 etapas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Os sites&lt;br /&gt;Federação, clubes, outros. Pouco de novo.&lt;br /&gt;A porta de entrada da Teia no Corfebol Português é digna, mas com falhas. Ao longo dos tempos, com remodelações e restylings, parece que falta sempre alguma coisa. Se não é a actualidade, são os conteúdos estáticos, se não é a acessibilidade é o aspecto gráfico. Alguma coisa parece sempre faltar. Mas está lá tudo. O esqueleto parece estar pronto para receber a carne, que já existe em grande quantidade mas que ainda tem buracos, assim como alguns mortos-vivos dos filmes de terror.&lt;br /&gt;A nossa nave ficou presa à porta do site dos Bons Dias. Talvez tenha sido um erro de navegação, mas parece que o projecto se cansou (trocadilho giro, né?... lol, às vezes surpreendo-me com as graçolas).&lt;br /&gt;Voámos aos vizinhos do Odivelas e não encontrámos página própria, mas sim participações regulares no site do Clube. Escondidas, muito escondidas, no meio de um turbilhão de futebol e crises directivas.&lt;br /&gt;O ÉleÁCê (mais uma piadola... quem me pediu para não dizer Láque vai perceber, eheh) é um caso idêntico. O site é do Clube, mas o Corfebol lá está, com notícias e informação diversa. Com muito mais destaque que no caso do Odivelas. Tem fotos, nomes dos jogadores...&lt;br /&gt;Se passarmos para o ÉneCêBê (aqui também há quem desafine se lhe chamam Benfica), a desilusão é grande. Ficamos imediatamente a saber que o “Campeonato começa este fim-de-semana”, o que é muito pouco abonatório da capacidade que o site tem para se actualizar. O meu amigo ainda olhou para o seu relógio, a confirmar em que dia estávamos, mas lá lhe pedi para não se preocupar e levantar a âncora, que mais valia irmos para outras paragens.&lt;br /&gt;Chegámos a Carcavelos, terra de uma equipa que só na Net é que se chama Corfesc. É um site bonitinho, limpinho, que até tem um link para aqui, para o vosso Avô, o que é uma coisa muito à frente. Tem fotos do pessoal, registos das farras... nota-se que vem de gente que se diverte, e isto do Corfebol também passa muito pela diversão. O que salta mais à vista é o “Passatempo Cultural”. Sim, amigos e amigas... Passatempo Cultural. Fui lá com o meu amigo e resolvemos jogar. Era uma pergunta. Como parecia muito fácil para mim, que fui colega de escola do Nico, deixei o argonauta responder. Por isso é que há uma resposta no Geldefsman. Têm de desculpar o tipo, mas o Homero não sabia o que era o Corfebol, ou teria posto um cesto de ouro numa gruta qualquer guardada por uma besta de oito cabeças.&lt;br /&gt;O CCO reformulou o seu site há pouco tempo. É o primeiro site que conheço politicamente correcto, “todos diferentes todos iguais”, a preto ou branco. Não a preto e branco, atenção, mas a preto ou branco. É um site tecnologicamente avançado, com vídeos e tudo. Dominam as notícias sociais, de malta que se diverte, e há uma particular atenção ao campeonato holandês, modelo do que por cá se passa.&lt;br /&gt;O Carnaxide tem duas realidades distintas. No site propriamente dito, há uma imutabilidade quase completa. Muitas fotos, mas só até Janeiro de 2006. Nas notícias, a seguir a uma chamada “começo da época 2006/2007”, há votos de Feliz Natal e um saltinho à convocatória para os sub-19. Pouca coisa, sem dúvida. Os conteúdos fixos parecem bastante completos, com um historial interessante dos treinadores, fichas por atleta e várias informações sobre o Clube e as suas equipas.&lt;br /&gt;O segundo mundo deste site é o seu Fórum. Desde que o da Federação acabou, é aqui que se deve vir quando se quer saber da última bronca, da última polémica, do último desabafo. Alguns temas são de tal forma polémicos que até encravam o servidor.&lt;br /&gt;Fora dos clubes, temos um quase-clube chamado KAK – Klube dos Amigos do Korfebol, com um site simples mas interessante, cheio de informação, apesar da pouca dimensão do projecto.&lt;br /&gt;Há ainda o Go Korfball, que sofreu uma remodelação muito positiva. Aquele zepelim que passeava pela Ponte 25 de Abril (como ironizava uma pessoa muito especial, será que devíamos voltar a chamar-lhe Ponte Salazar?) e os menus que abriam de forma confusa já chateavam um bocado e agora... voilá!... temos um site novo, bem mais giro (mas as opiniões são como os fusos das rocas) e funcional. Abre com um poema que já li nestas paragens (em relação ao qual também acredito que as opiniões se dividam) e tem lá o que o projecto será este ano, só com miúdos mas com o mesmo entusiasmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Os Blogues&lt;br /&gt;Ora o mais fantástico de todos, o que só fala de Corfebol, o de quem todos falam, é este, the one and only, o deste vosso Avô que vos fala. Mas que deste não irá falar, por modéstia, talvez falsa. O argonauta diz que gostou. É um tipo que gosta de referências variadas, de conversar sobre muita coisa e, mesmo que caia tudo no inevitável Corfebol, cada texto tem um bocadinho de cultura, de ideias soltas, e o meu amigo gosta disso.&lt;br /&gt;Mas o fascinante é verificar quantos corfers têm o seu blogue, onde falam de tudo e de Corfebol também. Desde a professora que, por falar pelos cotovelos, teve um blogue de prenda de anos, passando por baboseiras várias e assumidas, pelas crónicas de alguns desterrados, pelos temas de que alguém acha graça, por alguém que afasta os medos de alguém para longe, pelo treinador e jogador que se queixa de um fim de semana para esquecer...&lt;br /&gt;Para os encontrar a todos basta pesquisar por este nome que não é tão comum de utilizar noutras paragens senão pelas nossas próprias. “Corfebol” tem essa vantagem. É nosso e pouco mais que nosso!&lt;br /&gt;Claro que também se tropeça com desagrado em alguns comentários sarcásticos de quem nem sabe o que o Corfebol é. Há muita má língua associada ao que se desconhece. Faz parte da vida e é esta vida que temos de viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. Os Hi5&lt;br /&gt;O Argos levou-nos, na terceira etapa desta viagem, a um mundo mais exótico para mim. Ter um blogue já foi um verdadeiro choque tecnológico para este ancião.&lt;br /&gt;Não consegui ainda digerir esta coisa dos HiFives. Parece-me um puro exercício de voyeurismo e exposição voluntária. Limita-se a compilar fotografias e listas de supostos amigos, comentando-se uns aos outros (os amigos comentam as fotos dos amigos que comentaram as suas próprias fotos). A colecção de amigos é um sinal de status para a nova geração. “Ele já tem x amigos” vale o “ele já tem a caderneta do Mundial completa” de antigamente, ou o “ela namora com o presidente da associação de estudantes”. A popularidade de alguém mede-se por aí.&lt;br /&gt;Faz sentido. O pessoal de agora já não conversa no café. Quando lá estão, agarram-se ao telemóvel e mandam sms para quem não estiver lá. E os que estão, e que estiveram a ser ignorados mutuamente porque os telemóveis eram mais importantes, despedem-se com um “então até já; apareces no MSN?”.&lt;br /&gt;Navegar pelo Hi5 parecia-nos mais complicado que pelos blogues e muito mais que pelos sites oficiais. Não percebemos se havia maneira de pesquisar por palavras - digitar o tal “corfebol” e receber uma lista de todos quantos dedicam a esta mágica palavra um cantinho no seu Hi5.&lt;br /&gt;Mas, afinal, até foi fácil. Basta encontrar um e olhar para os amigos. Alguém que jogue Corfebol tem amigos que joguem Corfebol. É quase LaPalissiano. Olhando para fuças e nomes, salta-se de página em página e chega-se à conclusão que seria uma tarefa infindável descobrir quem e quantos aderiram a esta nova e fantástica forma de comunicar. São muitos, acreditem, muitos mesmo. E não são só jovens imberbes. Há muito cota lá pelo meio. Não tanto como eu ou o argonauta, claro, mas malta que já se esperava estar desligada destas novidades da tecnologia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para existir é preciso estar no Hi5.&lt;br /&gt;Ainda bem que não existo! &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-1153527916586112086?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/1153527916586112086/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=1153527916586112086' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1153527916586112086'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1153527916586112086'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/04/argos-upgraded.html' title='Argos Upgraded'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Ries7ciTWPI/AAAAAAAAAAs/GyFpADUvX3g/s72-c/images1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-1380699842352265526</id><published>2007-04-02T12:27:00.000+01:00</published><updated>2007-04-02T12:36:22.949+01:00</updated><title type='text'>Os Belos e as Mestras</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estamos bonitos, estamos!&lt;br /&gt;Não é só por termos um concurso que exalta a burrice e a cromice, uma lusitanização do confronto americanóide entre os geeks e as cheerleaders.&lt;br /&gt;É porque temos quem se esforce para defender o concurso e, até, tirar um efeito educativo do mesmo. Diz o Piet Hein, que é tão conhecido pelos big brothers (e afins) como por ter estado casado com a Alexandra Lencastre, e que é dos poucos holandeses que conheço e que não jogam Corfebol, que este concurso “vai fazer o preconceito das crianças diminuir. Porque ao reforçar o contraste de uma forma tão vincada desconstrói os estereótipos”.&lt;br /&gt;Uau! Este homem devia ir para político. Portanto, deixa cá ver se percebi... Ao tornar reais, na tela da caixa que mudou o mundo, as anedotas de louras, estamos precisamente a ensinar às criancinhas que as anedotas não passam de isso mesmo e que ser bonito não é incompatível com ser inteligente.&lt;br /&gt;Ou seja, uma criancinha que engula o reality show da TVI todos os dias, quando se cruzar com uma mulher bonita, vai olhar para ela com respeito porque – Santo Piet, que nos dás a luz! – tem os estereótipos desconstruídos. Dirá o petiz algo como “Tu é bonita, como as miúdas do concurso. Como o concurso é exagerado, caricatural, isso significa que o preconceito é falso e que, portanto, tu és inteligente. Parabéns, por seres bonita e inteligente”. Ah!, como vai ficar elevado o ego das mulheres bonitas deste país.&lt;br /&gt;Estamos bonitos, estamos! Diria belos, até. E, daí decorrendo, inteligentes, também.&lt;br /&gt;Homens inteligentes, com QI’s elevados, cultos, que percebam de ciências e artes, também não precisam de ser feios, acromalhados, desastrados no desporto e inábeis com as mulheres. Aqueles, os do concurso, são, ou tentam fazer parecer que são, mas isso é para desconstruir o estereótipo.&lt;br /&gt;Mais. Nada impede, segundo os próprios produtores, que haja uma versão ao contrário deste programa. Tipo, homens louros e musculados que não sabem quem é o Mário Soares, a aprender com mulheres de óculos e borbulhas que sabem recitar até à 20ª casa do Pi.&lt;br /&gt;Isto, para os iluminados como o Piet Hein, prova as boas intenções do programa, que não é sexista. Claro que se não fosse ele próprio louro, era capaz de perceber que o estereótipo se mantém, apesar da transexualidade a que se submeteu. Ou então sou eu, a quem as cãs escondem se alguma vez a loura cor cá esteve, que mais uma vez não percebo a desconstrução dos estereótipos. Sou tão burro que até já me acho bonito.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Como é que se desconstroem, a sério, os estereótipos? Transpondo a lógica da convivência despreconceituosa para as diversas áreas da vida social.&lt;br /&gt;Não é com medidas hipócritas como aquela de pôr os bonecos dos semáforos e sinais de trânsito com saias, só para que as mulheres não se sintam insultadas por não figurar em tão belas obras de arte. Ou então, se forem burras, ainda pensam que se o homenzinho verde, de chapéu, é nitidamente masculino, elas ainda não podem atravessar a rua. E, depois disto, há de chegar o momento em que as pessoas que não usam chapéu vão querer bonecos sem chapéu, e em que os deficientes vão querer bonecos pernetas ou em cadeira de rodas, e em que os passeadores de cães vão querer o seu bobby a figurar no semáforo, ou não atravessarão a rua. Até as galinhas, famosas por atravessarem estradas e ninguém ter descoberto ainda porquê, vão querer sinais com a sua silhueta.&lt;br /&gt;Não; não é assim. É não utilizando o género feminino quando se fala em culinária ou moda, ou decoração. “se a leitora não tiver em casa ovos de codorniz, pode sempre utilizar...” Porquê a leitora e não o leitor? Bom, dirão muitos, então e porquê o leitor? Não vou entrar por aí, limitando-me a seguir a norma, que é utilizar o masculino para o sujeito indefinido.&lt;br /&gt;Mas é mais do que isso. A vida social é mista e deve sê-lo com respeito pelas diferenças e igualdade de oportunidades e tratamentos. Todas as actividades sociais deveriam reflectir isso.&lt;br /&gt;Atalhando caminho, que a conversa já vai longa, chego ao destino, ou seja, como não poderia deixar de ser, ao Corfebol.&lt;br /&gt;Desconstroem-se preconceitos e estereótipos quando existem actividades como esta. Aqui, todos fazemos o mesmo. Aqui, quando ganham os homens ganham as mulheres e o perder é de igual forma partilhado. Não há regras para uns diferentes das regras para outros. Há regras que salientam que homem e mulher não é a mesma coisa (não se podem defender; não pode haver equipas com 5 mulheres ou 5 homens), mas não há regras que sejam para um e não para o outro. Aqui, quando vamos jogar longe, viajamos todos juntos; quando fazemos jantares e outras confraternizações, há o colorido de estarmos juntos. E nada disso é forçado; decorre naturalmente da característica principal da modalidade, que é ser mista.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não vamos jantar juntos depois de um jogo porque uns estiveram a jogar e os outros a apoiar. Vamos porque estiveram mulheres e homens a jogar e estiveram homens e mulheres a apoiar.&lt;br /&gt;Se queremos uma sociedade em que exista sã convivência entre sexos, temos de valorizar o papel do Corfebol (entre várias outras actividades, mas este Blog é de Corf), enquanto única modalidade desportiva que promove verdadeiramente a desconstrução de estereótipos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há uns mais bonitos, uns mais cultos, uns mais inteligentes, uns mais hábeis, sem relação de causalidade directa ou indirectamente proporcional entre si, mas... aqui, no Corfebol, todos somos Belas e Belos; aqui, no Corfebol, todos somos Mestras e Mestres.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-1380699842352265526?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/1380699842352265526/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=1380699842352265526' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1380699842352265526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/1380699842352265526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/04/os-belos-e-as-mestras.html' title='Os Belos e as Mestras'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2967345953035777107</id><published>2007-03-09T18:35:00.000Z</published><updated>2007-03-09T18:47:03.430Z</updated><title type='text'>Marcos de Maioridade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando é que se fica maior, se falamos de uma instituição?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não há respostas e a piada é essa. Podemos criar marcos de maioridade quando nos apetecer, com os critérios que mais nos agradarem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mando um ao ar, porque lhe acho piada e porque é actual.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A FPC fez 16 anos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fez; mesmo sem festa. Há uns tempos, uma criança franzia-me a testa quando eu lhe dizia que era o meu dia de anos. Não podia ser. Como é que eu fazia anos e não havia bolo, nem convidados, nem festa? Impossível. Eu não fazia anos. A FPC assim é, também. Não fez festa, mas fez anos. Podia este ser um marco de maioridade, mas era só um aparte. Nas instituições, ao contrário das pessoas, o marco de maioridade não é deixar de fazer festas mas sim passar a fazê-las, acho eu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Voltando, então, ao tema.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O tal marco de maioridade que mando para o ar é este: pela primeira vez há seleccionados nacionais mais novos que a própria Federação. Lanço estes dados de forma empírica. Se alguém tiver informações em contrário, peço que me avise.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A maioridade da FPC pode-se ler de forma dupla. Por um lado (e esta é óbvia), para ser mais velha que alguns atletas das suas selecções, é porque cresceu, em idade. Por outro (e esta é mais meritória), para ter atletas seleccionados que são mais novos que a própria selecção, é porque há hoje condições para que os jovens evoluam, nos seus clubes, e que tenham enquadramento internacional para se mostrarem lá fora.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não deixa de ser giro pensar que algumas das pessoas (não sei quantos, mas alguém haverá) que vão vestir a camisola de Portugal, com o emblema da FPC ao peito, ainda não tinham nascido quando a mesma foi fundada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2967345953035777107?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2967345953035777107/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2967345953035777107' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2967345953035777107'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2967345953035777107'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/03/marcos-de-maioridade.html' title='Marcos de Maioridade'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-634539964702846613</id><published>2007-02-23T19:31:00.000Z</published><updated>2008-12-10T21:26:40.242Z</updated><title type='text'>Ao Zeca, Vinte Anos Depois</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Bem ou mal, inspirei-me, hoje que passam duas décadas da morte do Zeca, nos seus textos musicados, para lembrar algo do Corfebol, algo de mim, algo de nós, nós que somos Corfebol, este Corfebol que faz parte de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Eu vou ser como a toupeira que esburaca” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Eu Vou Ser Como a Toupeira&lt;/span&gt;) e usarei esta pena em teclado feita para chamar todos à acção. Porque, já sabemos, “o que faz falta é acordar a malta” &lt;span style="color:#3366ff;"&gt;(O Que Faz Falta&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Eu e tantos neste Corfebol, “lá no cimo de uma montanha acendemos uma fogueira, para não se apagar a chama que dá vida na noite inteira” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canto Moço&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;“Num lugar ermo só no meu abrigo aí terei meu tecto e meu postigo” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Tecto na Montanha&lt;/span&gt;). “No Lago do Breu a Lua nasce (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;No Lago do Breu&lt;/span&gt;). “Estou sozinho no mar largo, sem medo à noite cerrada” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Minha Mãe&lt;/span&gt;). Assim é o Corfebol para mim, estas “torres cinzentas que dão para o vento dentro do meu pensamento” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Altos Castelos&lt;/span&gt;), este sentir as dificuldades como um desafio, usando a paixão como escudo contra o infortúnio e telescópio para a felicidade.&lt;br /&gt;E é assim que me vejo, sem modéstia, como “o vento que dá nas canas do canavial” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;A Morte Saiu à Rua&lt;/span&gt;), porque conheci o Corfebol e “desde então a bater no meu peito em segredo sinto uma voz dizer Teima, teima sem medo” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Fui à Beira do Mar&lt;/span&gt;). E, por isso, me “ouvirás cantando nas alturas” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canção de Embalar&lt;/span&gt;). E, pelo Corfebol, sei-o, “eu hei-de vencer” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;É para Urga&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é isto o Corfebol. Este Mundo onde se encontra “em cada esquina um amigo, em cada rosto igualdade” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Grândola, Vila Morena&lt;/span&gt;), em que é “benvindo quem vier por bem” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Traz Outro Amigo Também&lt;/span&gt; ), esta “Cidade sem muros nem ameias; gente igual por dentro, gente igual por fora” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Utopia&lt;/span&gt;), esta “Cidade do homem; não do lobo mas irmão; Capital da alegria” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Utopia&lt;/span&gt;). Onde os sexos se irmanam, pois “Mulher na democracia não é biombo de sala” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Teresa Torga&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Tenho pena de quem não conhece o Corfebol; de quem não nos conhece. “Há quem viva sem dar por nada; há quem morra sem tal saber” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Mulher da Erva&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que isto está mau. Este Mundo que amamos anda triste, mas amamo-lo sempre. “Já o tempo se acostuma à cova funda” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Já o Tempo se Habitua&lt;/span&gt;), mas cremos piamente “que um dia rirá melhor quem rirá por fim” (&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;A Morte Saiu à Rua&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Para o Corfebol, tantas vezes, parece que “a marcha do tempo parou” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O Homem Voltou&lt;/span&gt;), mas “já o tempo se habitua a estar alerta” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Já&lt;/span&gt; o Tempo se Habitua&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Não somos só nós que estamos mal. “O país vai de carrinho; vai de carrinho o país” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O País Vai de Carrinho&lt;/span&gt;). Anda tudo torto neste Portugal. “Mandadores de alta finança fazem tudo andar pra trás” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Os Índios da Meia-Praia&lt;/span&gt;). Compadrios e injustiças reinam. “À mesa da fama assentou-se quem mama” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Eu Marchava de Dia e de Noite&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, claro, se as coisas correm mal, pior tendem para correr. “Quando tudo te corre a prazer vêm amigos estender-te a mão, mas se Deus ou o Diabo viram tudo ao contrário, ninguém vem levantar-te do chão” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Eu Marchava de Dia e de Noite&lt;/span&gt;). “Homem de costas vergadas, de unhas cravadas, na pele a arder; é minha a tua canseira, mas há quem queira ver-te sofrer” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Só Ouve o Brado da Terra&lt;/span&gt;). È certo e sabido que “onde não há pão não há sossego” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Menino do Bairro Negro&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;“A gente ajuda, havemos de ser mais, eu bem sei; mas há quem queira, deitar abaixo o que eu levantei” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Venham Mais Cinco&lt;/span&gt;). “Quem te quebrou o encanto, nunca te amou” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Maio, Maduro Maio&lt;/span&gt;), ó Corfebol. Mas pior é “se alguém se engana com seu ar sisudo e lhes franqueia as portas à chegada” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Os Vampiros&lt;/span&gt;), àqueles que só vêm para cá estragar o que construímos. “Lembram-me os Sheikes das fitas, que dão porrada a quem passa” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Nefretite não Tinha Papeira&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Desgastam, “que um homem morre mil vezes, mil e uma já é demais” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canção do Medo&lt;/span&gt;). Mas já não tenho pena, sei esperar” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canção da Paciência&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Depois, há os que, com esse e outros desgastes, se vão embora. “Adeus que te vou deixar, ó minha terra, ó minha enxada; não faço gosto em voltar” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Adeus ó Serra da Lapa&lt;/span&gt;). Porque “às vezes uma dúvida rondava: valia ou não a pena o que fazias?” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Tinha uma Sala Mal Iluminada&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;Mas vamos dar a volta. “Vira o vento e muda a sorte” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Natal dos Simples&lt;/span&gt;). “Mudem de rumo; já lá vem outro carreiro” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;A Formiga no Carreiro&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;“Companheiros de aventura, vinde comigo viajar” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Adeus ó Serra da Lapa&lt;/span&gt;), “venham comigo venham, que eu não vou só” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Menino d'Oiro&lt;/span&gt;). “E o caminho é só um; é sempre em frente” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Tinha uma Sala Mal Iluminada&lt;/span&gt;). “Amigo, maior que o pensamento, por essa estrada amigo vem. Não percas tempo, que o vento é meu amigo também” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Traz Outro Amigo Também&lt;/span&gt; ) “Ergue-te ó Sol de Verão; somos nós os teus cantores” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Coro da Primavera&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;“Olha o sol que vai nascendo” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Menino do Bairro Negro&lt;/span&gt;), olha as “pombas brancas que voam altas” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;As Pombas&lt;/span&gt;). Com elas, “canta camarada, canta,canta que ninguém te afronta” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canta Camarada&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;“Não há bandeira sem luta” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Teresa Torga&lt;/span&gt;). “Que a voz não te esmoreça vamos lutar” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Maio, Maduro Maio&lt;/span&gt;), “porque a luta continua” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Os&lt;/span&gt; Índios da Meia-Praia&lt;/span&gt;). Lutemos, pois, pelo que nos une. “Não quebrem vossa união” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Em Terras de Trás-os Montes&lt;/span&gt;). “Enquanto há força no braço que vinga, que venham ventos virar-nos as quilhas” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Enquanto Há Força&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;“Não tenhamos medo, pois ninguém melhor poderá resolver esta luta “ (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Barracas Ocupação&lt;/span&gt;). “Mas se há um camarada à tua espera, não faltes ao encontro sê constante” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Tinha uma Sala Mal Iluminada&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;“Nem toda a força do pano, todo o ano, quebra a proa do mais forte, nem a morte” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Já o Tempo se Habitua&lt;/span&gt;). Porque “o homem conquista a vitória sobre o deserto e rio também” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Eu Marchava de Dia e de Noite&lt;/span&gt;), sabendo que “só o forte tem sorte” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Eu Marchava de Dia e de Noite&lt;/span&gt;). “Amigo, a vitória é tua” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Foi na Cidade do Sado&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;“O que faz falta é agitar a malta” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O Que Faz Falta&lt;/span&gt;). Mexamo-nos. Façamos mexer os que nos ladeiam. “A presença das formigas nesta oficina caseira” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;A Presença das Formigas&lt;/span&gt;) leva-me a pensar que somos muitos e bons para levar a bom porto esta demanda. “Somos filhos da madrugada” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canto Moço&lt;/span&gt;), mas “o que faz falta é empurrar a malta” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;O Que Faz Falta&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;E, então, vamos. “Por esses quintais adentro vamos às raparigas solteiras” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Natal dos Simples&lt;/span&gt;), “por esses quintais adentro vamos às raparigas casadas” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Natal dos Simples&lt;/span&gt;). “Traz outro amigo também” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Traz Outro Amigo Também&lt;/span&gt;); “venham mais cinco” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Venham Mais Cinco&lt;/span&gt;), e que esses cinco tragam cada um outros tantos. E aí “seremos muitos, seremos alguém, cantai rapazes, dançai raparigas” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Enquanto Há Força&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Rd9DtD3qjCI/AAAAAAAAAAM/tk_MMtD2FeQ/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5034817349835459618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 87px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" height="168" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Rd9DtD3qjCI/AAAAAAAAAAM/tk_MMtD2FeQ/s320/images.jpg" width="117" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;E, enquanto “navegamos de vaga em vaga; não sabemos de dor nem mágoa” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canto Moço&lt;/span&gt;), “muitos sóis e luas irão nascer; mais ondas na praia rebentar” (&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Canção da Paciência&lt;/span&gt;), e cá estaremos nós, Corfebolistas, a lutar, sempre!, pela nossa Modalidade, pelo nosso Mundo, pela nossa Vida!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Rd9DtD3qjCI/AAAAAAAAAAM/tk_MMtD2FeQ/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-634539964702846613?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/634539964702846613/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=634539964702846613' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/634539964702846613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/634539964702846613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/02/ao-zeca-vinte-anos-depois.html' title='Ao Zeca, Vinte Anos Depois'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_9L2fNtnk-vs/Rd9DtD3qjCI/AAAAAAAAAAM/tk_MMtD2FeQ/s72-c/images.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2074088048763238911</id><published>2007-02-09T19:37:00.000Z</published><updated>2007-02-08T14:42:32.412Z</updated><title type='text'>As Formigas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;António Câmara foi Prémio Pessoa. É capaz de ser o prémio mais importante que temos por cá, pelo menos num registo multidisciplinar.&lt;br /&gt;Manuel Pais Clemente foi escolhido pelo American Biographical Institute para integrar o livro "Great Minds of the 21st Century". É o único português que lá figura. Esta é uma publicação de alta reputação internacional, apesar de, como tudo o que vem da terra do Bush, ter de ser visto com o sobrolho franzido.&lt;br /&gt;Nenhum destes homens está na lista dos 100 mais dos Grandes Portugueses. Aliás, nenhum deles integra os quase 300 que a RTP sugeriu antes das votações.&lt;br /&gt;Quantos portugueses se lembrariam deste par antes das distinções que receberam? Quantos portugueses os conheciam? Quantos portugueses os conhecem, ainda hoje?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Há formigas, discretas, quase invisíveis, que trabalham. Não as vemos. Não as conhecemos, a não ser que nos dotemos de uma lupa e vamos à procura delas. Mas trabalham, são válidas e “andem” aí.&lt;br /&gt;Não olhem, peço, apenas para os cromos do costume quando forem chamados a sugerir, ou mesmo a escolher, os vossos representantes. Sejam criativos, inovadores, anti-marasmo, e vão buscar a lupa.&lt;br /&gt;As formigas estão por todo o lado. É só desviarmos da frente aqueles que se metem sempre no caminho e encontramo-las, a desempenhar as tarefas aparentemente mais insignificantes mas sempre tão decisivas para que o ruir do sistema não seja premente.&lt;br /&gt;Mostrem-nas, façam-nas sair da sombra. Precisamos delas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E, sim, estou a falar de Corfebol.&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2074088048763238911?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2074088048763238911/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2074088048763238911' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2074088048763238911'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2074088048763238911'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/02/as-formigas.html' title='As Formigas'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-2105807274053555915</id><published>2007-01-29T10:45:00.000Z</published><updated>2007-01-29T11:20:28.701Z</updated><title type='text'>Jogar com o Árbitro</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há uns anos, lembro-me da indignação de muitos quando um treinador de topo, no nosso Corfebol nacional, disse publicamente que se devia jogar com o árbitro. Jogar com o árbitro foi interpretado de várias maneiras, resumindo-se, na súmula das opiniões, a jogar de acordo com aquilo que o árbitro permitisse. Se ele não vê as faltas na assistência, para quê deixar de as fazer? Se ele vê os passos que há e os que não há, tenhamos cuidado com isso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E daí, cedo se passa da acção para a reacção. Se ele não vê as faltas no poste e o adversário não deixa de as fazer, então temos nós também de as fazer, pois que não nos chamem anjinhos quando perdermos os jogo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jogar com o árbitro é, pois, esticar a corda nos primeiros 10 minutos, ou por aí, para ver até onde ela aguenta o esticão. É analisar com olho de lince onde é que fica a fronteira do permitido e do apitável. É receber toque e dar empurrão, se o toque não for sancionado; é receber empurrão e dar cotovelada, se o empurrão não for sancionado; é parar por aí e escrever no bloco de notas que empurrões sim, que o gajo não vê, mas cotovelas não, que essas ele já apita.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas recentemente, muito recentemente, assisti a uma situação que me faz brilhar aquela centelha de admiração pela modalidade que abracei. Não foi uma coisa única, nem algo que desse muito nas vistas, mas acho que deve ser digno de registo. Quanto mais não seja - quem sabe? - servirá de exemplo para outros. Tanto mais que veio de um ex-internacional, pessoa reconhecidamente recta e um daqueles que mais amigos vai cultivando pelos vários clubes por onde tem passado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E a identificação fica por aqui, que isto com muita discrição perde a piada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jogava esse atleta de uma forma que começou a perturbar o adversário. Demasiada utilização dos braços na defesa. Vai em direcção à bola... braço. Vai para a assistência... braço.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E poucas vezes a palavra desembaraçar viria tão a propósito, se lhe tirassem o primeiro "a".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O adversário começou a queixar-se, esperando que o dono do apito reparasse na forma irregular como estava a ser impedido de atingir os seus objectivos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas este estava mais preocupado com outras questões que se passavam no campo. Alguns pormenores ia vendo bem, outros nem por isso, outros - a maioria - nem sei se via bem ou mal, pois que bem melhor que o espectador (seja um espectador dentro ou fora do campo, que os jogadores também olham) ele sabe ajuizar e bem melhor que o espectador estava na posição de o fazer. Só não via a questão dos braços. Essa, a quase todos os espectadores também passava ao lado. Só dois - o que usava os braços e o que os sentia como grilhões - é que estavam na perfeita posição para verificarem o que se estava a passar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A certa altura, talvez aos tais 10 minutos, a situação parou. Como jogador experiente, o prevaricador sabia adoptar formas diferentes de jogar, de acordo com as vicissitudes do momento.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas então, se o sabia, e se o árbitro não via, porque não "jogar com o árbitro"? Estava a resultar, o árbitro não via... Porque não continuar?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque, meus amigos, há quem tenha valores acima desses que dizem para esticar a corda. O reconhecimento de rectidãoe a amizade a que aludi atrás não se conquistam pelos lindos olhos. Há que cultivá-los.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há que ser, verdadeiramente, recto. E este defesa foi-o, ao abdicar de uma forma de jogar que percebeu ser irregular, apesar de não ser sancionada pelo juiz.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Há que ser, verdadeiramente, amigo. E este defesa foi-o, ao dirigir-se ao adversário no intervalo e pedir desculpa pela forma como estava a jogar e dizendo que, ao aperceber-se, corrigiu.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se todos fôssemos assim, a tarefa dos árbitros era tão mais fácil!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-2105807274053555915?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/2105807274053555915/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=2105807274053555915' title='43 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2105807274053555915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/2105807274053555915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/01/jogar-com-o-rbitro.html' title='Jogar com o Árbitro'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>43</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-116835484503523887</id><published>2007-01-09T14:59:00.000Z</published><updated>2007-01-09T15:00:45.056Z</updated><title type='text'>Pub</title><content type='html'>Sempre bem dispostos... Muitos Amigos... Sorrisos nos lábios...&lt;br /&gt;Ou têm pais ricos, ou ganharam a lotaria...&lt;br /&gt;Ou jogam Corfebol!&lt;br /&gt;Quem sabe, sabe; e os corfebolistas é que sabem!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-116835484503523887?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/116835484503523887/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=116835484503523887' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116835484503523887'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116835484503523887'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2007/01/pub.html' title='Pub'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-116758509271634161</id><published>2006-12-31T17:01:00.000Z</published><updated>2006-12-31T17:11:32.720Z</updated><title type='text'>Dois Mil e Sete</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff99ff;"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ccccff;"&gt;0&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#ff6666;"&gt;0&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que &lt;strong&gt;dois mil e sete&lt;/strong&gt; nos traga mais que 2006. Numa altura em que a parte material vai escasseando e em que as perspectivas são de um cinzento a cair para o negro, que a Paixão nos mantenha juntos e a Emoção nos compense &lt;em&gt;q.b&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em &lt;strong&gt;2007&lt;/strong&gt;, marca o melhor cesto da tua vida, faz a melhor jogada alguma vez sonhada, joga o jogo mais memorável de todos, alcança a vitória mais marcante alguma vez alcançada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto não invalida que em 2008 voltes a bater estas marcas. Mas, para já, que seja &lt;strong&gt;2007&lt;/strong&gt; o melhor ano da tua carreira. Quanto mais não seja por ser o mais recente.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dentro e fora do Corfebol, que &lt;strong&gt;2007&lt;/strong&gt; te sorria, a ti e a todos os que te rodeiam e a quem queres bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em cada passa sonha um desejo concretizável. Em cada desejo, põe um bocadinho de Corfebol. Que cada passa seja, então, um passo, pequeno, no sentido de um Corfebol melhor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Bom Ano para Todos!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-116758509271634161?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/116758509271634161/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=116758509271634161' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116758509271634161'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116758509271634161'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/12/dois-mil-e-sete.html' title='Dois Mil e Sete'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-116758441375829346</id><published>2006-12-31T16:31:00.000Z</published><updated>2006-12-31T17:00:14.520Z</updated><title type='text'>CEM!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:180%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;1&lt;span style="color:#6633ff;"&gt;0&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#33cc00;"&gt;0&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;Durante mais de dois anos, aqui se falou de Queijo, do Arrastão, de um certo Barco, dos nossos Campeonatos, dos Campeonatos dos outros, do Eclipse, do Speed Dating, disseram-se Mentiras no dia delas, jogou-se à Herança, contaram-se Histórias Infantis, lembraram-se datas do Verão ao Natal, desfilaram Grandes Portugueses, abriram-se algumas páginas da Corfebolopédia (infelizmente incompleta... volta Näas, o povo perdoa-te), e tanto, tanto mais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Aqui, durante 100 posts, o CORFEBOL foi Rei! Aqui, o CORFEBOL é Rei! Aqui, o CORFEBOL será sempre Rei!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que em algum local o seja. E que o seja por mais outras centenas de posts, assim mo permita a providência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Cem posts a falar do que nos une e separa. Quem dizia que não havia assunto em torno do Corfebol para dar vida a um Blog?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Obrigado a todos os que dão motivo a essa vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-116758441375829346?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/116758441375829346/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=116758441375829346' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116758441375829346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116758441375829346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/12/cem.html' title='CEM!'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-116612176154706649</id><published>2006-12-14T18:37:00.000Z</published><updated>2006-12-14T18:42:41.570Z</updated><title type='text'>Rudolfo, a Rena do Nariz Vermelho</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A Rena Rudolfo - a tal do nariz vermelho - é a mais conhecida de todas as que puxam o mais famoso trenó do Mundo. O Rudolfo está para o trenó do Pai Natal assim como o Ricardo Araújo Pereira está para os Gato Fedorento. Ou seja, eles são todos iguais, mas há um mais igual que os outros. Se perguntarem a qualquer gatodependente qual é o Gato que mais fede (no bom sentido, é claro), o primeiro nome a saltar tem de ser o do Ricardo. Se perguntarem a qualquer criança do Planeta qual é a Rena mais divertida, claro que é o &lt;em&gt;red nosed&lt;/em&gt; Rudolph. Quem raio se lembra do Blitzen, Dasher, Comet, Donner, Cupid, Prancer, Dancer, ou Vixen? Alguma vez alguém se lembrou deles para fazer uma música de Natal?&lt;br /&gt;Mas nem sempre foi assim. Reza a história que o Rudolfo era um jovem novato na estrebaria do Pai Natal, que todos os natais olhava no céu os seus companheiros mais velhos e experientes, sonhando que um dia, num qualquer Natal, seria ele a estar lá, na equipa titular, a ajudar o velhinho das barbas a distribuir os presentes pelas crianças. Todas. As que se portaram bem e as outras, que essa história de haver prendas só para os que se portarem bem é muito perniciosa e falsa – "eu que o diga!", pensarão muitos meninos que nem sempre foram um modelo de bom comportamento e, mesmo assim, nunca deixaram de ter a prenda no sapatinho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah!, sonhava o Rudolfo, como deve ser lindo ver lá de cima os telhados alvos de neve, as chaminés fumegantes por onde o gordo patrão desce sem se chamuscar, deixando felizes os petizes a cantarolar.&lt;br /&gt;Até que, numa manhã do Grande Dia (a véspera do Dia Principal), o Pai Natal não descolava o ouvido do rádio, de ar desolado. Havia um nevoeiro intensíssimo que os boletins meteorológicos previam ser para durar. Como é que conseguiria guiar o velho trenó por entre as chaminés e levar alegria a casa de cada criança?&lt;br /&gt;Era preciso salvar o Natal e a esperança surgiu sob a forma de... um nariz! Claro! O nariz do Rudolfo, de um vermelho luminoso, seria o farol que orientaria o trenó no meio do denso nevoeiro. Rudolfo nunca mais esqueceu os quatro segundos que o Pai Natal demorou a dizer-lhe, com voz grossa e tom elevado, no entanto afável, “Rudolfo, prepara-te, hoje vais comigo distribuir os presentes!”.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4528/651/1600/175441/images.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="137" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4528/651/320/430086/images.jpg" width="173" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E foi. Á frente dos sete companheiros e do mais simpático dos velhos barbudos e gordos, Rudolfo teve um papel preponderante nesse Natal, do qual já se perdeu a data. E, a partir desse dia, o Pai Natal contou com a prestação da jovem rena em todos os natais. Ainda hoje, se olharmos os céus na véspera de Natal, com a concentração que só os olhos cerrados nos permitem, veremos surgir por entre a estrelas, furando as nuvens, sacudindo flocos de neve, o brilhante nariz da Rena Rudolfo, liderando uma equipa que puxa o voador trenó, carregado de prendas, do Pai Natal.&lt;br /&gt;Pois eu vou aproveitar esta história para pedir uma prenda de Natal a todas as equipas. No próximo fim de semana, o último antes da celebração natalícia, pensem nos Rudolfos que há em cada clube. Quantos jovens não haverá à espera de uma oportunidade, perdidos nas equipas B’s e C, que até podem ter um nariz vermelho com futuro?&lt;br /&gt;Pois eu peço como prenda de Natal, que cada clube deixe um casal de jovens jogar pela equipa superior. Mas que não sejam só dez minutos numa altura em que o jogo esteja já ganho ou perdido. Que seja um jogo inteiro. Sim, porque nesta altura em que se escrevem cartas ao Pai Natal, as crianças também não se contentam com pouco e fazem o rol de todos os anúncios do Canal Panda &lt;em&gt;(*)&lt;/em&gt;. O Caneira também não faz por menos e pede um campo de futebol para treinar. Alguns sonhadores até pedem a Paz no Mundo. Por isso também posso pedir muito, sabendo que talvez receba um pouquinho.&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(*) Há excepções. Felizmente, há excepções. Lindas excepções.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vou estar, portanto, atento ao próximo fim de semana. Quero ver Rudolfas e Rudolfos a saltitar nos nossos pavilhões, junto dos grandes, a aprender a serem grandes, a crescer, a ganhar confiança para um dia lá estarem de pedra e cal.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-116612176154706649?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/116612176154706649/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=116612176154706649' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116612176154706649'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116612176154706649'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/12/rudolfo-rena-do-nariz-vermelho.html' title='Rudolfo, a Rena do Nariz Vermelho'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-116436399082752456</id><published>2006-11-24T10:24:00.000Z</published><updated>2006-11-24T10:50:28.470Z</updated><title type='text'>Rómulo faria hoje um Século de vida</title><content type='html'>&lt;em&gt;(por isso, vamos assassinar-lhe a produção mais famosa... com a devida vénia)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não sabem que o sonho&lt;br /&gt;é uma constante da vida&lt;br /&gt;tão concreta e definida&lt;br /&gt;como outra coisa qualquer,&lt;br /&gt;como esta bola Mikasa&lt;br /&gt;com que eu jogo e lanço,&lt;br /&gt;como este ribeiro manso&lt;br /&gt;em serenos sobressaltos,&lt;br /&gt;como estes postes tão altos&lt;br /&gt;que em branco e oiro se agitam,&lt;br /&gt;como estas aves que gritam&lt;br /&gt;em bebedeiras de azul.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não sabem que o sonho&lt;br /&gt;é vinho, é espuma, é fermento,&lt;br /&gt;jovem atleta sedento,&lt;br /&gt;curioso e raçudo,&lt;br /&gt;que pretende ganhar tudo&lt;br /&gt;num perpétuo movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não sabem que o sonho&lt;br /&gt;é misto, saia, calção,&lt;br /&gt;braçadeira de capitão,&lt;br /&gt;arco em ogiva, vitral,&lt;br /&gt;pináculo de catedral,&lt;br /&gt;contraponto, sinfonia,&lt;br /&gt;defesa, ataque, magia,&lt;br /&gt;que é retorta de alquimista,&lt;br /&gt;lançamento na passada,&lt;br /&gt;carregar base pesada,&lt;br /&gt;caravela quinhentista,&lt;br /&gt;jogada de deslumbrar,&lt;br /&gt;ouro, canela, marfim,&lt;br /&gt;florete de espadachim,&lt;br /&gt;ter um árbitro a apitar,&lt;br /&gt;Colombina e Arlequim,&lt;br /&gt;passarola voadora,&lt;br /&gt;colectivo, treinador,&lt;br /&gt;jogadora, jogador,&lt;br /&gt;alto-forno, geradora,&lt;br /&gt;cisão do átomo, radar,&lt;br /&gt;ultra-som, televisão,&lt;br /&gt;desembarque em Roterdão,&lt;br /&gt;qual superfície lunar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles não sabem, nem sonham,&lt;br /&gt;que o sonho comanda a vida,&lt;br /&gt;que sempre que um homem sonha&lt;br /&gt;o mundo pula e avança&lt;br /&gt;como bola colorida&lt;br /&gt;entre as mãos de uma criança. &lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4528/651/1600/878693/GEBOORTE1.gif"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4528/651/1600/1131/GEBOORTEcol.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 139px; CURSOR: hand; HEIGHT: 126px" height="126" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4528/651/320/704354/GEBOORTEcol.gif" width="135" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4528/651/1600/421289/romulo_g.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 123px; CURSOR: hand; HEIGHT: 116px" height="198" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/4528/651/320/701350/romulo_g.jpg" width="172" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-116436399082752456?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/116436399082752456/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=116436399082752456' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116436399082752456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116436399082752456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/11/rmulo-faria-hoje-um-sculo-de-vida.html' title='Rómulo faria hoje um Século de vida'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-116368018593443991</id><published>2006-11-16T12:22:00.000Z</published><updated>2006-11-24T10:24:06.450Z</updated><title type='text'>Corfebol no Coração</title><content type='html'>&lt;p align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/1600/th-4.1.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 141px; CURSOR: hand; HEIGHT: 123px" height="146" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/400/th-4.jpg" width="155" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Maria, entre o convento e uma vida triste a lavar os pratos de uma madrasta qualquer - porque estas histórias se cruzam todas - optou por emigrar, de mala de cartão em punho, para os arredores de Salzburgo, onde iria trabalhar como preceptora de sete pirralhos, órfãos de mãe e filhos de um Capitão na reserva.&lt;br /&gt;Era uma rapariga singela, bem disposta, nascida em Haia. Parecia-se mais com a Julie Andrews do que com a Floribella, mas isso só acontecia porque de outra forma daria muito nas vistas nos finais de anos 30. De qualquer forma, as histórias eram parecidas, porque estas histórias – sabem? – cruzam-se todas.&lt;br /&gt;Tinha no Coração a Música e o Corfebol. Quanto à primeira, era o chegar das Big Bands à Europa, de Kurt Weill, da Potsdamer Platz. Já o segundo, tinha-lhe entrado o bichinho em 1928, nos Olímpicos de Amsterdão. Adorou ver, experimentou, adorou experimentar, ficou, até ao exílio na Áustria.&lt;br /&gt;A história dos amores de Maria pelos sete filhos do Capitão Von Trapp e depois pelo próprio Capitão &lt;em&gt;himself&lt;/em&gt;, é fácil de contar. Basta ver a Floribella, ou a &lt;em&gt;Franny, the Nanny&lt;/em&gt;, para perceber. São umas miúdas de origens humildes, que chegam a grandes mansões com uma mão à frente e outra atrás, e que usam as pobres crianças para chegar aos patriarcas, viúvos (menos no caso da florida nortenha, em que o cromo mais velho é irmão e órfão, o que vai dar quase ao mesmo mas que belisca a credibilidade). Depois, se eu fosse ordinário diria que tiram a mão da frente e a de trás e libertam frente e trás para os ricos ingénuos – mas não sou, e direi apenas que acabam por conquistar os donos das mansões e das suas vidas.&lt;br /&gt;Só que esta Maria, para tocar nos corações dos jovens, teve de utilizar algo de que gostava, algo que sabia que eles também gostariam, algo que sabia fazer bem, algo que sabia que eles também iriam saber fazer. Música?... Não; está muito visto. Corfebol!&lt;br /&gt;Os putos eram sete (como os anões – não sei se já disse, mas estas histórias cruzam-se muito), o que dificultava a tarefa. No início ela dava uma perninha. Depois, lá conseguiu convencer o Capitão a jogar também, na altura em que a perninha lhe era dada a ele (isto teria eu acrescentado se fosse ordinário). E, pelos montes verdejantes, corriam todos idilicamente, com grandes sorrisos, atrás de umas K5 (que, na altura, ainda não existiam, mas não fica mal uma pequena liberdade literária) e de uns cestos de verga (porque já seria um exagero de liberdade literária pôr os plásticos amarelos na história). E assim começou a primeira (e última) equipa de Corfebol na Áustria.&lt;br /&gt;Através de contactos que tinha na Haia natal, levou a certa altura uma equipa holandesa para fazer o primeiro jogo de Corfebol no país berço do poderoso Adolfo. Mas sem drama esta história não tinha piada, e o terrível esteve quase para acontecer, se é que não aconteceu mesmo (deixemos algum &lt;em&gt;suspense&lt;/em&gt;).&lt;br /&gt;Quando toda a mansão rebentava de excitação por causa do jogo, eis que um mensageiro do novo poder (nota histórica: a Alemanha Nazi tinha tomado conta da Áustria, nas vésperas da 2ª Grande Guerra) vem trazer uma mensagem que deixou pálido o pobre Von Trapp. Queriam-no de volta à Marinha de Guerra.&lt;br /&gt;Não podia ser! Logo agora que tudo parecia correr tão bem – tinha nos braços uma mulher que amava, já sabia lançar na passada com as duas mãos, a filha Gertie tinha largado os charros, o Hans estava a aprender a conduzir, tinham acabado de comprar os equipamentos para o jogo (com saias e tudo, apesar de compridas). Não; não se vergaria à tirania nazi. Iria fugir, com toda a sua família.&lt;br /&gt;Reuniu-se o Conselho Familiar, para ser comunicada a decisão. E instalou-se o drama. Os miúdos não podiam acreditar. Iam perder o jogo? Não! Nunca! O Franz e a Heidi tinham andado a ensaiar o &lt;em&gt;Brazilian&lt;/em&gt; para surpreender os holandeses; a pequena Ilga até tinha feito uma bandeira... e a Maria? O que dizer da desalentada Maria, que tanto empenho tinha posto naquela equipa. E foi ela que pôs termo à tensão e rematou a reunião com a sentença “Ainda por cima, se não jogarmos, isto não se vai poder chamar ‘Corfebol no Coração’, porque nem vai ter um joguinho só para amostra. Temos de jogar! Fugimos depois. Vai ser assim como o ‘Fuga para a Vitória’, com o Stallone. Vai ter muito mais emoção. Temos de pensar nas audiências e, se fugirmos simplesmente, o público muda de canal”. Aplaudida a nova mãe dos sete pirralhos, voltou a excitação à casa dos Von Trapp e fez-se o grito da equipa.&lt;br /&gt;Telefonaram ao capitão da equipa holandesa a contar o plano e a pedir ajuda para a fuga. Ele garantiu que toda a equipa colaboraria.&lt;br /&gt;A caminho do relvado (na altura, o Corfebol era outdoor, lembram-se?), que era lá para o meio das &lt;em&gt;Hills&lt;/em&gt; que, toda gente sabe, estavam &lt;em&gt;Alive&lt;/em&gt;, foram interceptados por uma patrulha que os revistou. No meio das botijas de Isostar havia meias e cuecas. Dentro de uma das bolas, dinheiro, passaportes falsos, bilhetes de comboio. Tudo revelador dos projectos de fuga do Capitão Von Trapp, com a sua Vontrapa e os Vontrapinhos.&lt;br /&gt;Foram presos. Soube-se mais tarde que um dos jogadores holandeses tinha simpatia nazi e os tinha denunciado.&lt;br /&gt;O jogo não se realizou. A vergonha foi grande entre os corfebolistas, responsáveis pela detenção de uma família tão alegre, tão promissora. Foi uma página arrancada dos manuais corfebolísticos e é por isso que ninguém sabia desta história. Até o La Féria omitiu este episódio na sua produção.&lt;br /&gt;E, se ainda hoje perguntam porque é que o Corfebol nunca se iniciou na Áustria, ali tão central, tão perto das grandes potências... &lt;em&gt;that’s why&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-116368018593443991?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/116368018593443991/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=116368018593443991' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116368018593443991'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116368018593443991'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/11/corfebol-no-corao.html' title='Corfebol no Coração'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-116257283156779205</id><published>2006-11-03T16:38:00.000Z</published><updated>2006-11-03T16:57:08.433Z</updated><title type='text'>O Sherman é ignorante</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/1600/metro.2.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 497px; CURSOR: hand; HEIGHT: 164px; TEXT-ALIGN: center" height="205" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/400/metro.jpg" width="452" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-116257283156779205?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/116257283156779205/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=116257283156779205' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116257283156779205'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116257283156779205'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/11/o-sherman-ignorante.html' title='O Sherman é ignorante'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-116118760235370923</id><published>2006-10-18T17:04:00.000+01:00</published><updated>2006-10-18T17:06:42.376+01:00</updated><title type='text'>Grandes Portugueses</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pede-nos a Televisão Pública que elejamos o maior Português de todos.&lt;br /&gt;Bolas, tarefa complicada!&lt;br /&gt;Podemos escolher o homem da mercearia que ajuda os necessitados, ou aquela professora que tanto nos marcou, ou os nossos pais, ou os nossos avós, ou o grande amigo de longa data, ou o tipo que filosofa no café enquanto bebemos a bica da ordem. Mas não.&lt;br /&gt;Não que esteja vetada a votação em quem queiramos, mas seria difícil ganharem. Tinha o seu quê de simbólico, mas de simbolismos está a papeleira cheia e a gente quer é ver ganhar quem achemos melhor de entre os que podem mesmo vencer.&lt;br /&gt;Mas, Rebolas, que tarefa complicada!&lt;br /&gt;Como é que se comparam pessoas em contextos tão diferentes na história e na actividade que desempenha(ra)m?&lt;br /&gt;Como comparar Eusébio com Vasco da Gama?, Carlos Paredes com D. João I?, Gil Vicente com Padre António Vieira?, Mário Viegas com Fernão Mendes Pinto?, Mourinho com Bordalo?, o Marquês de Pombal com Bocage?, Camões com Carlos Lopes?, D. Afonso Henriques com Pedro Nunes?, Gago Coutinho com Vasco Santana?, Manoel de Oliveira com Santo António?, João Villaret com Pedro Álvares Cabral?, Antónia Ferreirinha com Amália?, Eunice Muñoz com D. Sebastião?, Belmiro de Azevedo com Saramago?, Aristides de Sousa Mendes com Catarina Eufémia?&lt;br /&gt;Em alguns destes duelos eu até daria o meu veredicto sem grandes dúvidas; mas na maioria dos casos... Trebolas, que tarefa complicadíssima!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Mais fácil é esquecer a Televisão Pública e ir para uma outra instituição – a que congrega em si (quase) todas as Federações Desportivas Nacionais, representando-as de forma meritória e promovendo acções promocionais do fenómeno desportivo como é a Gala do Desporto que organiza anualmente.&lt;br /&gt;E aqui também somos chamados a votar. Mas não será mais fácil comparar a Joana Oliveira com o Ricardo Quaresma?, a Carla Antunes com a Vanessa Fernandes?, o Miguel Costa com o Francis Obikwelu?, ou o Jorge Ramos com o João Cunha e Silva?&lt;br /&gt;Muitos farão um sorriso malandreco e dirão, de si para consigo, que sim, que é mais fácil e que escolheriam precisamente ao contrário da lógica deste texto. Outros pensarão que a nossa modalidade está à frente, em tudo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como é destes segundos que gosto mais, apelo ao seu voto. Vão lá e escolham os nossos. Para a segunda fase, diz no site, passam os 5 mais votados. Não é fácil, mas nunca se sabe.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-116118760235370923?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/116118760235370923/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=116118760235370923' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116118760235370923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/116118760235370923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/10/grandes-portugueses.html' title='Grandes Portugueses'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115986837845804492</id><published>2006-10-03T10:20:00.000+01:00</published><updated>2006-10-03T10:40:05.866+01:00</updated><title type='text'>Aos novos Árbitros</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A história que introduz esta intervenção não é minha. É do povo; anda de laringe a tímpano; e reza próximo disto:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em tempos idos, duas crianças patinavam no gelo. A certa altura, uma delas foi traída por uma camada de gelo mais fina, que se quebrou, e caíu à água gelada.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Longe de tudo, sem se vislumbrar ajuda possível, o outro infante, tenrinho na idade mas consciente da falta que o companheiro lhe faria se ali ficasse, hirto e frio, num aterradoramente gélido limbo, mergulhou para o salvar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando chegou ajuda, encontraram as duas crianças salvas - não totalmente sãs, que o frio não perdoa - e perguntava-se como é que era possível um jovenzito daquela idade ter realizado tão valoroso salvamento. Não era normal que o conseguisse. Seria proposto a milagre, acaso não fossem as gentes da fria terra totalmente ateias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E no meio destas considerações, eis que um ancião (porque são sempre sábios os anciãos, pelo menos nas histórias) passa e comenta - "A razão porque ele conseguiu, foi não haver em volta quem lhe dissesse que não iria conseguir".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Corfebolistas pouco experientes na arte de soprar oportunamente o apito vão iniciar-se em breve nas arenas do misto jogo. Que sejam como o jovem da história e ninguém lhes diga que não sabem.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115986837845804492?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115986837845804492/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115986837845804492' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115986837845804492'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115986837845804492'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/10/aos-novos-rbitros.html' title='Aos novos Árbitros'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115859489044973463</id><published>2006-09-18T16:52:00.000+01:00</published><updated>2006-09-18T16:54:50.476+01:00</updated><title type='text'>Fiúza para Plutão, Já!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Plutão, lá longe, longe no Universo, foi despromovido. Já não está entre os grandes planetas deste nosso Sistema Solar.&lt;br /&gt;O Gil Vicente, lá longe, no longínquo Minho, foi despromovido. Já não está entre os grandes deste nosso futebol.&lt;br /&gt;A Batalha, lá longe, longe do centro nevrálgico deste nosso Corfebol, também já não figura entre os nossos praticantes.&lt;br /&gt;Os plutónicos lá tentaram cortar estradas, mas estão lá no fundo, tão no fundo, que ninguém deu por ela.&lt;br /&gt;Os batalhenses vão fazer falta, mas andavam há tantos anos a bater no fundo, tão lá no fundo, que vão deixar mais saudades que vazio.&lt;br /&gt;Os galos, pelo contrário, cantam de galo, fiuzamente, e ainda vão dar muito que falar. Fiuzamente cantam, Fiúza mente quando canta. E nós, que nunca queremos ficar para trás, ganhámos um fiuza.&lt;br /&gt;Ainda bem que “vô” não é apelido. Ter um “a” colado a um apelido, minúsculo no início da palavra, parece que desenvolve um qualquer distúrbio em certas mentes.&lt;br /&gt;Este esteve fora e voltou para dentro, mas já quer ir para fora outra vez. Boa ideia! Dedique mais tempo aos lagartos. Agora até têm de lutar contra uns olhos que se recusam a ver uma mão que todos os outros olhos viram.&lt;br /&gt;Se calhar o Sr. cuja visão foi tapada por um móvel muito grande ainda vai a uma selecção qualquer. Era giro e até me fazia olhar para este nosso regressado com algum respeito. Mas não acredito. Coisas dessas só acontecem no Corfebol.&lt;br /&gt;Como cidadão responsável que gosto de pensar que sou, fui investigar. Quem é que apitou na época passada e foi convocado para as selecções?... Ainda bem que guardo as Circulares da FPC.&lt;br /&gt;Epá, há alguns...Nos sub-19 não encontro árbitros, mas nos sub-21 até há. Temos o David Inácio e o Pedro Silva, mas não me lembro de terem apitado jogos decisivos. Huummm... Não devem ser estes os alvos deste nosso diligente amigo que foi e veio e que se vai de novo.&lt;br /&gt;Nos seniores temos o Tiago Gonçalves, que também não me lembro de ver a apitar jogos que lhe valessem tal prémio. Mas eis que descubro o Miguel Costa, o Jaime Ponciano e a Carla Antunes! Esses sim, para além de estarem na nossa principal selecção, também são árbitros, e acho que têm apitado alguns jogos importantes.&lt;br /&gt;Pronto! Está desvendado o mistério. A Carla, o Jaime, o Miguel, é óbvio que nenhum deles tem qualidade para estar na selecção, mas só lá estão porque beneficiaram a equipa do seleccionador nacional.&lt;br /&gt;Então deixa cá ver que é o tipo, que isto vai dar mais que falar que o apito dourado... Na última convocatória dos seniores, o seleccionador era o Kees... Epá, isto ainda é mais grave do que se pensava. Está visto que há ramificações internacionais. Mas fico baralhado quanto a saber quem é que eles beneficiaram.&lt;br /&gt;Mas, amigo afiuza, obrigado pelo alerta. Vamos ficar todos muito mais atentos depois da sua chamada de atenção. Cá para mim, o Nuno Cruz (de nome artístico Joaquim Quim) ainda salta para os seniores, depois de ter apitado a final da Taça vencida pelo actual seleccionador.&lt;br /&gt;Estou consigo, amigo fiuza, nesta cruzada contra os podres do Corfebol. E estou tanto consigo que lhe baterei palmas sempre que estiver perto do Caneira e longe dos nossos pavilhões. Se há tanto no futebol para levantar polémicas absurdas, para quê trazer disso para aqui, quando nem sequer vendemos jornais?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115859489044973463?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115859489044973463/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115859489044973463' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115859489044973463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115859489044973463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/09/fiza-para-pluto-j.html' title='Fiúza para Plutão, Já!'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115641782501689699</id><published>2006-08-24T11:42:00.000+01:00</published><updated>2006-08-24T12:10:25.036+01:00</updated><title type='text'>A Cigarra e a Formiga</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Verão... Férias... Nem apetece responder aos questionários do Avô, quanto mais pensar na época que aí vem...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto pensava o Clube Convívio Corfebolístico das Cigarras de Coruche (CCCCC).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Verão... Férias... Disponibilidade para planear, preparar, pensar já na época que vai começar...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isto pensava a ACROF - Associação Cultural e Recreativa Operários Formiguenses.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Direcção do CCCCC nem sabia ainda quantos atletas ia ter. Portanto não sabia quantas equipas ia ter. Portanto, para quê pensar já em treinadores? Ou em reservar horas de pavilhão? Deixem-nos é descansar e gozar este Agosto, que só há um por ano.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A Direcção da ACROF já tinha as listas de atletas para a época seguinte e até tinha planos de contingência para as várias probabilidades (uns atletas ainda tinham dúvidas quanto aos seus futuros próximos nas escolas, faculdades e empregos). Os treinadores já estavam definidos. As horas dos treinos também, tudo acertadinho com as autoridades municipais. Havia orçamento detalhado para a época e um levantamento das necessidades de equipamento para os anos seguintes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os atletas do CCCCC gozavam o sol. Não havia data marcada para recomeçarem os treinos e, mesmo que houvesse, não a saberiam. Para quê? Não vai ser em Agosto, de certeza. Quando chegasse a altura das inscrições, logo se via a história do médico. Até porque, em Agosto, os médicos devem estar todos de férias e nem vale a pena pensar nisso.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os atletas da ACROF tinham recebido um papel com toda a informação referente à época seguinte - os horários das equipas, a data de reinício, o valor das quotas, contactos úteis, etc. - e também os documentos necessários para fazerem as inspecções médicas. Eles sabiam que Agosto é a melhor altura para marcar consultas e fazer exames, porque está tudo muito mais desanuviado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Para além disso, os da ACROF tinham um plano de manutenção da forma física. Todos os dias, sozinhos ou em grupo, faziam os exercícios delineados pela Comissão Técnica do clube. Os do CCCCC olhavam os seus colegas e riam, enquanto dedilhavam uma guitarra ou davam um mergulho.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quanda a época começou, calhou haver logo um jogo entre ambos os clubes. O CCCCC bem o tentou adiar, porque não tinha os jogadores todos inscritos, mas a federação não deixou, porque isso não era considerado uma razão válida. Para além disso, era suposto ser em casa dos de Coruche, mas não conseguiram marcar o jogo com os prazos exigidos e acabou por ser no pavilhão em que jogava a ACROF.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os formiguenses denotavam uma forma física e um entrosamento muito superiores. As cigarras tinham atletas que ainda nem tinham começado a treinar e estavam com umas barrigas muito pouco atléticas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A ACROF ganhou e, no balneário, os atletas pouco festejaram. Em vez disso, ouviram os adversários falar das férias, das bezanas, das patuscadas, dos excessos, das experências radicais. De um lado e do outro, homens e mulheres, as formigas olharam-se ao espelho e leram o nome do seu clube - "FORCA" nas letras que o espelho devolvia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na semana seguinte, houve um número invulgar de atletas da ACROF que pediu transferência para o CCCCC. Isto podia ter sido um problema para os dirigentes formiguenses, mas não foi, simplesmente porque a Direcção se demitiu em bloco, farta de trabalhar que nem formigas para o clube.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Moral da história... Não há.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115641782501689699?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115641782501689699/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115641782501689699' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115641782501689699'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115641782501689699'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/08/cigarra-e-formiga.html' title='A Cigarra e a Formiga'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115503560176856750</id><published>2006-08-08T12:09:00.000+01:00</published><updated>2006-08-24T11:41:27.930+01:00</updated><title type='text'>Questionário de Verão</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ah, o Agosto!... As Férias!... A Praia!...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Deitar ao Sol e nada fazer a não ser uns Sudokus, uns grelhados, bater umas bolas no areal, sonhar com o Euromilhões, nadar, ver a Floribella, vestir o que o emprego não nos permite, beber umas jecas na esplanada, ver os Morangos, ir ao drive-in, contar os mortos no Líbano, ler sobre as férias do futebolistas, contar as árvores ardidas, ver a Volta a Portugal, contar os mortos na estrada, andar de sandálias, apanhar escaldões, fazer de tudo um leque, ir de vidro aberto no carro, sofrer ataques de melgas, fechar o vidro do carro para mostrar que temos ar condicionado, beber tudo muito fresco, comer gelados, passear, retemperar forçar, contar os dias até voltar ao trabalho…&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;E fazer Inquéritos de Verão. Eram um must há uns anos atrás, mas foi-se perdendo o hábito. As revistas femininas continuam a ter a versão pontuada, mas é durante todo o ano. Tem mais piada a versão pontuada, porque ao menos tem um final, um objectivo. Não é só dizer se preferia jantar com o Tom Hanks ou com o Marcelo Rebelo de Sousa. E, para além disso, não se encomenda a resposta a um qualquer famoso. Somos nós, cada um de nós, que os faz.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Bom, resumindo, já que de nada me ocorre falar neste tórrido Agosto, faço-vos um questionário, desses com pontuação, para que as vossas férias tenham mais uns minutos de ocupação leve, esse agradável dolce fare niente, enquanto a limonada fresquinha aguarda no copo alto que seja gorgolejada e se junte, em pleno estômago, aos amendoins que vão sendo depenicados de um pires, numa mesa à sombra, junto a uma espreguiçadeira comprida e tão confortável quanto um ano de labor intenso fez merecer. Suspirem de vez em quando, como que diz “Ah, que bom é estar de Férias!...”, e lentamente coloquem as cruzinhas no sítio certo, sem esquecer um toque de desdém, para não dar um ar de estarem a trabalhar. No final, arrastadamente, vejam lá a pontuação, sem pressas, sem stresses, e procurem outra coisa para fazer enquanto não é hora de voltar ao banho. Talvez dormir. Dormir sabe sempre bem. Mesmo que já o tenham feito várias vezes nesse dia. Ah, as Férias!...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Questionário – És um Corfahólico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A – No Verão, penso em Corfebol…&lt;br /&gt;1) Várias vezes ao dia&lt;br /&gt;2) Dia sim dia não&lt;br /&gt;3) Ocorre-me de vez em quando&lt;br /&gt;4) Corf quê?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;B – Entre duas épocas…&lt;br /&gt;1) Escrevo listas de quem vai continuar no Clube para saber se subo de equipa&lt;br /&gt;2) Questiono-me se o número de equipas no Clube se vai manter&lt;br /&gt;3) Não penso nessas coisas&lt;br /&gt;4) Nem me lembro em que equipa estava&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;C – Durante as Férias…&lt;br /&gt;1) Faço corridas, trabalho de força e levo um poste comigo para praticar o lançamento&lt;br /&gt;2) Tento manter a forma&lt;br /&gt;3) Não faço exercício em especial&lt;br /&gt;4) Como muito e o maior exercício que faço é pegar no comando da televisão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;D – Na praia, aproveito estar entre muita gente desconhecida para…&lt;br /&gt;1) Organizar torneios de Corfebol&lt;br /&gt;2) Divulgar a modalidade entre grupos de amigos&lt;br /&gt;3) Explicar o que é o Corfebol quando alguém me pergunta&lt;br /&gt;4) Fingir que nem sei o que é isso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E – Para leitura de Férias levo…&lt;br /&gt;1) Estatística da minha equipa na época anterior&lt;br /&gt;2) “1001 Exercises”&lt;br /&gt;3) “And I went on a voyage to Sweden”&lt;br /&gt;4) “O Código Da Vinci”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;F – Quando compro um gelado…&lt;br /&gt;1) Compro dois Epás para fazer um jogo em miniatura em que os copos são os cestos e as pastilhas fazem de bola&lt;br /&gt;2) Compro um Cornetto porque me faz lembrar um cesto&lt;br /&gt;3) Compro um Magnum Branco&lt;br /&gt;4) Compro um daqueles do Deco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;G – Gostava de ir passar Férias…&lt;br /&gt;1) A um Clinic de Treinadores de Corfebol na Holanda&lt;br /&gt;2) A um Torneio de Corfebol na Água na Hungria&lt;br /&gt;3) A Bruxelas&lt;br /&gt;4) Ao Egipto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H – Quando vou à net, vejo em primeiro lugar…&lt;br /&gt;1) Página da FPC&lt;br /&gt;2) Fórum do CCCD&lt;br /&gt;3) Blog do Avô&lt;br /&gt;4) Os meus mails&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados:&lt;br /&gt;Atribui a cada resposta os pontos indicados pela alínea respectiva.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Até 10 pontos – És um Corfahólico! Vai-te curar!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De 11 a 19 pontos – Não és fanático, mas convém abrandar um bocadinho nas Férias. Relaxa, vais ver que te faz bem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;De 20 a 28 pontos – Estás num estado relacional com a modalidade que favorece o equilíbrio. Quando a época recomeçar, deverás tentar canalizar de novo algumas das tuas energias para o Corfebol, se isso te der prazer e contribuir para uma harmonia plena contigo mesmo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mais de 28 pontos – A ti vai ser preciso fazer um mapa com o caminho para o Pavilhão. Tens a certeza que queres voltar? Ou és daqueles que só aparecem em Dezembro a dizer que ninguém avisou que os treinos já tinham começado? &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115503560176856750?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115503560176856750/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115503560176856750' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115503560176856750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115503560176856750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/08/questionrio-de-vero.html' title='Questionário de Verão'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115374237014810182</id><published>2006-07-24T12:47:00.000+01:00</published><updated>2006-07-24T13:02:33.140+01:00</updated><title type='text'>Os Nossos Heróis</title><content type='html'>É nosso, somos mesmo assim... Ou estamos em estado de profunda depressão ou então em grande euforia. Somos tugas.&lt;br /&gt;A prestação da selecção nacional de futebol tinha mesmo de ser um oito ou um oitenta, mesmo que tenha sido um... sessenta e cinco. Quarto lugar é bom, é porreirito, e pior não podia haver para a nossa maneira de ser, tudo menos de brandos costumes. Se tivéssemos ficado pela fase inicial, era excelente para os jornais e para o bate-boca público. Se tivéssemos ido à fina, era excelente para os jornais e para o bate-boca público. Assim... enfim, o quarto é mais para o bom que para o mau, portanto vamos reagir como se de uma final se tivesse tratado.&lt;br /&gt;Vamos receber a malta em êxtase, do aeroporto ao estádio nacional. Vamos dissecar as suas vidas, os casamentos, as férias, a infância...&lt;br /&gt;E vamos aceitar de bom grado que, num país em crise, haja uma lei que permite a isenção fiscal para prémios referentes a conquistas de grande mérito... Como um quarto lugar num campeonato do Mundo.&lt;br /&gt;Os senhores presidentes da FPF e do Sindicato dos jogadores não fizeram mais do que o seu papel, ao defenderem as suas damas. Tanto mais que a lei existe - estúpida ou não. Ainda por cima, os próprios governantes exaltaram o mérito grandioso conquistado por estes dignos representantes pátrios.&lt;br /&gt;Felizmente para o bom senso, infelizmente para a Lei, a coisa não passou. Senão, lá teríamos os jornais e o bate-boca público a debater esta questão, ocultando o facto de no Verão não haver mesmo tema de conversa a não ser o Sol abrasador que nos consome.&lt;br /&gt;Mas isto tudo fez-me lembrar outros heróis - os Nossos Heróis - que em 1995 foram a um pódio mais impenetrável que o do futebol. A esses, um senhor secretário de estado garantiu que pagaria algo que nem um prémio de desempenho era. Prometeu que cada um receberia nada mais nada menos que aquilo que tinha gasto na sua viagem. À altura, qualquer coisa como 100 contos, muito para mim, muito para quem o gastou... pouco para o Estado ou para os profissionais do ludopédio.&lt;br /&gt;Mas, meus amigos, palavra de secretário de estado vale o que vale. Até hoje ninguém viu a cor do dinheiro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115374237014810182?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115374237014810182/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115374237014810182' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115374237014810182'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115374237014810182'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/07/os-nossos-heris.html' title='Os Nossos Heróis'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115211218660145668</id><published>2006-07-05T16:07:00.000+01:00</published><updated>2006-07-05T16:11:10.616+01:00</updated><title type='text'>Floricórfia</title><content type='html'>Não somos muitos, mas somos, somos tantos,&lt;br /&gt;Somos ricos em sonhos e pobres, pobres em ouro,&lt;br /&gt;Mas não interessa, porque eles com o dinheiro&lt;br /&gt;Não compram amigos e sonhos e espírito desportivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pobres modalidades ricas...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115211218660145668?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115211218660145668/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115211218660145668' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115211218660145668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115211218660145668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/07/floricrfia.html' title='Floricórfia'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115148702897370553</id><published>2006-06-28T10:28:00.000+01:00</published><updated>2006-06-28T10:30:51.053+01:00</updated><title type='text'>O Bilhete</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tinha sido minha colega ainda na EB.2.3. Tinha uns olhos que desde sempre me fascinaram.&lt;br /&gt;Queria convidá-la a sair... fazer qualquer coisa.&lt;br /&gt;Mas não a ia convidar para ir ao cinema.&lt;br /&gt;Peguei no papel, nem ridiculamente pequeno, nem desleixadamente grande, nem pretensiosamente calculado, o mais simples possível, o mais discreto possível. Sem cores nem corações. Branco.&lt;br /&gt;Mas não a ia convidar para lanchar.&lt;br /&gt;Medi as palavras. Lembrei-me dos sorrisos que trocáramos em quase quatro anos de amizade. Todos estavam gravados na minha memória, e não se pode dizer que eram poucos.&lt;br /&gt;Mas não a ia convidar para a festa da escola, na 6ª feira.&lt;br /&gt;Tinha um sorriso lindo. Tremi, arrepiei-me de caneta na mão trémula. Queria convidá-la para algo.&lt;br /&gt;Mas não a ia convidar para comer um sundae no Mac.&lt;br /&gt;Só a expectativa de estar uns minutos com ela, num encontro, a dois, deixava-me motivado a dar finalmente à folha branca.&lt;br /&gt;Mas não a ia convidar a ir jogar Playstation lá para casa.&lt;br /&gt;Ficaria surpreendida com o convite? Reagiria mal?... As dúvidas assaltavam-me, mas já estava decidido a escrever o bilhete. Só faltava decidir o convite a fazer.&lt;br /&gt;Não a ia convidar a ir ao jardim.&lt;br /&gt;Nervoso, mas confiante, voltei a pensar em todos os momentos que passáramos juntos e no sentimento reprimido que fui descobrindo aos poucos e que agora, finalmente, estava disposto a revelar.&lt;br /&gt;Mas não a ia convidar a estudarmos juntos para o teste de Biologia.&lt;br /&gt;Pensei, hesitei, levei a caneta ao papel várias vezes, ensaiando uma letra enganadoramente perfeita. Escolhi. Desisti. Voltei a escolher. Parei. O Sorriso valia pensar melhor. Mudei a escolha. Hesitei mais uma vez. O Sorriso de novo me abençoou a lucidez. Fui firme. Escrevi o convite no bilhete.&lt;br /&gt;Não, não a ia convidar para ver o jogo da Selecção lá em casa.&lt;br /&gt;Dobrei a folha cuidadosamente. Discreto, aproximei-me da mochila dela e, dentro de um livro, depositei o bilhete com cinco palavras:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Queres ir jogar Corfebol comigo?”&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115148702897370553?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115148702897370553/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115148702897370553' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115148702897370553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115148702897370553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/06/o-bilhete.html' title='O Bilhete'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115090253072838646</id><published>2006-06-21T15:55:00.000+01:00</published><updated>2006-06-21T16:08:50.786+01:00</updated><title type='text'>A Herança - Solução 4</title><content type='html'>Isto se fosse nos tempos áureos dos concursos de televisão, estava o apresentador a perguntar a uma voz ecoando de local indeterminado "Ó Juri, ó Grande Juri, diz-me lá se a resposta do Amigo Pedro está correcta..."&lt;br /&gt;E a voz, quase sempre sem rosto, lá diria que sim, ou que não, com as respectivas explicações técnicas.&lt;br /&gt;Pois, para mim, que não tenho acesso ao Grande Juri, o Pedro ganhou. Quanto mais não fosse por causa da persistência, que já alguém referiu. Quanto mais não fosse porque isto é a feijões e portanto muito mais giro de ver ganhar do que de ver perder. Quanto mais não fosse porque não houve outros apostadores.&lt;br /&gt;Enfim, e se formos a ver bem até está mais do que certo. Ou seja, a resposta dada ultrapassa a resposta pretendida. Porque a resposta pretendida era, simplesmente "Jogos Mundiais".&lt;br /&gt;O Sumo é uma das modalidades mais emblemáticas dessa competição (tal como aqueloutra que é mista, sabem?).&lt;br /&gt;O Ron Froehlich, está certo, é o Presidente da World Games Association, que é quem organiza os Jogos Mundiais.&lt;br /&gt;Kaohsiung é na China Taipé, e vai ser onde se vão realizar os próximos Jogos Mundiais.&lt;br /&gt;4 anos é o intervalo entre cada edição dos Jogos Mundiais.&lt;br /&gt;Santa Clara foi onde se realizaram os Jogos Mundiais pela primeira vez.&lt;br /&gt;E assim me despeço desta aventura engraçada que foi imitar um concurso de televisão. Espero que tenham gostado.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115090253072838646?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115090253072838646/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115090253072838646' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115090253072838646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115090253072838646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/06/herana-soluo-4.html' title='A Herança - Solução 4'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-115028240596161956</id><published>2006-06-14T11:36:00.000+01:00</published><updated>2006-06-14T11:53:30.613+01:00</updated><title type='text'>A Herança - Jogo 4</title><content type='html'>Certo para o JCM!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a name="OLE_LINK1"&gt;São João... o &lt;strong&gt;Baptista&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;; &lt;/strong&gt;Liberdade... Atlético Clube, o Clube onde joga o &lt;strong&gt;Luís Baptista&lt;/strong&gt;, que é Secretário da FPC. Foi o Duarte Alão quem o trouxe para a modalidade. O Almeida Garrett é para dar o toque erudito ao concurso... foi ele que escreveu o famoso Frei &lt;strong&gt;Luís&lt;/strong&gt; de Sousa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais um (e depois talvez já chegue)...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guilhotina:&lt;br /&gt;Cerveja / Sumo&lt;br /&gt;Ron Froehlich / Jaques Rogge&lt;br /&gt;Yokohama / Kaohsiung&lt;br /&gt;6 / 4&lt;br /&gt;Santa Clara / Santo Domingo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os resultados são...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sumo / Ron Froehlich / Kaohsiung / 4 / Santa Clara&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-115028240596161956?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/115028240596161956/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=115028240596161956' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115028240596161956'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/115028240596161956'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/06/herana-jogo-4.html' title='A Herança - Jogo 4'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114923859137164854</id><published>2006-06-02T09:51:00.000+01:00</published><updated>2006-06-02T09:56:31.390+01:00</updated><title type='text'>A Herança - Jogo 3</title><content type='html'>Mais um...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Guilhotina"&lt;br /&gt;Santo António / São João&lt;br /&gt;Liberdade / Democracia&lt;br /&gt;Secretário / Estenógrafo&lt;br /&gt;Alado / Alão&lt;br /&gt;Almeida Garrett / Camilo Castelo Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Respostas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São João, Liberdade, Secretário, Alão, Almeida Garrett&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cabeça à Obra, amigos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114923859137164854?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114923859137164854/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114923859137164854' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114923859137164854'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114923859137164854'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/06/herana-jogo-3.html' title='A Herança - Jogo 3'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114796559932684152</id><published>2006-05-18T16:09:00.000+01:00</published><updated>2006-05-18T16:21:20.703+01:00</updated><title type='text'>A Herança - Soluções 1 e 2</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Pronto, não puxem mais pela cabeça...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Número 1&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Corfebol&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nasceu na &lt;strong&gt;Holanda&lt;/strong&gt;, joga-se com &lt;strong&gt;bola&lt;/strong&gt;, há os &lt;strong&gt;poste&lt;/strong&gt;s, é &lt;strong&gt;misto&lt;/strong&gt; e é um puzzle bastante &lt;strong&gt;óbvio&lt;/strong&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Era o primeiro, portanto a ideia era mesmo servir de exemplo. Calculo que toda a gente tenha acertado.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;Número 2&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Andreia Cordeiro&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O Vinagre esteve lá em cima da palavra que podia ser a chave, mas ultimamente tem jogado pouco com a Batalha e não chegou lá. Falando em Pita, já o pessoal é capaz de acertar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Shoarma... &lt;/strong&gt;Pita , o nome pelo qual a Andreia é mais conhecida. A &lt;strong&gt;Marrafa&lt;/strong&gt; foi a primeira treinadora desta atleta da Batalha. Cordeiro é um município do &lt;strong&gt;Rio de Janeiro&lt;/strong&gt; (aposto que não sabiam... eu também não, mas descobri). A &lt;strong&gt;Núria Madruga&lt;/strong&gt; é a Andreia na novela “Fala-me de Amor” (não me perguntem sequer em que canal é que isto dá, mas a vantagem da net é poder encontrar coisas destas sem saber de que é que falamos). O filho da &lt;strong&gt;Ovelha&lt;/strong&gt; é o Cordeiro.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não era fácil, mas era relativamente acessível, pegando em duas ou três pistas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114796559932684152?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114796559932684152/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114796559932684152' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114796559932684152'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114796559932684152'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/05/herana-solues-1-e-2.html' title='A Herança - Soluções 1 e 2'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114737022440324551</id><published>2006-05-11T18:40:00.000+01:00</published><updated>2006-05-11T18:57:04.443+01:00</updated><title type='text'>A Herança - Jogo 2</title><content type='html'>O outro é muito fácil. Tomem lá um joguito mais complicado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Guilhotina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shoarma / Chop-Suey&lt;br /&gt;Mª João Marrafa / Fátima Saraiva&lt;br /&gt;Rio de Janeiro / Munique&lt;br /&gt;Sandra Faleiro / Núria Madruga&lt;br /&gt;Raposa / Ovelha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aposto que andam às aranhas...&lt;br /&gt;Bem, cá vai a solução da Guilhotina. Talvez facilite a descoberta da solução final.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Shoarma, Mª João Marrafa, Rio de Janeiro, Núria Madruga, Ovelha&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114737022440324551?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114737022440324551/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114737022440324551' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114737022440324551'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114737022440324551'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/05/herana-jogo-2.html' title='A Herança - Jogo 2'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114736905242453090</id><published>2006-05-11T18:17:00.000+01:00</published><updated>2006-05-11T18:38:45.243+01:00</updated><title type='text'>A Herança - Jogo 1</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/1600/malato.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/320/malato.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;As minhas amigas do lar de idosos adoram o Malato! Não percebo muito bem porquê, mas o homem parece que as lambe com o olhar.&lt;br /&gt;Acham-no um "jovem simpático, charmoso, sempre pronto para uma boa piada". Pronto, estão no direito delas. E, para as homenagear, e para picar aqueles que pertencem ao Clube dos Enojados pelo Malato, que estão sempre a deitar abaixo o programa do homem, vou lançar aqui uns desafios em jeito de jogo final de "A Herança".&lt;br /&gt;Como é que isto vai funcionar? Primeiro é aquele cena da guilhotina, mas dou logo as respostas mais abaixo. Depois de dar algum tempinho para o pessoal descobrir a solução, apresento-a. Não é muito original, mas é uma maneira de ir mantendo o Blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jogo 1&lt;br /&gt;Guilhotina&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Holanda / Índia&lt;br /&gt;Berlinde / Bola&lt;br /&gt;Pasta / Poste&lt;br /&gt;Tosta / Misto&lt;br /&gt;Ovo / Óbvio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultados da Guilhotina...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Holanda, Bola, Poste, Misto, Óbvio&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, tentem descobrir a solução (é muito difícil!)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114736905242453090?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114736905242453090/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114736905242453090' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114736905242453090'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114736905242453090'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/05/herana-jogo-1.html' title='A Herança - Jogo 1'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114606779286116045</id><published>2006-04-26T17:05:00.000+01:00</published><updated>2006-04-26T17:10:32.090+01:00</updated><title type='text'>Corfebolopédia - ACEFI</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;lgarve&lt;br /&gt;Uma das regiões onde o Corfebol nacional mais se desenvolveu em determinado período da nossa história, está agora algo adormecida. Merecedora, inclusivamente, de um Delegado Regional, o mais perto que a nossa estrutura tem de uma Associação Distrital. O Gonçalo Arez, alentejano tornado algarvio por via marital, tem sido a ponta da lança corfebolística no Reino dos Algarves.&lt;br /&gt;O Algarve tem muitas escolas a praticar Corfebol, teve dois clubes (União Desportiva Messinense e Clube de Corfebol do Algarve) e tem muitos ex-atletas espalhados por essa faixa a Sul. É uma região com grande potencial de desenvolvimento.&lt;br /&gt;Para além disso, tem a praia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/0196.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 82px; CURSOR: hand; HEIGHT: 109px" height="128" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/0196.jpg" width="97" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;alado, Adelino Jorge&lt;br /&gt;O Pai do Corfebol Português. Nem sempre reconhecido como tal, talvez por culpa própria, talvez por um conjunto retorcido de desentendimentos e costas voltadas com quem assumiu a liderança do processo de desenvolvimento da modalidade. Apesar de ter optado por caminhos sempre polémicos, Jorge Calado é uma pessoa de competência e amor ao Corfebol inegáveis. Foi o responsável pelo Corfebol no Sassoeiros e na Escola Secundária de Carcavelos, em ambos os fôlegos deste Clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;stado&lt;br /&gt;O Estado é o principal financiador do Corfebol em Portugal. Ao Estado, através das suas instituições próprias (IND, IDP; CEFD...), tem a FPC de prestar contas e apresentar resultados. Enquanto os financiadores privados não assumirem um papel mais relevante, está a modalidade suspensa pelas variações politico-económicas do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;F&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;aria, Clã&lt;br /&gt;De todos, o mais velho dos corfebolistas saídos da família Faria, o André, é o que tem tido menos protagonismo no mundo corfebolístico.&lt;br /&gt;A Joana é actualmente a Presidente da Comissão Técnica da FPC e dirigente do Núcleo de Corfebol de Benfica. É internacional sénior e conta na sua carreira com muitos anos ao mais alto nível enquanto jogadora e várias experiências como treinadora.&lt;br /&gt;O Carlos, o mais novo, é um dos árbitros mais conceituados da actualidade. Apesar da idade, joga há vários anos no topo qualitativo do Corfebol nacional, tendo já uma longa carreira nas selecções jovens portuguesas. Tem-se dedicado seriamente à carreira de treinador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;dades&lt;br /&gt;O Corfebol é um Desporto para toda a família. Na Holanda, essa realidade salta à vista quando se visita um clube tradicional. Em Portugal, temos tido exemplos interessantes de pais a jogar com os filhos. O Sassoeiros, e agora o Carcavelos, são casos paradigmáticos desta situação. Recordamo-nos com saudade de uma equipa “D” do Sassoeiros, em que coexistiam os mais idosos com os mais jovens atletas do campeonato.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, podemos ainda olhar para o bom exemplo do Vítor Machado, ou do Nuno Ferro (mais esporadicamente). Na outra face da moeda, temos a Sofia Pinhão, que aos 10 ou 11 anos já jogava na 1ª Divisão.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114606779286116045?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114606779286116045/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114606779286116045' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114606779286116045'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114606779286116045'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/04/corfebolopdia-acefi.html' title='Corfebolopédia - ACEFI'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114589787854208557</id><published>2006-04-24T17:46:00.003+01:00</published><updated>2006-04-24T17:57:58.560+01:00</updated><title type='text'>Quero Mais!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se é bom ver gente que já não se via há quilos, melhor ainda é vê-los jogar. Que saudades!&lt;br /&gt;Um contingente monumental de Odivelas, misturando algumas figuras que não têm gasto muito dinheiro no ginásio com estrelas mais actuais, cilindrou o colectivo isefagonclubiano. Tudo regido por um árbitro internacional que os campos portugueses bem gostariam de ver regressar. Mesmo sem ritmo, sem prática, sem actualização, olhem que a exibição do homem de preto fez muitos reclamarem o seu regresso.&lt;br /&gt;A festa fez-se. Participada, alegre, bancadas cheias. O que fez mais falta foi um serviço de baby-sitting, mas fica o aviso para a próxima edição.&lt;br /&gt;Estrelas de 2ª, Estrelas de 1ª, Estrelas de palmo e meio, Estrelas de meio palmo, Estrelas cadentes (são sempre as mais bonitas de se ver)... Tantos jogos! Tantas Estrelas!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando é que é o próximo?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114589787854208557?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114589787854208557/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114589787854208557' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114589787854208557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114589787854208557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/04/quero-mais_114589787854208557.html' title='Quero Mais!'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114492027359358359</id><published>2006-04-13T10:17:00.000+01:00</published><updated>2006-04-13T10:24:33.613+01:00</updated><title type='text'>Um Raio de Sol, no Reino do Corfebol</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Apetece-me partilhar convosco uma história. É uma história de alguém que nem conheço, mas que acho que pode trazer uma centelha de optimismo ao nosso Mundo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Está em inglês. Peço-vos desculpa pelo facto. Não me parece que tivesse de a traduzir. Toda a gente que se senta à frente de um computador para ler um Blogue tem de, pelo menos, arranhar a língua de Beckham (algumas meninas haviam de adorar arranhar a língua do Beckham...). Talvez não toda a gente, admito, mas deixem a minha preguiça repousar nessa convicção. Se fosse em checo era pior!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É um texto de um árbitro inglês. Cá vai ele...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#339999;"&gt;So... yesterday I was reffing Supernova v Manchester. There were about 10 minutes to go in a tight game, when there was a little flurry of goals. Just afterwards, I noticed that my scorecard and the scoreboard were different. I had Supernova leading 11-10, and the scoreboard said 12-9. So one of us had marked a goal down to the wrong team.&lt;br /&gt;I spoke to the (Supernova) people looking after the scoreboard, and asked them to change it so their score and mine tallied. I said that I understood that there was a discrepancy but that until the end of the game my scorecard was the best we had and so I wanted the scoreboard to agree with it. They agreed, reluctantly, but with good grace.&lt;br /&gt;In the last few minutes Manchester scored one more goal, leaving the final score at 11-11 or 12-10, depending on who you believed.&lt;br /&gt;I spoke to Matt McConville, the Manchester captain, and explained that there was a discrepancy. He spoke to his team and asked them how many goals they had scored. They said 10. This answered my question - it was obviously me who had made the mistake. The final score was 12-10.&lt;br /&gt;My point is this... Supernova could have made a big song and dance about the scoreboard being correct. But they didn't. Manchester could have claimed an extra goal. But they didn't. Both teams (and their supporters) acted entirely honourably and in good faith, and so we were able to rectify an honest refereeing mistake. No arguing, no bitching, just a dialogue and a decency and honesty all round.&lt;br /&gt;Sometimes (in the Oxfordshire League and the National League) I wonder why I bother refereeing. But sometimes I am reminded.&lt;br /&gt;Love, Sweetness &amp;amp; Light&lt;br /&gt;Dom&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114492027359358359?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114492027359358359/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114492027359358359' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114492027359358359'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114492027359358359'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/04/um-raio-de-sol-no-reino-do-corfebol.html' title='Um Raio de Sol, no Reino do Corfebol'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114440253055859066</id><published>2006-04-07T10:25:00.000+01:00</published><updated>2006-04-07T10:35:41.226+01:00</updated><title type='text'>Corfebolopédia - MNPRSTV</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ário Lourenço&lt;br /&gt;Primeiro treinador e dinamizador do Clube de Carnaxide Cultura e Desportos, consta que terá sido o primeiro técnico a receber dinheiro pelo trabalho. Teve também responsabilidade no Corfebol da Escola Luísa de Gusmão, com Jorge Calado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;et&lt;br /&gt;O Corfebol na Rede, em Portugal, começou com a página da FPC criada por Mário Godinho, ainda sem o impacto das sucessoras, com Luís Simões ou Carlos Escórcio.&lt;br /&gt;Os clubes não descuraram esta forma fundamental de comunicar e várias têm sido as incursões corfebolísticas na Net.&lt;br /&gt;O Avô criou o primeiro site (este Blog) individual sobre Corfebol em Portugal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;P&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ublicações&lt;br /&gt;Se a Net é hoje uma realidade acessível a quase todos, tempos houve em que o papel era a melhor forma de chegar à comunidade. Uma das instituições mais marcantes do ISEF AC era um jornal fotocopiado, sempre com capa azul vivo, chamado Corf&amp;Nós.&lt;br /&gt;Depois, tanto a FPC como vários clubes, tiveram os seus boletins informativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;R&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ogério Gomes&lt;br /&gt;Iniciado no ISEF, Rogério Gomes notabilizou-se sobretudo pelo trabalho desenvolvido no Sassoeiros, como atleta, treinador e árbitro e também no Colégio Marista de Carcavelos. Na altura, esse era o núcleo de maior sucesso nas competições jovens, tendo fornecido muitos jogadores ao Sassoeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;S&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ílvia Silva&lt;br /&gt;Uma verdadeira CorfTrotter, começou pela Secundária de Odivelas, transitou para o CAO, passou pelo Sassoeiros e está agora no NCB, ao mesmo tempo que treina o Odivelas FC. É internacional Sénior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/TS.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 55px; CURSOR: hand; HEIGHT: 71px" height="131" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/320/TS.jpg" width="88" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;T&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;iago Santos&lt;br /&gt;Um jogador completo. Começou na José Gomes Ferreira e manteve-se fiel ao NCB até hoje. Após ter sido considerado o melhor jogador português, abandonou o Corfebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/0018c.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 74px; CURSOR: hand; HEIGHT: 75px" height="75" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/320/0018c.jpg" width="80" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;V&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;anessa Neves&lt;br /&gt;Uma vida dedicada ao Clube de Carnaxide, como atleta, treinadora, árbitra e dirigente. É hoje uma figura indissociável deste Clube.&lt;br /&gt;Nos últimos anos tem sido Team Manager das Selecções Nacionais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114440253055859066?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114440253055859066/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114440253055859066' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114440253055859066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114440253055859066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/04/corfebolopdia-mnprstv.html' title='Corfebolopédia - MNPRSTV'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114390082648622924</id><published>2006-04-01T15:00:00.001+01:00</published><updated>2008-04-02T13:30:01.143+01:00</updated><title type='text'>Incongruências</title><content type='html'>Isto anda tudo doido!&lt;br /&gt;Por um lado, os espanhóis, ou catalães, ou lá o que é, não podem ir ao Campeonato da Europa na Hungria e, a menos de um mês do evento, Portugal é chamado a participar.&lt;br /&gt;Por outro, a mais de meio ano de outro evento, Portugal perde a organização do Europeu de jovens porque, parece, não mandou a tempo um papel qualquer para os internacionais mandantes desta coisas do Corfebol.&lt;br /&gt;No primeiro caso, vá-se lá saber o que é que o Estatuto Autonómico da Catalunha, aprovado esta semana no Parlamento espanhol, tem a ver com o impedimento de chamar "Catalunha" a uma selecção que vai representar-se a si mesma ao Europeu. Até devia ter mais hipóteses de o fazer, digo eu, que percebo pouco de estatutos autonómicos e até acho que deviam coroar o Alberto João na Madeira, para deixar de nos chatear.&lt;br /&gt;Mas Portugal, porque quer ganhar alguma coisa com isto, até vai lá, à Hungria, entre as margens danubianas de Buda e Peste, com umas semanitas de preparação e orientado por um seleccionador ainda a definir, uma vez que um já fechou a loja (mesmo que à distância) e outro só abre portas lá para finais de época.&lt;br /&gt;O segundo caso ainda é mais incompreensível. O mesmo país que desenrasca o enrascanço que o Estatuto Autonómico originou é o país que se vê impedido de realizar um evento importante para o seu desenvolvimento, porque... um papel qualquer, que ainda não percebi qual, não foi enviado a tempo para a Federação Internacional, a mesma que pediu aos lusos otários para cobrir a falha dos espatalães, ou catanhóis, ou lá como é que se chamam.&lt;br /&gt;Portanto, não teremos cá o Europeu de jovens em Novembro, mas vamos estar presentes na Hungria, com os seniores.&lt;br /&gt;Não sei se ria ou se chore... ou se ambos, ou se nenhum.&lt;br /&gt;Já agora, onde será então o Europeu que nos retiraram? Vou-me rir e chorar muito se ainda cair na Catanha, ou Espatalunha, ou lá como é que se chama.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114390082648622924?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114390082648622924/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114390082648622924' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114390082648622924'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114390082648622924'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/04/incongruncias.html' title='Incongruências'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114321011458449912</id><published>2006-03-24T14:20:00.000Z</published><updated>2006-03-24T14:21:54.610Z</updated><title type='text'>As Intermitências do Golo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Aposto que o Saramago também vê “O Apelo”. Aquilo de as pessoas, assim sem mais nem quê, desatarem de repente a não morrer, só pode ser obra da Tru, a tal do TRUcadilho.&lt;br /&gt;E como isto é um Blog de Culto (que é uma maneira simpática de dizer que tem meia dúzia de devotos), e a Tru é uma série de culto, e o Saramago é Nobel, o que é cultíssimo, faz-se uma salganhada e inventam-se “As Intermitências do Golo”, que é mais uma referência ao careca que, lá das Canárias, vai mandando para a estampa interessantes sucessos antecipados de vendas.&lt;br /&gt;Mas, posta a introdução no seu lugar, vamos à história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“nem xabs o k akontexeu hj n m jg”&lt;br /&gt;“dix la”&lt;br /&gt;“fiko 0 0 ng marko lol”&lt;br /&gt;“lol n jg du marku tb”&lt;br /&gt;“LOL cm e poxivel  n1 jg t faxil“&lt;br /&gt;“ya fiko tud s saber o k faxer”&lt;br /&gt;“n m tb tv td amirado”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os meios informáticos foram os primeiros a fazer espalhar a notícia. Naquele Fim de Semana não se tinham marcado golos. Jogos equilibrados, jogos desequilibrados, tudo tinha acabado com o mesmo resultado – zero e zero!&lt;br /&gt;Nunca se tinham falhado tantas grandes penalidades, tantos lançamentos na passada, tantos curtos. Nunca se tinham visto treinadores a roer as unhas de forma tão compulsiva, atacantes a bater tanto com a cabeça no poste, defesas com tanta vontade de deixar lançar, árbitros com tanta vontade de serem beliscados para saírem daquele filme, público com as bocas tão abertas, num misto de espanto e de bocejo.&lt;br /&gt;E o pior foi que a situação se prolongou, semana após semana, jogo após jogo, resultados nulos sucedendo-se a nulos resultados.&lt;br /&gt;Verificaram-se os registos desportivos – as outras modalidades continuavam em pleno. Contactaram-se os congéneres internacionais – tudo na normalidade no resto do mundo corfebolístico. Era só no Corfebol, era só em Portugal, que tal coisa acontecia.&lt;br /&gt;Seria um problema dos portugueses? Não. Havia um tipo a fazer Erasmus em Barcelona, que tinha arranjado uma equipa para não enferrujar, e ia marcando uns cestitos em todos os jogos. Para confirmar, uma comitiva lusa foi fazer um périplo ao estrangeiro e, qual faca quente em manteiga, as redondinhas da Mikasa entravam suaves nos amarelos, fossem eles de verga ou de plástico.&lt;br /&gt;Também não era dos cestos, nem dos postes, nem das bolas. Deram-se até ao trabalho de levar esse material para fora e resultava tão bem como se fosse material indígena.&lt;br /&gt;Seria do território nacional? Parecia que sim. Convidaram-se alguns dos melhores jogadores holandeses a vir cá, a expensas da  IKF, que queria estudar o fenómeno a fundo, e – pasmando o mundo – pareciam todos uns principiantes quando tocava a lançar ao cesto. Nem uma bola entrava!&lt;br /&gt;Ao fim de umas 4 ou 5 jornadas, a Federação reuniu de emergência (emergência ao fim de tanto tempo?... esses tipos da Federação são mesmo uns incapazes). Urgia intervir! Até porque vinha aí a Taça de Portugal e, aí sim, ia haver um nó difícil de desatar, quando tudo acabasse em empate e o Golo, mesmo que o dourado, nunca mais surgisse.&lt;br /&gt;Várias propostas foram lançadas para cima da mesa. Umas para cima da mesa da Federação, outras para mesas paralelas, para fóruns, para blogs, para os jornais. Que se contem como golos as bolas que toquem no cesto; que se faça o resultado pela estatística (um golo por cada penalty, por cada dois lançamentos na passada, por cada três a menos de 4 metros, por cada cinco de fora...); que se arranje um júri para votar na melhor equipa em campo; que se acabe de vez com isto e vamos todos jogar futsal; que se transfira o campeonato para Espanha... Que se transfira o campeonato para Espanha!&lt;br /&gt;Sim; “e digo mais”, empolgava-se o Presidente da Federação, que, desse por onde desse, tinha de ter a última palavra e fazer suas as ideias dos anónimos, “acho que devia ser em Badajoz, para reduzir custos”, e ainda, utilizando aquelas palavras caras que só ficam bem nos lábios dos Presidentes, “creio que Olivença, porque nossa é, e todos o sabem, não será a melhor solução, e sou também apologista de que não deveriam ser somente os campeonatos, como também deveríamos transpor para território vizinho as restantes provas sob a nossa égide”.&lt;br /&gt;E assim foi. Decidiu-se concentrar tudo na mais vizinha das cidades, em poucos fins de semana, para não obrigar a muitas ou longas deslocações.&lt;br /&gt;Decidiu-se também levar o material todo que em Portugal existia. Para quê ter postes nos clubes, se treinar sem marcar é frustrante para os jogadores? Para quê ter postes nas escolas, se pior publicidade não há que o não cheirar por uma vez o golo em aulas de experimentação de uma nova modalidade?&lt;br /&gt;Trabalho feito. Tudo empacotado e enfiado em camiões. À empresa de mudanças que ia levar tudo para Badajoz, já só faltava uma escola, onde um poste solitário esperava ser transportado para junto dos seus, dos quais não via um desde que o seu companheiro se tinha partido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O funcionário das mudanças, de bola na mão, pronto para a colocar no camião e carregar o poste para semelhante fim, foi chamado pelo superior, para ajudar a estacionar o veículo. Teve de voltar atrás. Iria buscar o poste depois. E, já agora, a bola também. Então lá vai. Vai, filha, para ali para perto do poste, que eu já te vou buscar. Depois, vamos todos para Espanha. Levo-te a ti e a umas centenas como tu, levo esse poste e umas dezenas como ele, e de volta trago uns pacotes de caramelos para a namorada. Vai lá, vai. Já te vou buscar. E lançou-a, despreocupadamente, em direcção ao cesto. Virou as costas em direcção à voz do superior, que o chamava de novo, impaciente. Virou as costas. Virou-as ao pavilhão vazio, onde só estava um poste abandonado, no meio do campo. Virou-se a tempo de não ver o que se passou a seguir. Já vou!, disse ao superior no momento certo para não ouvir o que se passou a seguir. E o que é que se passou a seguir?... A bola beijou a borda do cesto, rodopiou, embateu no seu interior, de um lado, do outro, rodopiou mais um pouco lá dentro, e saiu, por baixo, como mandam as regras. Ninguém testemunhou. Nem o autor do lançamento. E, passadas umas horas, não havia cestos, nem postes, nem bolas em Portugal para repetir o feito. Nunca mais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114321011458449912?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114321011458449912/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114321011458449912' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114321011458449912'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114321011458449912'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/03/as-intermitncias-do-golo.html' title='As Intermitências do Golo'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114296271965745701</id><published>2006-03-21T17:30:00.000Z</published><updated>2006-03-21T17:38:39.683Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - FGIJL</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;F&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;air-Play&lt;br /&gt;Onde mais é que se vê um atacante parar o jogo quando o seu opositor directo cai sem que seja por uma acção de ataque? Onde mais é que os atletas se cumprimentam, um a um, antes e depois dos jogos? O Corfebol valoriza o Fair-Play como poucas modalidades.&lt;br /&gt;Temos actos de pouco desportivismo, como há em qualquer outro lado, mas conservamos o que de melhor herdámos de uma modalidade criada para um meio muito específico e com objectivos muito específicos.&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;G&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;radeço, Chico&lt;br /&gt;Era considerado o melhor lançador de Portugal. Chegou até a ter o título, em tudo informal, de melhor lançador da Europa, por ter vencido um concurso de lançamentos de fora durante uma Taça dos Campeões Europeus.&lt;br /&gt;Foi o líder, em campo e fora dele, da equipa do Sangalhos, até voltar ao basquetebol, onde o profissionalismo falou mais alto.&lt;br /&gt;                       &lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;I&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;sabel Teixeira&lt;br /&gt;Possivelmente, a melhor jogadora portuguesa de todos os tempos. Parte integrante do grupo que, sob a orientação da Professora Margarida Nortadas, iniciou o Corfebol na Secundária de Odivelas, manteve-se ligada até à passagem (da qual foi protagonista central) para o GD Bons Dias, onde ainda se mantém como jogadora e treinadora da equipa principal.&lt;br /&gt;Durante todo este tempo, jogou sempre ao mais alto nível. Como treinadora, foi responsável por equipas de vários níveis, desde as equipas de formação até à equipa A, passando pela função de Seleccionadora Nacional de sub-19.&lt;br /&gt;Como se não bastasse este resumo curricular para colocar o nome da Isabel entre as pessoas mais significativas na história da modalidade em Portugal, há ainda a realçar o aspecto importantíssimo de ter sido responsável, nas escolas Pedro Alexandrino e António Carvalho de Figueiredo, pela introdução da modalidade a muitos jovens, alguns dos quais são hoje atletas altamente promissores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;J&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;orge Ramos&lt;br /&gt;O próximo Seleccionador Nacional Sénior esteve no ISEF quase desde o princípio. E quase desde o princípio esteve na primeira equipa e na Selecção Nacional Sénior. Com um percurso intermitente como treinador, está actualmente à frente do CCO A. Fez do Corfebol uma parte muito importante da sua vida e até casou no Corfebol, com a também histórica do ISEF Dada Romão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;L&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ançamentos&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se o objectivo do jogo é fazer a bola passar de cima para baixo pelo cesto, isso não é possível sem lançar. E é o lançamento a única coisa que os defesas podem, objectivamente, evitar. Será, portanto, o aspecto central do jogo.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114296271965745701?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114296271965745701/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114296271965745701' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114296271965745701'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114296271965745701'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/03/corfebolopdia-fgijl.html' title='Corfebolopédia - FGIJL'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114129441588509753</id><published>2006-03-02T10:12:00.000Z</published><updated>2006-03-02T10:13:35.910Z</updated><title type='text'>Help Me!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Era a revelação dos últimos anos. Ninguém percebia como é que a Gertrudes, jogadora mediana sem grandes bases na exigente ciência do treino, tinha atingido tal sucesso como treinadora. Tanto mais que os seus atletas achavam os treinos fracos, sentiam que pouco aprendiam, que falhava novidade e competência à líder.&lt;br /&gt;Mas os jogos corriam bem. Parecia que ela antecipava o que se ia passar. Apostava sempre nos jogadores em melhor forma e previa a sua prestação. Um dia, virou-se para um habitual suplente e disse-lhe que precisava de confiança, e que nesse dia essa confiança viria quando abafasse um dos melhores atacantes do campeonato e marcasse 4 golos na 1ª parte. Riram-se todos e o visado franziu a sobrancelha, mas a profecia concretizou-se e a Gertrudes passou a ser vista à sombra de uma aura mística que ninguém conseguia explicar.&lt;br /&gt;Mas nós, com a omnipresença de quem escreve/lê uma história ficcionada, podemos observar de fora aquilo que os outros não vêm. Afortunados somos!&lt;br /&gt;E conseguimos ver um dia de jogo da equipa da Gertrudes, Tru para os amigos e para simplificações deste texto.&lt;br /&gt;Acompanhamo-la desde manhã, e a primeira surpresa é ver que dorme uma sesta antes do jogo. Mas as verdadeiras surpresas viriam depois.&lt;br /&gt;Com espanto, vêmo-la pôr uma pistola na mala que sempre leva para os jogos. Pressão sobre os árbitros!, pensamos nós, que levamos sempre as anomalias de resultados para o elo mais fraco. Mas não; a verdade estaria para vir, abrupta e chocante.&lt;br /&gt;Tivemos azar no dia que escolhemos para fazer esta visita omnipresente. O jogo está a correr terrivelmente mal. Até que, no final, no balneário, ante o desânimo total, um tiro!; a treinadora aponta à cabeça de um dos seus atletas e, sem piedade, dispara. Tentamos intervir, mas não somos omnipotentes, apenas omnipresentes.&lt;br /&gt;Sem dar tempo à reacção dos colegas, aproxima-se do falecido, massa cefálica espalhada por todo o lado, e olha-o fixamente. E aqui aconteceu aquilo que só nós, e a Tru, conseguimos ver. O atleta morto vira a cara para ela e diz-lhe “Ajuda-me!”.&lt;br /&gt;Somos então transportados para a cama da jovem treinadora (mais uma vez, de uma forma apenas omnipresente, o que é pena) e – espanto supremo! – o dia repete-se. Não todo, mas apenas desde a tal sesta, uns minutos antes de avançar para o pavilhão.&lt;br /&gt;Mas nem tudo se repete. Com os ensinamentos que recebeu durante o jogo, orienta os jogadores para evitar erros e aumentar  que de bom fizeram. O jogador pode não perceber porque é que ela lhe diz para, numa determinada jogada, dar mais espaço ao atacante do que é normal, mas nós sabemos que aquela jogada, no dia anterior (ou na primeira versão daquele mesmo dia), tinha dado penalty. Uma após outra, as indicações de Tru levam a equipa a fazer algo melhor que na primeira tentativa (para os jogadores, aquela era a primeira tentativa, mas nós sabíamos que não). Mesmo assim, está longe de ganhar o jogo.&lt;br /&gt;Nova surpresa. A meio do jogo, após um livre que não deu ponto, Tru pede um desconto de tempo e... até nos custa a olhar!... dispara à queima roupa em pleno peito de uma das suas pupilas. A cena do “Ajuda-me!” repete-se. O dia repete-se, desde o final da sesta. O jogo repete-se. O desconto de tempo repete-se, até que o livre dê em golo. Perdemos a conta à quantidade de vezes que o jogo é interrompido por um tiro e reatado como se nada se tivesse passado. E de cada vez que se repete, melhor corre para a equipa de Tru.&lt;br /&gt;Ficamos a perceber a elevada percentagem de concretização daquela equipa. Ficamos a perceber as estranhas opções e orientações da treinadora. Ficamos a perceber porque é que aqueles atletas perdem o rendimento quando vão às selecções.&lt;br /&gt;A verdade fica a descoberto... para nós, omnipresentes que aqui estamos a escrever/ler esta história. Mas não para os protagonistas. Não para os adversários. Não para o público. Nem sequer para os jogadores da equipa de Tru, que nem imaginam a quantidade de buracos de bala já tiveram no corpo.&lt;br /&gt;O macabro segredo está guardado pela jovem, que apenas o partilhou com o seu irmão, um viciado no Corfebol Mania.&lt;br /&gt;Um dia, porém, um tiro saiu uns milímetros ao lado. Não atingiu logo o ponto vital e o atleta atingido resistiu uns segundos antes de dar o suspiro final. O tempo suficiente para permitir que os colegas agarrassem a treinadora e não lhe permitissem receber o pedido de ajuda. Havia jogo de Futsal a seguir e os polícias já lá estavam. Foi presa.&lt;br /&gt;Contou a sua história e foi dada como mentalmente avariada. Stress competitivo, pensaram todos. Afinal, depois de jogos tão bons, aquele estava a correr verdadeiramente mal. Nem parecia a mesma equipa. Mal sabem eles que aquele era um jogo igual a todos. Sabêmo-lo nós, os tais da omnipresença, que assistimos a tudo.&lt;br /&gt;Uns anos mais tarde, um jornal sensacionalista, daqueles aos quais não devemos dar atenção, noticiava que num determinado manicómio tinham baixado drasticamente os óbitos registados.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114129441588509753?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114129441588509753/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114129441588509753' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114129441588509753'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114129441588509753'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/03/help-me.html' title='Help Me!'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114044646986539008</id><published>2006-02-20T14:35:00.000Z</published><updated>2006-02-20T14:41:09.966Z</updated><title type='text'>Otite</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Somos um Micro-Estado dentro do Estado. À nossa escala, temos de ter o que o Estado tem.&lt;br /&gt;Não temos OPAs hostis, mas temos transferências polémicas de jogadores supostamente assediados.&lt;br /&gt;Não temos escutas telefónicas, mas temos controlo e divulgação de votos electrónicos.&lt;br /&gt;Não temos escolas para encerrar, mas temos clubes em risco.&lt;br /&gt;Não temos o Vítor Baía mas temos o Emi74.&lt;br /&gt;Não temos o Rock in Rio, mas temos o GoKorfball.&lt;br /&gt;Não temos o José Hermano Saraiva, mas temos o Näas.&lt;br /&gt;E também temos a nossa pequena Ota. Tão pequena que é mais uma Otite.&lt;br /&gt;A tendência do povo é criticar tudo o que implique custos. Principalmente aqueles custos de tal forma elevados que não se chega lá nem com uma mão cheia de Jackpots do Euromilhões. Criou-se para esses casos a expressão “faraónico”, como se infra-estruturas de transportes pudessem ser comparáveis a túmulos com fins meramente ostentativos e místicos.&lt;br /&gt;Odeio essa visão. Faz-me comichão. Não sou aquilo a que a anedota chama um “otário”, porquanto não defendo a Ota pela Ota. Não sei se a Ota será o melhor sítio ou não. Tenho alguma tendência para confiar nos técnicos, dando o devido desconto ao facto de serem condicionados pelos políticos que, por sua vez, são condicionados pelo lobbies. Os técnicos, pelo menos aqueles a quem foi dada voz, proclamam com alguma regularidade que é na Ota que se deve edificar essa obra monumental que é um novo aeroporto. Alguns são contra, mas menos, parece-me, e eu tenho tendência para confiar nos técnicos, nunca é demais referir.&lt;br /&gt;O problema maior não é o sítio. É se deve ou não deve haver um novo aeroporto. E, mais uma vez, confio nos técnicos, que dizem que o actual estará esgotado a curto prazo, sem capacidade para responder às necessidades, e naqueles que dizem que os riscos de segurança são enormes quando aquelas coisas enormes que são os aviões sobrevoam a cada minuto, numa altitude assustadoramente reduzida, uma Capital densamente povoada.&lt;br /&gt;Não se faça. E quando estivermos, daqui a uns anos, a olhar mais uma vez para o défice e para o estado da economia, talvez alguém diga que foi um disparate não pensar “a la longue” e ver que o investimento num novo aeroporto traria o suporte necessário (ou um deles, que não é um ponto que faz a linha) à saúde económica do País. Não se faça. E quando estivermos, numa data impossível de antever e que todos queremos que nunca exista, a contar as vítimas de uma queda de avião em plena Cidade, não vai faltar quem afirme, como se nunca tivesse dito outra coisa, que já se devia ter construído o novo aeroporto e que os milhões que isso custa não pagariam nunca a dor da destruição e da morte.&lt;br /&gt;Ora a nossa otite não custa milhões. São só 500 Euros. Mas nós também não movimentamos o que o Estado-Pai movimenta. A faraónica tarefa desta Federação é mudar o seu logotipo. Um logo que é fraco, vazio, pouco trabalhável, desactualizado.&lt;br /&gt;Quem é que diz isto? Envergonhado por bater sempre na mesma sequência de teclas, dir-vos-ei que são os técnicos. Não acredito que a FPC tenha encomendado estudos técnicos com a profundidade e profissionalismo que se exige, por exemplo, quando o que está em causa é um aeroporto. No entanto, diz-me a experiência e sussurra-me quem lida com estas coisas, que é frequente o logo da FPC ser criticado, devido a essas fracas características, por designers e marketeers e demais experts com pomposos títulos anglófonos.&lt;br /&gt;Mas meio milhar de moedas uniêuricas só para fazer um boneco?... Então faço-o eu e até faço um desconto. Um rabisco a fingir de cesto, uma cena que finja de bola, cores da bandeira, um toque de dinamismo numa figura em movimento e já está. Paguem-me uma viagem à Holanda e dou-vos o boneco.&lt;br /&gt;Pois é, mas o logotipo da FPC não pode ser só um boneco, feito às três pancadas e meia. O logotipo da FPC é o seu (e, portanto, o nosso, do Corfebol Português) cartão de visita, porta da frente, olha-nós-aqui, postigo, bandeira, primeiro olhar, estes-somos-nós, ícone remissivo, estandarte, identificação imediata, hall de entrada, sala de visitas, janela, fotografia, posto fronteiriço. É por ele que lá de fora nos vão ver em primeiro lugar. Quanto melhor for, melhor será a nossa imagem.&lt;br /&gt;Portanto, um concurso com prémio é um investimento. Faz com que haja gente a esforçar-se para ganhar. Faz com que haja muita gente interessada. Do esforço, do interesse, da quantidade, nascerá, estou certo, a qualidade. Não quer dizer que, se fosse oferecida uma t-shirt e um passou-bem, não pudesse aparecer a mesma proposta que até irá ganhar os 500 euros, mas as probabilidades eram menores. E, nestas coisas, não convém jogar às probabilidades.&lt;br /&gt;500 Euros é um intermédio entre aquilo que é expectável na malta do corf e aquilo que fará mexer uma empresa com contratos avultados. É o misto nascido do casamento entre as Meninas Possibilidade e Necessidade (agora já se pode, não é? Em Portugal não, mas está quase).&lt;br /&gt;E sem guito à mistura, como é que se iam exigir aquelas coisas esquisitas para os leigos, como a “memória descritiva” e o “formato vectorial”? É uma questão de separar as águas e dizer, claramente, que se quer algo de profissional, que fique para o futuro.&lt;br /&gt;É uma Ota, uma Otinha, uma Otite. Será sempre criticada por uns; será defendida por outros. O futuro revelará se valeu a pena ou se alma foi pequena.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114044646986539008?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114044646986539008/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114044646986539008' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114044646986539008'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114044646986539008'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/02/otite.html' title='Otite'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114043462397410393</id><published>2006-02-20T11:11:00.000Z</published><updated>2006-02-20T11:23:43.996Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - ABCDE</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;na Correia&lt;br /&gt;Personalidade polémica, de relacionamentos extremos, fez parte dos pioneiros da Secundária de Odivelas. Até chegar hoje ao Carcavelos, já passou por várias paragens, sempre com um envolvimento muito grande nas estruturas dos vários clubes. Pertenceu aos fundadores do CAO, transitou para o Sassoeiros e ainda pelo Odivelas FC.&lt;br /&gt;Foi Vice-Presidente da FPC, tendo colaborado com a Direcção seguinte durante um período de transição.&lt;br /&gt;Como atleta, chegou a internacional. Tem um currículo longo, apesar de intermitente, como árbitra e treinadora, funções que exerce actualmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;B&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;anco&lt;br /&gt;Haverá alguém que goste de aquecer as tábuas dos bancos suecos? Bom seria que pudessem jogar todos, mas não dá. Ficar no banco é sempre frustrante, causa nervoso miudinho, mas alguém tem de lá estar (ou devia, idealmente).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;omunicação Social&lt;br /&gt;Aparições fugazes, com pouca expressão. É o que temos, apesar de muitos esforços, talvez pouco concertados. Um conhecimento aqui, umas linhas ali, uns minutos de tempo de antena... Merecíamos mais, pensamos todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;uarte Alão&lt;br /&gt;Atleta, Dirigente e Treinador do ISEF AC e do CCO, foi o responsável pela introdução na modalidade de muitos atletas (hoje mais visíveis no LAC). Foi internacional sénior, não muito assiduamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/scan0038.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 96px; CURSOR: hand; HEIGHT: 121px" height="189" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/320/scan0038.jpg" width="113" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;storil&lt;br /&gt;A excelência na organização do Campeonato da Europa Sénior de 1998 deu uma imagem muito positiva da capacidade organizativa nacional e do excelente momento que o Corfebol português vivia nessa altura. As boas vindas à nata do Corfebol europeu foram dadas de uma forma profissional, com grande investimento da FPC.&lt;br /&gt;Até o resultado desportivo ajudou. O 3º lugar veio confirmar a classificação da Índia e colocou definitivamente Portugal entre os grandes do Mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114043462397410393?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114043462397410393/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114043462397410393' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114043462397410393'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114043462397410393'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/02/corfebolopdia-abcde.html' title='Corfebolopédia - ABCDE'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-114010386232287404</id><published>2006-02-16T15:22:00.000Z</published><updated>2006-02-16T15:31:02.466Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - VWX</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;V&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;asco Condado&lt;br /&gt;Segundo Presidente da FPC, passou antes pela Mesa da Assembleia Geral, a que presidiu durante os primeiros mandatos. Iniciou-se como atleta e dirigente no ISEF AC.&lt;br /&gt;Notabilizou-se com a formação da equipa do Colégio de Santa Doroteia, com grande sucesso nas competições jovens (Campeão Nacional de sub-15 e sub-19) e escola de formação de muitos dos atletas que têm passado pelas selecções nacionais.&lt;br /&gt;Este ano, entrou em competição (Taça de Portugal) com uma nova equipa, oriunda da Universidade de Évora (onde lecciona Corfebol).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/IWGA.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 165px; CURSOR: hand; HEIGHT: 171px" height="175" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/IWGA.jpg" width="174" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;W&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;orld Games&lt;br /&gt;Os “Jogos Olímpicos dos pobres” são organizados pela World Games Association, uma instituição internacional que congrega as federações internacionais de modalidades não olímpicas, e na qual a IKF está presente desde o início.&lt;br /&gt;Nos Jogos Mundiais vêem-se as coisas mais estranhas, como pescar na relva, salvar bonecos de morrerem afogados ou corridas de barcos-dragão. Mas também o Rugby (sevens), o Snooker, o Bowling, o Karaté ou o Hóquei em Patins.&lt;br /&gt;O Corfebol é um dos desportos de maior sucesso e influência nestes Jogos e o torneio da nossa modalidade é encarado com grande seriedade. Para a IKF, é a 2ª prova mais importante do calendário internacional, a seguir ao Campeonato do Mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;X&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ana, Alexandra Silva&lt;br /&gt;Atleta do Clube de Corfebol de Oeiras e da Selecção Nacional, foi também treinadora e Presidente do seu clube. Apesar da sua juventude, é já há alguns anos uma presença inquestionável na nossa selecção principal.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-114010386232287404?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/114010386232287404/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=114010386232287404' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114010386232287404'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/114010386232287404'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/02/corfebolopdia-vwx.html' title='Corfebolopédia - VWX'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113957138684638656</id><published>2006-02-10T11:35:00.000Z</published><updated>2006-02-10T11:36:26.866Z</updated><title type='text'>Caricaturas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esta coisa de andar tudo doido porque a liberdade de expressão choca com a liberdade religiosa faz-me lembrar qualquer coisa.&lt;br /&gt;Afinal, será talvez o mesmo pôr uma bomba no turbante do Profeta Maomé ou pôr um manto e um cajado nas mãos do Vítor Machado. Será talvez o mesmo pôr um preservativo no nariz do Papa João Paulo II ou pôr determinados concorrentes em concursos teevisivos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O fanatismo religioso é igual ao fundamentalismo clubístico. A sátira só presta enquanto nos pudermos rir daqueles de quem gostamos menos. Mas ai de quem nos pisa os calos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113957138684638656?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113957138684638656/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113957138684638656' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113957138684638656'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113957138684638656'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/02/caricaturas.html' title='Caricaturas'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113950059094299049</id><published>2006-02-09T15:48:00.000Z</published><updated>2006-02-09T15:56:31.343Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - RST</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;R&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;icardo Ferreira&lt;br /&gt;O eterno Presidente do NC Benfica é um dos poucos exemplos de alguém cuja actividade principal no Corfebol não é jogar. Ser Árbitro e Dirigente foram as suas opções. Tem sido o árbitro que mais jogos tem apitado nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/scan0002.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 118px; CURSOR: hand; HEIGHT: 118px" height="190" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/320/scan0002.jpg" width="146" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;S&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;angalhos&lt;br /&gt;Fundador, com o Sassoeiros e o ISEF, da FPC, o Sangalhos Desporto Clube deu cartas nos primeiros tempos da modalidade em Portugal.&lt;br /&gt;Orientado pelo Chico Gradeço, o Sangalhos participou nas competições nacionais entre 1988/89 e 1995/96. Esteve presente nas 4 primeiras finais da Taça de Portugal, vencendo uma, e foi Campeão Nacional por 2 vezes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;orneios&lt;br /&gt;Os primórdios da modalidade tinham no Torneio Internacional do ISEF um momento especial. Era o único Torneio que se realizava em Portugal e tinha, na altura, um nível competitivo a que ainda não se assistia nas competições nacionais. As equipas estrangeiras vinham com facilidade a Portugal (em 1989 foram 6!).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto, os torneios de final de época banalizaram-se e tornaram-se num momento em que os atletas aproveitavam para uma fase de descompressão, em que podiam ir largando, aos poucos, o stress competitivo. Torneios com variantes alternativas (de quadras, de jovens, para equipas B, de praia) vieram preencher o calendário de final de época, quase sempre com uma importante componente social.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113950059094299049?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113950059094299049/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113950059094299049' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113950059094299049'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113950059094299049'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/02/corfebolopdia-rst.html' title='Corfebolopédia - RST'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113878847293004931</id><published>2006-02-01T10:00:00.000Z</published><updated>2006-02-01T10:07:56.436Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - NOPQ</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;N&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;orte&lt;br /&gt;Acima da Batalha, acima de Sangalhos, já lá estivemos. Porto, Viana, Braga… O Corfebol já andou pelo País acima. Hoje, há resquícios e, acima de tudo, memórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/odivelas_logol.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 69px; CURSOR: hand; HEIGHT: 104px" height="114" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/odivelas_logol.jpg" width="82" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;divelas&lt;br /&gt;Foi neste Município, que nos primórdios da modalidade estava ainda integrado no Concelho de Loures, que maior número de clubes abraçaram o Corfebol. A Escola Secundária de Odivelas teve o seu histórico Núcleo de Corfebol, de onde nasceram as equipas do Grupo Desportivo dos Bons Dias e do Clube Académico de Odivelas. A estes, juntou-se mais tarde o Odivelas Futebol Clube.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/DSCN0020.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 87px; CURSOR: hand; HEIGHT: 119px" height="158" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/DSCN0020.jpg" width="118" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;P&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;atrocinadores&lt;br /&gt;Sem expressão mediática, o financiamento privado dos nossos clubes e da própria Federação é escasso. Nesta área, o Corfebol vive essencialmente de “&lt;em&gt;pai-trocínios&lt;/em&gt;”. Os pais que gostam de ver os filhos saudavelmente ocupados e que apoiam a sua actividade sempre que podem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;Q&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;uizz, CorfQuizz&lt;br /&gt;É algo parecido com uma Corfebolopédia, mas mais desordenado, mais completo, mais interactivo e tem a chatice de sermos nós a ter de descobrir a resposta. Vêm de lá muitas das fotos que aqui uso e a lembrança de alguns temas. Aconselha-se a todos os novos, para aprenderem mais, e aos mais batidos nestas coisas, para recordar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113878847293004931?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113878847293004931/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113878847293004931' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113878847293004931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113878847293004931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/02/corfebolopdia-nopq.html' title='Corfebolopédia - NOPQ'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113812607596426658</id><published>2006-01-24T17:56:00.000Z</published><updated>2006-01-24T18:13:42.276Z</updated><title type='text'>Speed Dating</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando tudo parecia estudado; quando não se vislumbravam novos temas que pudessem justificar as pós-graduações na área das Ciências Sociais e da Psique; quando os investigadores mais conformados já andavam a fazer cálculos matemáticos para jogar no Sudoku e no Euromilhões; eis que um grupo de iluminados descobre que bastam 3 minutos para definir o sucesso de uma relação.&lt;br /&gt;Brilhante! Um trio de minutos, a vigésima parte de uma hora, dá para decidir se alguém nos interessa para partilhar toda uma vida. Ainda não caí em mim, apesar de já ter ouvido falar disto há um punhado de meses. Os 3 primeiros minutos em que ouvi falar disto foram de estupefacção... se calhar é por isso.&lt;br /&gt;Se dá para casar, imaginem o sucesso nas entrevistas de emprego (“acabaram os seus 3 minutos; não tenho tempo para ler o seu CV; não gosto de si”, rematando com um “Adeus” estilo Luísa Castel Branco), ou na contratação de craques da bola (“o vídeo tinha um jogo completo? e depois? nos 3 primeiros minutos o jogador não tocou na bola... marcou 6 golos nesse jogo? não quero saber; não foi nos 3 minutos que eu vi; não estamos interessados”).&lt;br /&gt;Agora vejam lá no Corfebol, que é para onde eu levo tudo o que respiro do Mundo Exterior. Não vale a pena demorarmos mais do que 3 minutos a dar a modalidade a conhecer ao pessoal. Levá-los a ver jogos?... Muito demorado! Explicar tim-tim-por-tim-tim o que é que isto é?... Cortem essa! O que a malta moderna, sem tempo, a viver num stress permanente, quer é saber se gosta do Corfebol em 3 minutos apenas. Esse é o truque.&lt;br /&gt;Então, já que ainda por cima estamos a viver um tempo em que já nada se faz sem ver a cor do guito, vamos cortar em despesas com técnicos e fazer acções de divulgação adequadas aos tempos modernos em que vivemos. Vejam lá o programa-tipo de uma acção numa escola:&lt;br /&gt;1) História (nacional e internacional) – 14’’&lt;br /&gt;2) Ideia geral do jogo (que é misto e quantos jogam e tal...) – 12’’&lt;br /&gt;3) Passar o vídeo promocional da IKF (em velocidade acelerada) – 18’’&lt;br /&gt;4) Principais regras – 37’’&lt;br /&gt;5) Experimentação de gestos técnicos (sem tempo para explicar)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;6) Lançamento na Passada – 21’’&lt;br /&gt;7) Lançamento de Fora Parado – 15’’&lt;br /&gt;8) Lançamento de Fora em Movimento – 23’’&lt;br /&gt;9) Grandes Penalidades – 8’’&lt;br /&gt;10) Experimentação de Situação de Jogo (4 x 4) – 32’’ &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/1600/bolarel.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/1600/bolarel.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;11) Perguntar se gostaram&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/1600/bolarel.0.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 95px; CURSOR: hand; HEIGHT: 114px" height="81" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/320/bolarel.0.jpg" width="68" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/1600/bolarel.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Claro que isto exige um esforço logístico tremendo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tem de haver muitos postes e bolas e não pode haver tempos mortos. Vai ser um desafio fantástico para a nossa Federação, mas valerá a pena entrar na onda da modernidade.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113812607596426658?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113812607596426658/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113812607596426658' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113812607596426658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113812607596426658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/01/speed-dating.html' title='Speed Dating'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113803391074870685</id><published>2006-01-23T16:20:00.000Z</published><updated>2006-01-23T16:31:50.910Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - JKLM</title><content type='html'>&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;J&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;orge Alves&lt;br /&gt;Figura de referência da arbitragem em Portugal. É um português o árbitro que tem apitado os jogos mais importantes dos últimos anos. Finais de Campeonatos do Mundo, de Europa Cups, tudo somado põe Alves a 9 jogos internacionais de ser o árbitro com mais partidas ajuizadas no Mundo do Corfebol.&lt;br /&gt;Como atleta, iniciou-se na Secundária de Odivelas. Uma saída conflituosa levou-o a fundar a Secção de Corfebol do CAO. Daí, passou para o Sassoeiros – agora Carcavelos. Nesta clube foi um dos responsáveis pela dinamização das equipas jovens.&lt;br /&gt;É Vice-Presidente da Federação Portuguesa de Corfebol, depois de já por outras ocasiões ter pertencido aos Orgãos Sociais da FPC, mas sempre no Conselho de Arbitragem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/K2-31-kees.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 167px; CURSOR: hand; HEIGHT: 160px" height="169" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/K2-31-kees.jpg" width="176" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;K&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ees Rodenburg&lt;br /&gt;Deste holandês se dizia, em tempos, que era o treinador de todos os portugueses. Os atletas que treinava nas selecções nacionais eram a esmagadora maioria dos treinadores das principais equipas em Portugal. E as equipas secundárias, se não tivessem também internacionais como treinadores, eram treinadas por atletas das equipas principais. Ou seja, o Kees era treinador de quase todos, quer fosse em primeiro, segundo, ou terceiro grau.&lt;br /&gt;Não era, no entanto, reconhecido como tal, e sempre houve quem se opusesse ao seu papel no Corfebol português. Esta situação, aliás, provocou um tenso braço de ferro entre a FPC e o Sassoeiros, que acabou inclusivamente por abandonar as competições nacionais.&lt;br /&gt;Foi o responsável técnico pelos resultados mais emblemáticos das selecções nacionais, nomeadamente o 3º lugar obtido na Índia.&lt;br /&gt;Hoje, após o apuramento falhado para o próximo Campeonato da Europa, está afastado das selecções e do Corfebol português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;L&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ivres&lt;br /&gt;Tal como no futebol, um jogador que saiba marcar livres é precioso e muitas vezes resolve jogos. Há atletas tão infalíveis na marcação de livres próximo do cesto, que estes são quase como penalties.&lt;br /&gt;As novas regras vão facilitar a especialização na marcação de livres, sempre no mesmo local, o que poderá tornar esse aspecto do jogo em algo demasiado mecânico. Mas nem tudo é mau na evolução das regras e ainda bem que já não é necessário aquele ritual de marcar os dois metros e meio a passo (lembram-se?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/0001.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 78px; CURSOR: hand; HEIGHT: 90px" height="133" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/0001.jpg" width="106" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ário Godinho&lt;br /&gt;O Número Um.&lt;br /&gt;Não é possível contar a história do Corfebol português sem que o nome do Mário Godinho surja no primeiro parágrafo. Foi o primeiro Presidente da FPC mas, antes disso, já tinha sido líder da primeira organização representativa do Corfebol português (CPCP). A primeira Sede da FPC era o seu gabinete na FMH, onde é professor; a primeira “viatura oficial” da FPC era a sua carrinha, que serviu para deslocações sem conta.&lt;br /&gt;Treinou e jogou no ISEF. Treinou ainda os Bons Dias, onde foi campeão, e está agora no Carnaxide.&lt;br /&gt;Para além de Professor Universitário, tem desenvolvido um interessante trabalho amador nas áreas da fotografia e das artes plásticas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113803391074870685?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113803391074870685/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113803391074870685' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113803391074870685'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113803391074870685'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/01/corfebolopdia-jklm.html' title='Corfebolopédia - JKLM'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113768560014910613</id><published>2006-01-19T15:41:00.000Z</published><updated>2007-12-28T12:50:40.461Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - EFGI</title><content type='html'>(encontrem-me um "&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;", sff!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/0044.jpg"&gt;&lt;/a&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;migrantes&lt;br /&gt;Estudar no estrangeiro é edificante na aquisição de competências profissionais e sociais. Estudar num estrangeiro em que o Corfebol domine é melhor ainda! Na Bélgica, a Xana Frias, da Escola de Odivelas – que deu origem ao GD Bons Dias - representou o Scaldis. Na Holanda, o Tiago Oliveira, do ISEF, "estagiou" no Nic e foi árbitro nas competições locais, e o carnaxidense João Castro actuou no Fortuna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;F&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;erro, Nuno&lt;br /&gt;Talvez a figura mais marcante do Corfebol português desde o seu arranque até aos dias de hoje. Talvez o melhor jogador masculino, talvez o melhor treinador. Histórico Capitão da Selecção Nacional, iniciou-se no ISEF AC, tendo fundado o Núcleo de Corfebol da ES José Gomes Ferreira (Benfica) – depois Núcleo de Corfebol de Benfica – grupo ao qual continua ligado como jogador, treinador e dirigente. Este ano voltou aos altos voos como atleta, tentando colmatar a quebra que o NCB A registou em relação ao ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;ranja, Carlos&lt;br /&gt;Outro histórico do Corfebol em Portugal, assinou com Nuno Ferro e Jorge Ramos a única publicação nacional sobre a modalidade. Com um papel preponderante em toda a vida do ISEF AC e no início do Clube de Corfebol de Oeiras, coleccionou títulos nacionais como treinador e jogador e foi assíduo nas primeiras selecções nacionais. Hoje está afastado da modalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;Í&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ndia&lt;br /&gt;A Jóia da Coroa. No Campeonato do Mundo de 1995, na Índia, Portugal registou o seu melhor resultado internacional de sempre. A 3ª posição foi o culminar de um trabalho a longo prazo, com o objectivo (alcançado) de afirmar o nosso País enquanto potência mundial, no lote daqueles que poderiam, no futuro, fazer frente aos até então imbatíveis holandeses e belgas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113768560014910613?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113768560014910613/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113768560014910613' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113768560014910613'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113768560014910613'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/01/corfebolopdia-efgi.html' title='Corfebolopédia - EFGI'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113715496597174200</id><published>2006-01-13T12:12:00.000Z</published><updated>2006-01-13T12:22:45.996Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - ABCD</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/scan0020.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 181px; CURSOR: hand; HEIGHT: 135px" height="127" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/scan0020.jpg" width="165" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Á&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;rbitros&lt;br /&gt;Os mal Amados do Desporto também o são no Corfebol. Sem eles não há jogo e estamos fartos de ser bombardeados com mensagens de apelo ao fair-play e ao respeito pelos homens e mulheres do apito, mas isso nem sempre funciona. Ser árbitro no Corfebol é aceitar que, muito ou pouco, cedo ou tarde, havemos de sair de alguns jogos com vontade de nunca lá ter entrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;B&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;atalha&lt;br /&gt;Corre o ano de 2006. O deserto de Corfebol fora de Lisboa espalhou-se por todo o País. Todo? Não. Uma Cidade resiste heroicamente a essa realidade. Na Batalha joga-se e joga-se bem, há alguns respeitados anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;C&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;arla Antunes&lt;br /&gt;Foi talvez a única pessoa no Corfebol nacional que desempenhou todas as funções ao mais alto nível. Como atleta, dispensa comentários. Praticante desde muito jovem, cedo atingiu a internacionalização e tem sido titular indiscutível na Selecção Sénior há vários anos. Como Dirigente, foi Presidente da Secção de Corfebol do GD Bons Dias, membro da Direcção da FPC e Presidente do Conselho de Arbitragem. Como Treinadora, foi Campeã Nacional pelo GDBD e é actualmente Seleccionadora Nacional de Sub-19. Como Àrbitra, atingiu também um patamar de alto gabarito que só não foi mais longe, eventualmente, porque a presença como atleta em provas internacionais não permite pensar mais a sério numa carreira internacional nesta área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;irigentes&lt;br /&gt;Seja na FPC, seja nos clubes, alguns voluntários garantem o decorrer da modalidade. O aspecto organizativo nem sempre é valorizado quando se avaliam sucessos desportivos, mas estes não existiriam se não houvesse alguém, quase sempre na sombra, para os permitir.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113715496597174200?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113715496597174200/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113715496597174200' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113715496597174200'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113715496597174200'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/01/corfebolopdia-abcd.html' title='Corfebolopédia - ABCD'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113681051601169959</id><published>2006-01-09T11:56:00.000Z</published><updated>2006-01-09T12:41:56.173Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - Corfebol da A a V (II)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/scn0003.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 151px; CURSOR: hand; HEIGHT: 115px" height="83" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/scn0003.jpg" width="115" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;K, de Korf&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Elemento fundamental na identificação do Corfebol, o Korf (Cesto, em holandês) foi protagonista de uma longa polémica nos últimos anos. A decisão de passar a utilizar cestos sintéticos foi uma machadada no peito dos tradicionalistas e um sopro de esperança na mente dos marketeers. Depois de recusada uma proposta demasiado ousada, optou-se por uma solução que, embora de plástico, imita razoavelmente a tradicional verga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/K2-01-les??o.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 122px; CURSOR: hand; HEIGHT: 116px" height="119" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/K2-01-les%3F%3Fo.jpg" width="97" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;L, de Lesões&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em Portugal, o Corfebol espanta todos com a sua taxa de sinistralidade, atirando o nosso seguro desportivo para níveis comparáveis ao Boxe, por exemplo. Tornozelos e joelhos ressentem-se das sucessivas mudanças de direcção e velocidade, mas também os ombros e cotovelos se queixam, numa modalidade jogada com as mãos mas muito à base do que fazem as pernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/K2-13-balne??rio.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 107px; CURSOR: hand; HEIGHT: 72px" height="136" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/K2-13-balne%3F%3Frio.jpg" width="117" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;M, de Misto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(M)isto é que está a dar! Mesmo para quem esteja por for a da modalidade, salta logo à vista o facto de rapazes e raparigas jogarem juntos. É o grande trunfo do Corfebol e a sua mais evidente imagem de marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/nico.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 53px; CURSOR: hand; HEIGHT: 73px" height="127" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/nico.jpg" width="108" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;N, de Nico Broekhuysen&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;É o Pai do Corfebol, independentemente de novas versões surgidas um século depois deste homem ter ido a Näas, na Suécia, conhecer o Ringbol e encontrar neste jogo tradicional sueco os fundamentos de um novo desporto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/scan0029.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 88px; CURSOR: hand; HEIGHT: 129px" height="103" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/scan0029.jpg" width="69" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O, de Oost&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por reestruturação na Federação Holandesa (KNKV), a região (District) do Midden-Nederlands (Centro da Holanda), desde sempre responsável pelo desenvolvimento do Corfebol em Portugal, juntou-se à do Oost (Este da Holanda), que tinha já em mãos os dois países resultantes da cisão da Checoslováquia (República Checa e Eslováquia). No entanto, apesar de ter de repartir as atenções por três países, continuámos a beneficiar do mesmo empenho e dedicação por parte dos nossos amigos holandeses.&lt;br /&gt;Os clubes portugueses estão geminados com clubes desta região e todos os anos ambas as selecções séniores se defrontam num jogo internacional, ora cá, ora lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/scan0088.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 94px; CURSOR: hand; HEIGHT: 106px" height="126" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/scan0088.jpg" width="105" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;P, de Praia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Corfebol ao Sol... ou à Lua.&lt;br /&gt;A vertente de praia do Corfebol conquistou adeptos em todo o mundo, praticando-se onde quer que haja Corfebol e onde quer que se possa improvisar uma praia. Em Portugal, país famoso pelo seu Sol, o torneio de praia que maior nome criou foi, curiosamente, à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/Duwen.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 72px; CURSOR: hand; HEIGHT: 85px" height="118" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/Duwen.jpg" width="101" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Q, de Quezílias&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Num meio pequeno, em que todos fazem um pouco de tudo, em que os relacionamentos várias vezes se confundem nas suas várias vertentes, o Corfebol em Portugal tem sido, por vezes, minado por enguiços quezilentos, que travam um pouco o espírito de convivência saudável que é marca desta modalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/Pict-home.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 61px; CURSOR: hand; HEIGHT: 107px" height="174" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/Pict-home.jpg" width="69" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;R, de Ressalto&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Figura central de um jogo de Corfebol, o Ressalto proporciona os momentos mais fotogénicos da modalidade. É um momento decisivo para definir se o ataque continua para mais uma tentativa de lançamento ou se a defesa recupera a bola, pondo fim ao ataque. Há atletas, que pela sua estatura ou capacidade técnica, são especializados nesta função, podendo passar ataques inteiros debaixo do cesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/port.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 163px; CURSOR: hand; HEIGHT: 105px" height="114" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/port.jpg" width="174" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;S, de Selecções Nacionais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ir à Selecção, seja de que escalão for, é, por norma, o desejo maior de um atleta - o orgulho de representar o nosso País, de vestir aquele equipamento que só está ao alcance de alguns, de ouvir o hino em pleno palco, de ter merecido o reconhecimento de quem supostamente sabe melhor quem o merece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/TRAINING1.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 127px; CURSOR: hand; HEIGHT: 125px" height="122" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/TRAINING1.jpg" width="143" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;T, de Treinador&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ele é o primeiro responsável pelo desempenho da sua equipa. As escolhas que faz, a forma como gere os treinos e jogos, a forma como comunica com os seus atletas, a leitura que faz durante o decorrer de um jogo e as formas que encontra para responder a essa leitura, são determinantes para os desempenhos individuais dos seus atletas e para o resultado conjugado de todos esses desempenhos. Para além da equipa, o treinador é responsável pelo desenvolvimento das capacidades de cada atleta que passe pela sua responsabilidade e, muitas vezes, pela ligação que os atletas sentem pela própria modalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/cnu.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 68px; CURSOR: hand; HEIGHT: 150px" height="150" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/cnu.jpg" width="64" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;U, de Universitários&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os Campeonatos Nacionais Universitários, terminados há mais de 10 anos, foram momentos únicos de convívio, com a piada suplementar de colocar na mesma equipa pessoas de clubes diferentes. Era um espaço em que apareciam novos jogadores, que experimentavam o Corfebol e, às vezes, até ficavam.&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, havia o Campeonato Europeu Universitário, que levou os portugueses um pouco por toda a Europa, participando num evento com um espírito único e que agarrou muita gente em definitivo ao Corfebol.&lt;br /&gt;Entretanto, inventou-se também uma competição mundial para selecções universitárias. Talvez ainda venhamos a ver uma Selecção Portuguesa a mostrar o que vale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/VAKANTIE.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 148px; CURSOR: hand; HEIGHT: 113px" height="96" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/VAKANTIE.jpg" width="110" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;V, de Viagens&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De avião, de comboio, de autocarro, de carrinha, de carro, em Portugal ou para o estrangeiro, as viagens fizeram muito do que o Corfebol foi nos primeiros tempos.&lt;br /&gt;Em Portugal, as equipas viajavam de Norte a Sul, de Viana do Castelo a Portimão, e eram momentos de grande convívio e espírito de grupo proporcionados por dias inteiros com os colegas de equipa. Lá para fora, para torneios ou competições oficiais, foi-se até ao Leste Europeu em carrinhas de 9 lugares, mas também se foi a Espanha de avião.Hoje, mais comodistas ou talvez com menos capacidade organizativa, os jovens quase só conhecem as viagens pelas Selecções, com muito mais condições do que as pioneiras. E, se as condições são boas porque são cómodas, têm o perverso efeito de ter acabado com uma mística inigualável que foi o cimento que agregou os vários tijolos que construíram o muro chamado Corfebol Português.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113681051601169959?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113681051601169959/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113681051601169959' title='11 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113681051601169959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113681051601169959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/01/corfebolopdia-corfebol-da-a-v-ii.html' title='Corfebolopédia - Corfebol da A a V (II)'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>11</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113680690154138328</id><published>2006-01-09T11:02:00.000Z</published><updated>2006-01-09T11:41:41.636Z</updated><title type='text'>Corfebolopédia - Corfebol da A a V (I)</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Olá Amigos,&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Recebi um convite do Avô para contribuir com qualquer coisa para este Blog.&lt;br /&gt;Por sugestão do dono da casa, vou providenciar-vos o início da Corfebolopédia. Começarei por uma entrada para cada letra, de A a V, porque do W ao Z é fecundado arranjar palavras, e vou pôr uma imagenzita para cada uma, que para dar um ar mais sério à coisa. Não vou pôr pessoas, porque sei que essa será a parte mais polémica. A excepção é o Nico Broekhuysen, mas esse é um caso à parte.&lt;br /&gt;Depois, aos poucos, vou acrescentando algumas entradas, para que vocês possam compilá-las numas capinhas bonitas e fazerem a vossa Corfebolopédia pessoal. É sempre útil ter uma em casa.&lt;br /&gt;Já tenho uma lista grande de possíveis entradas, mas gostava de contar com o contributo de todos, que é para não me esquecer de algo ou (principalmente) alguém. Mandem lá esses nomes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/ckv%20ovvo6.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 119px; CURSOR: hand; HEIGHT: 112px" height="114" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/ckv%20ovvo6.jpg" width="105" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A, de Adeptos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Já viram o Ahoy cheio? É um dos cartões de visita mais eficazes do Corfebol. A Final do Campeonato holandês enche um recinto com alguns milhares de assentos (para aí uns 5 mil?). Os holandeses vibram com a sua modalidade nacional. Vestem-se a rigor, com cabeleiras da cor da sua equipa, seja clube ou selecção, pegam em cornetas e tambores e fazem a festa nas bancadas.&lt;br /&gt;Em Portugal, as coisas são bem diferentes. Quando um jogo de meio de época tem uma dezena de pessoas na bancada é obra (ou há jogo a seguir...). Os jogos decisivos, Play-Offs e Final da Taça, costumam ser momentos em que há alguma presença de adeptos, às vezes até com alguma organização, mas ainda muito longe dos efusivos holandeses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/bol.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 51px; CURSOR: hand; HEIGHT: 57px" height="128" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/bol.jpg" width="94" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;B, de Bola&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Elemento central de muitos desportos, dela se diz que às vezes atrapalha. No Corfebol, peca por ser pouco identificativa da modalidade (“é igual à de Futebol”, ouve-se).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/K2-12-casamento.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 64px; CURSOR: hand; HEIGHT: 80px" height="147" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/K2-12-casamento.jpg" width="86" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;C, de Casais&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Modalidade mista, tinha de funcionar como agência matrimonial. Quantos namorados não se conheceram à roda de um cesto? Quantos casamentos não se formaram no seio de um clube?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/ovvo63.jpg"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 80px; CURSOR: hand; HEIGHT: 106px" height="149" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/ovvo63.jpg" width="82" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;D, de Defesa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Posição quase sempre ingrata, neste desporto que nos obriga a estar sempre a mudar de funções. Raros são os que não estão sempre à espera que a pontuação par volta a figurar, para que possam voltar ao ataque. Tecnicamente mais difícil que o ataque e, no entanto, menos vistosa, a Defesa é o parente pobre num jogo de Corfebol.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/ee.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 63px; CURSOR: hand; HEIGHT: 96px" height="154" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/ee.jpg" width="80" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;E, de Escolas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Corfebol nasceu para o mundo escolar. As regras que fomentam a cooperação anuam as hipóteses de um jovem mais dotado ignorar os seus companheiros de equipa. O facto de ser misto é uma vantagem evidente para a sua leccionação. A ausência de contacto facilita a sua inserção num meio tão heterogéneo como a Escola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/logocores.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 85px; CURSOR: hand; HEIGHT: 54px" height="63" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/logocores.jpg" width="99" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;F, de Federação Portuguesa de Corfebol&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A FPC é responsável por toda a actividade ligada ao Corfebol em Portugal. Fundada em 1991, tem o Estatuto de Utilidade Pública Desportiva desde 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/002.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 113px; CURSOR: hand; HEIGHT: 103px" height="98" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/002.jpg" width="111" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;G, de Golo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Chamem-lhe Golo, Cesto, Ponto, comparem-no a fogo de artifício ou a um orgasmo, marque-se de longe, de perto, sem espinhas, às três tabelas, o acto de fazer passar a bola pelo interior do cesto, de cima para baixo, durante um jogo e de acordo com as regras, é o objectivo final de todo o resto – é o resumo de tudo.&lt;br /&gt;Se o Golo é o sal de todas as modalidades em que ele existe, no Corfebol não é excepção. É claro que há uns mais importantes que outros, que há quem festeje mais exuberantemente que outros, mas um Golo é sempre um Golo, seja numa vitória por 30 ou no último segundo de uma Final de Taça empatada. O Golo é tão importante que até já há quem tenha inventado... o Golo de Ouro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/kinderd3.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 144px; CURSOR: hand; HEIGHT: 105px" height="75" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/kinderd3.jpg" width="98" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;H, de Holanda&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Berço e modelo da modalidade, o Corfebol é Holanda e a Holanda é Corfebol. É na Holanda que todo o mundo vai beber a inspiração para o desenvolvimento corfebolístico. Com quase 100 mil praticantes e mais de 100 anos de história, o Corfebol holandês está ainda muito longe de vir algum da a ser alcançado por qualquer outro país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/IKF.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 77px; CURSOR: hand; HEIGHT: 83px" height="87" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/IKF.gif" width="70" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;I, de International Korfball Federation&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Fundada em 1933, na altura apenas com a Bélgica e a Holanda, sucedeu ao International Korfball Office, que existiu nos 9 anos anteriores. É responsável pelo Corfebol em todo o Mundo. Neste momento, conta com 40 e poucos países filiados e almeja alcançar os 50 durante 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/1600/STUDENT.gif"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 117px; CURSOR: hand; HEIGHT: 106px" height="99" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/3112/2087/200/STUDENT.jpg" width="115" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;J, de Juventude&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;A renovação do Corfebol português está nas mãos dos jovens que têm entrado para a modalidade a um ritmo que, sem corresponder às expectativas mais exigentes, é o possível. O início, cauteloso, de competições para jovens e o trabalho desenvolvido com selecções nacionais de novos escalões, garantem uma base sólida para a consolidação da pirâmide etária do Corfebol nacional.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113680690154138328?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113680690154138328/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113680690154138328' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113680690154138328'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113680690154138328'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/01/corfebolopdia-corfebol-da-a-v-i.html' title='Corfebolopédia - Corfebol da A a V (I)'/><author><name>Näas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07942468197248844262</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113654739609738197</id><published>2006-01-06T11:34:00.000Z</published><updated>2006-01-06T11:36:36.123Z</updated><title type='text'>Democracia é...</title><content type='html'>Democracia é...&lt;br /&gt;Ir ao site da IKF (&lt;a href="http://www.ikf.org"&gt;www.ikf.org&lt;/a&gt;) e participar na votação que eles lá colocam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;: )&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113654739609738197?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113654739609738197/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113654739609738197' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113654739609738197'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113654739609738197'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2006/01/democracia.html' title='Democracia é...'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113586091610655104</id><published>2005-12-29T12:46:00.000Z</published><updated>2005-12-29T12:55:16.126Z</updated><title type='text'>Doces Doze Passas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Os fritos natalícios nem à lei da Água das Pedras se dissolveram. Os dias que sucedem o Natal são os dias em que essa borbulhosa água mais jorra na goela deste fulano que aqui vemos, às 4 ou 5 da manhã, a remexer-se nos lençóis.&lt;br /&gt;Sorte o azar de ainda dormir sozinho; sorte o azar de ainda estar desempregado. Azares, sim, mas aqui sortes, pois que mais ninguém incomoda e que amanhã pode levantar-se com os noticiários da uma.&lt;br /&gt;Sonha os turvos mas incisivos sonhos de quem tem o estômago carregado dos excessos. Sonha que milhares de Pais Natal Trepadores sobem à sua janela e o atacam sem piedade cantando “Você abusou... Comeu demais ao almoço, abusou... Comeu demais ao jantar, abusou...”.&lt;br /&gt;Está lá e cá ao mesmo tempo; está consciente do que sonha, mas não está acordado; sabe que se sente mal, mas não sabe se é só no sonho ou é real o sentimento. Faz um esforço por dormir. Não consegue. Faz um esforço por acordar. Acaba por conseguir.&lt;br /&gt;Levanta-se, os pés frios na tijoleira gelada – porque é que ainda não comprei um tapete?! – tacteiam à procura das pantufas com um porquinho rechonchudo que recebeu no sapatinho. Aos tombos, quase sonambulamente, chega à casa de banho.&lt;br /&gt;Olha-se ao espelho e vê o farrapo de quem tão a desgosto se teve de levantar do quente leito. Olha-se por alguns segundos; não se apercebe de quantos. Olha para si; não se apercebe se por dentro ou por fora. Lembra-se que é quase Ano Novo e que ainda não pensou nos 12 desejos que há de pedir à Fada Passa aquando das mais esperadas badaladas do ano.&lt;br /&gt;Àquela hora, pensar em desejos? Não era melhor ir para o aconchego da cama? Bom, qualquer hora é boa para dar ânimo para o ano que aí vem e, assim como assim, já está de pés enfiados nos porquinhos rechonchudos, olhando ao espelho uma cara que desejava não ser a sua. Seja! Que se pense então nos desejos, com antecedência, para que não seja traídos pela mente na hora H do dia D. Ora então vejamos...&lt;br /&gt;1... Saúde, que é o mais importante;&lt;br /&gt;2... Dinheiro, que dá para quase tudo o que é importante;&lt;br /&gt;3... Amor, que é coisa que o dinheiro não dá;&lt;br /&gt;4... Amigos, que também trazem o Amor;&lt;br /&gt;5... Ter a família por perto, que tanto jeito dá ao corpo e à alma;&lt;br /&gt;6... Um carro novo, que também tem de se pedir coisas palpáveis;&lt;br /&gt;7... Um emprego, que já faz falta à carteira e o desejo nº 2 raramente vem sozinho;&lt;br /&gt;8... Sucesso, em tudo o que venha a fazer em 2006;&lt;br /&gt;9... Que o Benfica seja Campeão Europeu, porque não devemos ser egoístas e pedir coisas só para nós;&lt;br /&gt;10... Continuar a jogar Corfebol, porque faltava esta palavra num post inserido num blog sobre ela mesma.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/4528/651/320/images.jpg" border="0" /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Que 2006 vos traga tudo o que pedirem à Fada Passa!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;(desde que os vossos desejos não sejam incompatíveis com os dos outros) &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113586091610655104?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113586091610655104/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113586091610655104' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113586091610655104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113586091610655104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2005/12/doces-doze-passas.html' title='Doces Doze Passas'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-9125429.post-113527869043260265</id><published>2005-12-22T19:08:00.000Z</published><updated>2005-12-22T19:11:30.456Z</updated><title type='text'>Liga Mendonça.com</title><content type='html'>Se queremos ser grandes, temos de começar por imitá-los.&lt;br /&gt;O maior site de apostas de Corfebol em Portugal devia patrocinar o nosso Campeonato. E este devia passar a chamar-se Liga.&lt;br /&gt;                &lt;br /&gt;“Liga Corfebol Mania” ou “Liga Mega Corf” não pode ser porque limita o âmbito do site. Assim, nunca poderia ser como a outra, que aposta em tudo, desde quem ganha uma corrida de cavalos até que cavalo vai ter primeiro uma dor de dentes; desde quem ganha umas eleições até que candidato vai primeiro chamar idiota ao adversário num debate; desde quem ganha um jogo de Corfebol até em que dia o David Inácio vai tratar por tu um colega que tenha uma diferença superior a 8 anos em relação a ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os ingleses têm vantagem, porque acabam frequentemente as palavras com consoantes e ficam bem coisas como "Betandwin". "Apostaeganha" fica bué de estranho. Por isso, voto na "Liga Mendonça.com", até porque tem a vantagem de não ser um nome propício a trocadilhos como a Liga Bétadine. Pronto, jurei para mim mesmo que não iria cair no humor básico do Bétadine, mas referenciei-o, pôrra. Só faltava dizer que seria sempre um bom patrocínio para quem joga contra certos adversários caceteiros, mas aí ia ter de dar alguns nomes e podiam levar a mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o incremento paralelo do site de apostas e da Liga de Corfebol, teríamos, para grande satisfação dos progressistas, os riscos associados à corrupção e resultados combinados, como na Alemanha.&lt;br /&gt;Mas tudo bem; tudo em nome da evolução para as carruagens da frente deste comboio a que chamamos do progresso e que está prestes a chegar a uma nova estação, a de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PS – Vão lá jogar ao korfball.blogspot.com. Não faz mal começarem a meio; eu também só cheguei já com o jogo em andamento. Também não faz mal os prémios serem baixinhos; o Taco Poelstra e a Inês Biocas também o são.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/9125429-113527869043260265?l=corfebol.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://corfebol.blogspot.com/feeds/113527869043260265/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=9125429&amp;postID=113527869043260265' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113527869043260265'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/9125429/posts/default/113527869043260265'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://corfebol.blogspot.com/2005/12/liga-mendonacom.html' title='Liga Mendonça.com'/><author><name>Avô</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
